Eu não sou apenas uma.
Eu não sou apenas uma.
Eu não sou apenas uma.
Eu não sou apenas uma.
Sou a soma de todas elas.
Não sou apenas a mãe, a esposa, a amante, a dona de casa, a cozinheira, a que cuida e nutre o lar, os filhos e a família.
Sou a que brinca, a que se diverte, a que ri sem parar.
Sou a que cria, a que inventa, a que se reinventa. Sou a que transforma. Sou a cura de mim mesma.
A curandeira, a alquimista, a sacerdotisa do meu próprio templo sagrado.
Sou a soma de todas elas e não preciso escolher uma só.
Sou e posso ser muitas outras.
Livre, de bem comigo mesma.
Confiante e segura de que posso querer desbravar novos mares.
Expandir meus horizontes e me tornar mais uma.
Não esquecendo as outras, mas somando todas em uma grande potência que me torna única.
Em essência e em verdade.

Olhar no espelho e me ver, me reconhecer como a soma de mim mesma ao longo da minha jornada.
Assim como a soma de toda a minha ancestralidade, com toda a sua força, com seu poder.
Agora retomo o que é meu por direito.
Existir inteira.
Com todos os meus pedaços resgatados e somados a mim como força e poder.
Não com soberba, mas com humildade de reconhecer que não fui refém, não fui vítima.
Fui moldada a me tornar a minha melhor versão.
Inteira.
A que viveu, que experenciou e resgatou partes fragmentadas de si mesma rumo a sua nova, mais bela e potente versão de si mesma.
Somos todas iguais.
Somas de todas as nossas vivências e experiências, mas com um detalhe que nos diferencia.
Cada uma com sua jornada.
Reconhecendo pedaços seus que foram ou não resgatados, mas que somos únicas e em essência, puro amor.
O amor que nos norteia.
O amor que nos direciona a acolher os nossos.
O amor que nos fere, mas que nos fortalece.
O amor que impulsiona a ver e querer sermos mestres de nossas próprias vidas.
Caminhando, mas jamais desistindo de nos fortalecer e carregar o legado de sermos inteiras.
Únicas, autênticas e com um coração generoso, bondoso e que transborda e toca a tudo e a todos a cada novo amanhecer.
Somos a força de todas em uma.
Somos a união do que nos mostra nossa força e poder de sermos inteiras.
De sermos nós mesmas.
Sem esperar nada em troca.
A não ser nos vermos e nos reconhecermos com o olhar sincero e em paz.
Quando vemos nosso reflexo ali refletido.

O poder de sermos donas de nossa própria existência.
Ele não é dado.
Ele é reconhecido quando nos vemos por inteira.
Como nos reconhecemos.
Como esta força nutridora e avassaladora de sermos quem nós somos, de verdade e em essência.
Somos o que vemos no espelho diante de nossos próprios olhos.
Que reconhecemos que o que vemos e o que sentimos é nosso, pois foi reconhecido.
Foi recebido e nutrido dentro de cada uma de nós.
Somos força.
Somos a união de muitas a se reconhecerem ainda, mas que somos farol a iluminar o caminho das que ainda chegam e as que ainda chegarão, porque somos muitas ainda a reconhecer o poder intrínseco unido a fonte primordial de nossa existência.
Nos vemos e nos reconhecemos com os olhos da alma, que antes sente.
Depois reconhece e toma posse do que é seu por direito divino.
A grandeza de ser mulher, de ser inteira, de ser dona de teu próprio destino, de teu caminhar confiante, sereno, doce e delicado em simplesmente existir.
A cada passo dado, a cada distância percorrida somos muitas.
Somos a soma de tudo o que vivenciamos e somos tudo o que experenciamos.
Somos a grandeza de reconhecer que o que me aconteceu não me definiu e sim, o que aprendi com cada vivência e experiência.
Hoje sou inteira. Ando de cabeça erguida, porque simplesmente decido ser Eu, simplesmente e unicamente Eu.
Única, singular, perfeita. Mesmo com as imperfeições e isso me torna grande diante de um mundo que dita regra e tendências.
Eu escolho a mim mesma.
Escolho ser Eu. Autêntica, real, expressando toda a grandeza do meu ser.
Sou a soma de todas as minhas dores, meus amores, meus rancores.
Sou a soma de tudo que senti. De tudo que vivi. De tudo aquilo que me parou, que me fez reduzir um pouco a marcha do meu próprio caminhar.
Com sabedoria e estratégia.
Reconhecendo a hora e o momento certo de cada coisa, porque foi nestas paradas que me vi com maior clareza e assertividade sobre a hora de realmente apertar meu passo.
Não com pressa, mas com a ânsia de viver o extraordinário que a vida me mostra todo dia.
Com a vontade de ver. Sentir. Ser feliz.
E é isso o que me importa.
Já não sou influenciável.
Não sigo tendências.
Não sigo moda.
Sigo o meu norte interno.
O que realmente alegra meu coração.
Em uma grande busca interna sobre o que verdadeiramente sinto em minha alma.
Um chamado.
Um vazio.
Não o vazio do nada, mas o vazio de onde tudo emerge, que me mostra que no silencio da minha mente, ali é onde vejo as infinitas possibilidades que me esperam e que posso ser tudo que eu quiser, bastando eu caminhar em direção ao que meu coração aponta.
Tomo posse de tudo o que eu ainda irei viver e experenciar, pois sei que o que me reserva é divino, pois é o caminho que minha alma sussurra a cada amanhecer.
Ela diz: Sim, vai, é por ali.
Continue. Mantenha-se firme.
Não importa o que te aconteça.
Como.
Onde aconteça.
É tudo para o seu caminhar.
Confia e siga, mas siga firme.
Reconhecendo que você ainda está a caminho.
A cada passo, a cada desejo de caminhar.
Seguindo rumo a uma jornada de vitórias sobre si mesma e suas limitações.
Siga e siga a passos bem dados.
Com consciência de que não há pressa.
Apenas reconhecimento de que sua jornada aqui importa.
Seja luz.
Amor.
Compaixão e empatia.
E espalhe toda a sua luz.
Tudo o que você é e tudo o que está se tornando para regar novas sementes para onde quer que você vá.
Sejamos todas este jardim florido.
Encantado.
Rico.
Belo.
Nutritivo e de muito acolhimento a quem quer que se apresente aqui.
메타데이터
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