Carnal Journal.
Sunday, 11:47 PM: Bruised lips, aching thighs,
Carnal Journal.
Sunday, 11:47 PM: Bruised lips, aching thighs,
Your bite marks my trophy.
I savor the pain, the reminder,
Of how you claimed me wholly.
Monday, 2:13 PM: Withdrawal sets in, I’m restless,
Your absence a physical ache.
I reread your promises,
My body starts to quake.
Tuesday, 9:58 PM: I imagine you stroking yourself.
Mutual moans fill the air,
But pixels can’t satisfy.
Wednesday, 3:42 AM: Insatiable, fingers drenched,
Imagining you inside.
I send you the evidence,
Your growl makes me wild.
Thursday, 10:17 AM: In a meeting, your text vibrates,
“I’ll bend you over that table.”
I clench, barely concealing a moan,
Wetness soaks through, unstable.
Friday, 11:59 PM: Feral with need, unhinged,
Every touch is oversensitized.
We sext until dawn breaks,
My toys barely suffice.
Saturday, 4:36 PM: I edge for hours, denying release,
You command, I obey.
The pressure builds, maddening,
I’m your puppet, you pull my strings.
Sunday, 7:22 AM: A frenzy of preparation,
Waxed, oiled, primped for you.
I wear your favorite perfume,
Imagining it mingling with our sweat.
Monday, 11:03 PM: Drunk on desire,
Without a drop of alcohol.
Your words on the phone make me throb,
I beg for Tuesday, for your call.
Tuesday, 8:45 AM: The wait ends, anticipation peaks,
I’m a live wire, sparking, dangerous.
Minutes crawl like years,
Until I’m finally naked… in your lap.
(PT)
Diário Carnal
Domingo, 23:47: Lábios roxos, coxas doridas, As tuas mordidas são o meu troféu. Saboreio a dor, a lembrança, De como me tomaste por inteira.
Segunda, 14:13: A abstinência chega, estou inquieta, A tua ausência é uma dor física. Releio as tuas promessas sujas, O meu corpo começa a tremer.
Terça, 21:58: Imagino-te a tocar-te. Gemidos mútuos preenchem o ar, Mas os píxeis não bastam.
Quarta, 3:42: Insaciável, dedos encharcados, A imaginar-te dentro de mim. Envio-te as provas, O teu rosnar deixa-me louca.
Quinta, 10:17: Numa reunião, a tua mensagem vibra, “Vou-te dobrar sobre essa mesa.” Aperto-me, disfarçando um gemido, A humidade atravessa-me, incontrolável.
Sexta, 23:59: Feroz de desejo, descontrolada, Cada toque é uma hipersensação. Ficamos a trocar mensagens até ao amanhecer, Os meus brinquedos mal chegam.
Sábado, 16:36: Fico à beira, horas a fio, sem me libertar, Tu mandas, eu obedeço. A pressão cresce, enlouquecedora, Sou a tua marioneta, tu puxas os meus cordéis.
Domingo, 7:22: Um frenesi de preparação, Depilada, oleada, pronta para ti. Uso o teu perfume favorito, Imaginando-o misturado com o nosso suor.
Segunda, 23:03: Embriagada de desejo, Sem uma gota de álcool. As tuas palavras no telefone fazem-me pulsar, Imploro por terça, por a tua chamada.
Terça, 8:45: A espera termina, a antecipação atinge o pico, Sou um fio elétrico, a faiscar, perigosa. Os minutos arrastam-se como anos, Até que, finalmente, estou nua… no teu colo.
메타데이터
- post_id
- 276ca6d7ec76
- slug
- carnal-journal-276ca6d7ec76
- url
- https://medium.com/@sincereallthings/carnal-journal-276ca6d7ec76
- canonical_url
- https://medium.com/@sincereallthings/carnal-journal-276ca6d7ec76
- author_url
- https://medium.com/@sincereallthings
- status
- ok
- fetched_at
- 2026-07-22 20:03:26