← Back to list

Descobri que Eu e Meu Marido Gostamos da Mesma “Fruta” na Cama

Meu nome é Maggi, sou casada faz seis meses. Há algum tempo tenho buscado minha reconciliação com meu marido, Gustav. Apesar de afastados…

O Norte do Sexo · 2025-06-27 03:01 · 0 claps · 2.8 min read
#sissies #corno #hotwive #crossdresser #comedor
Open on Medium ↗

Descobri que Eu e Meu Marido Gostamos da Mesma “Fruta” na Cama

Meu nome é Maggi, sou casada faz seis meses. Há algum tempo tenho buscado minha reconciliação com meu marido, Gustav. Apesar de afastados moramos juntos e mantemos os laços de casamento com respeito mútuo.

Um fato na semana passada acelerou esse processo de reconciliação. Estávamos em nossa casa fazendo uma festinha tipo “baile à fantasia” em comemoração de bons resultados na firma e havíamos convidamos uns amigos. Eu queria aquele momento para me aproximar definitivamente de Gustav.

Nossos amigos chegavam e se enturmavam por ali, havia cerca de quinze pessoas na casa. Hamilton Fagundes, que estava fantasiado de bruxa trouxe um amigo seu, o Drago Pitón, este, bem jovem, fantasiado de go-go-boy.

Todos bebiam, mas eu fiquei apenas no beberico para manter o controle geral da situação. Gustav fez logo amizade com Drago e ficaram a bom bater papo. Gustav não se preparou com fantasia e falei a ele se fantasiar logo para não destoar do clima bacana de nossa festinha.

Então ele se dirigiu à nossa suíte e sugeri — vai lá Drago com ele e ajuda ele a se decidir. Gustav já emocionado — vou surpreender hein!

Estavam demorando e eu fui lá para agilizar. Ao entrar fi-lo de modo a não atrapalhar meu marido, o próprio arranjo das paredes de nossa suíte ajuda na privacidade. Essa precaução ajudou em algo inusitado, o que posso dizer, com surpresa, a picante cena que encontrei: Gustav de peruca chanel e dentro de um dress tubinho tomara-que-caia, estava de peito contra a moldura da porta do toilette e suas nádegas roliças e depiladas empinadas ajudado pela sandália plataforma, e Drago por trás segurando-o pela testa, carcando velozmente o Gustav, estava enrabando meu marido montado de “sissy”. Fiquei perplexa.

Mas, apesar daquela cena surreal, dei de ombros, resolvi não interferir, havia um clima de coito espontâneo e consensual, o Gustav fazendo o papel de uma fêmea no cio e o Drago fazendo papel de um garanhão. Como não apreciar aquele momento sublime de amor e orgasmo como se o Universo estivesse esperando por isso? Assim, eu fiquei escondida no papel de voyeur.

Quando ele retirou aquele talo das entranhas de Gustav, ainda estava totalmente teso e com o preservativo cheio de sêmen, adentrou rápido ao toilette. Deu-me vontade de correr lá e dizer — ainda não, me dá um pouco desse pau duro — eu sentaria com vontade naquele mastro do jeito que ele estava ali, como seu eu fosse uma puta merda.

Dissimulei e entrei como se de nada soubesse, parti para cima de Gustav, abracei-o por seu pescoço e dei-lhe um demorado beijo de língua, como que de certa forma aprovando de forma invisível e “onisciente” aquilo, neutralizando qualquer ressaca moral e até de certa forma dando um salvo-conduto para uma “nova vida”.

Fiquei a refletir, bem que podia ser aquilo que o Gustav precisava, já eu, o que me interessou ali? Talvez mais pelo fato de que minha calcinha estava toda molhada, entendi que eu queria mesmo aquela rola que deixou o Gustav todo “gazela feliz”, eu queria, com muita inveja, estar no lugar dele, ali. Afinal vi que ele estava dando muito amor àquela piroca voraz. Aquela pica com certeza também sabia o que fazia, sabia dar o recado.

Seria aquilo o nosso ponto de equilíbrio? Resolvi apostar. E ao retornar para a nossa sala de visitas vim de mãos dadas com a “odalisca”, claro em tom natural e sem afetações, já Drago estava se recompondo, mas ele não percebeu de eu estar a par da “situação”.

Sempre achei que ele tinha um pouco de anca que sugeria uma silhueta e agora constatei isso, ou seja com uma roupa bacana Gustav joga um bolão como “ela”. E então refleti, por que não? Durante a festa pedi ao Gustav anotar o contato de Drago, pois com o tempo era ele quem iria frequentar nossas festinhas a três: eu, Gustava e Drago, duas mulheres e seu garanhão roludo.


메타데이터
post_id
14973af86efa
slug
tentando-minha-reconciliação-14973af86efa
url
https://medium.com/@maturbe/tentando-minha-reconcilia%C3%A7%C3%A3o-14973af86efa
canonical_url
https://medium.com/@maturbe/tentando-minha-reconcilia%C3%A7%C3%A3o-14973af86efa
author_url
https://medium.com/@maturbe
status
ok
fetched_at
2026-06-15 20:49:13