Asiáticas nas Ligas Europeias — Resumo Temporada 2025–2026
A temporada europeia 2025–26 do futebol feminino acabou e voltamos a fazer o resumo de como as jogadoras asiáticas se saíram nessa…
Asiáticas nas Ligas Europeias — Resumo Temporada 2025–2026

O resumo de como foram as jogadoras asiáticas na temporada 2025–26 do futebol feminino europeu.
A temporada europeia 2025–26 do futebol feminino acabou e voltamos a fazer o resumo de como as jogadoras asiáticas se saíram nessa temporada: tivemos dobletes históricos na Inglaterra e na Itália, uma consolidação na Alemanha, título na França, grata surpresa na Espanha, um primeiro título na Europa Cup, a ascensão de uma jovem promessa na Holanda enfim… É hoje de rodar o continente…europeu!
Inglaterra: A glória histórica do Matildeshiko City após várias tentativas de quebrar a hegemonia do Chelsea

Aoba Fujino e Yui Hasegawa com o troféu de campeão da WSL: depois de vários “quases”, o Manchester City conquista um doblete histórico na Inglaterra.
Após seis anos consecutivos, o reinado do Chelsea no futebol feminino inglês foi encerrado com o doblete de WSL e Copa da Inglaterra do Manchester City (ou como eu prefiro chamar, Matildeshiko City). Numa campanha impecável, o time de Yui Hasegawa, Ayaka Yamashita, Aoba Fujino, Mary Fowler e Aemu Oyama, comandado pelo sueco Andrée Jeglertz foi o melhor time da Inglaterra e um dos melhores times da Europa nessa temporada (contando com uma ajuda muito importante de não jogar UWCL nessa temporada). Um futebol totalmente envolvente, produtivo e letal que mesmo com questões relacionadas a lesões, abriu uma vantagem tão grande que nem Arsenal e nem menos o Chelsea conseguiram alcançar.
O Chelsea foi a grande decepção da temporada como um todo, um time que aspirava a vencer tudo e só venceu a Copa da Liga com sequer conseguir competir nos objetivos mais importantes. Pra piorar, tanto Maika Hamano quanto Sam Kerr foram totalmente subaproveitadas por Sonia Bompastor e as duas acabaram saindo do time (Maika por empréstimo e Sam Kerr, que acabou não renovando seu contrato e se despediu do Chelsea após seis anos de uma carreira lendária e muito vencedora). Por outro lado, Ellie Carpenter fez uma temporadaça de estreia no Chelsea e mostrou que a sua chegada a WSL foi um grande acerto.
O Arsenal com o Trio Matilda (Steph Catley/Caitlin Foord/Kyra Cooney-Cross) aspirou para também vencer todos os títulos, porém após um muito mal início de temporada, se recuperou na segunda parte vencendo a Copa dos Campeões Femininos da FIFA com direito a gol do título marcado por Foord na final contra o Corinthians. Na UWCL, o Arsenal foi muito irregular na fase de liga, mas cresceu nos mata-matas com direito a eliminação sobre o Chelsea nas quartas de final até cair nas semifinais para o Lyon. Entretanto, duas dessas jogadoras australianas do Arsenal tiveram problemas nessa temporada: Catley passou boa parte da temporada com lesões enquanto Cooney-Cross teve que abandonar a segunda parte da temporada para cuidar de sua mãe que sofreu um câncer lá na Austrália.
O Manchester United fez uma temporada de muitos altos e baixos, com uma campanha muito boa na Champions chegando até as quartas de final e um rendimento nacional decepcionante em que vai ficar mais um ano sem ganhar um troféu e sem jogar competição europeia. Entretanto, a temporada de Hinata Miyazawa nas Red Devils foi excelente, a camisa 20 do United foi a dona do meio de campo vermelho, a grande regente do time comandado por Marc Skinner junto com Jess Park e também conseguiu manter seu instinto e faro goleador em vários jogos do time de Manchester.
Nos outros times, tivemos três grandes destaques nessa temporada:
- O Brighton de Dario Vidosic, Moeka Minami, Fuka Tsunoda, Charlie Rule e Kiko Seike. As Seagulls fizeram uma campanha ainda melhor que a da temporada anterior na WSL e fizeram história ao conseguir chegar na final da Copa da Inglaterra Feminina de forma surpreendente. Inclusive, Kiko Seike pelo segundo ano consecutivo foi a artilheira e a melhor jogadora do Brighton na temporada.
- O Tottenham com Clare Hunt, Charli Grant e as duas “novas aquisições”, Toko Koga e Maika Hamano (por empréstimo). É impossível que o desempenho do time comandado por Martin Ho seja contado sem falar do “fenômeno” Toko Koga. A jovem zagueira titular da Nadeshiko carregou completamente a defesa das Spurs nas costas em sua primeira temporada na WSL e mereceu com toda justiça fazer parte da seleção do campeonato com apenas 20 anos de idade. Hamano após sair do Chelsea, recuperou no Tottenham um pouco da confiança que tinha perdido no Chelsea e conseguiu fechar a temporada em alta (especialmente que fez o gol do título da Nadeshiko na final da Copa da Ásia Feminina). Já Clare Hunt e Charli Grant, fizeram temporadas oscilantes que também mesclaram com lesões.
- O Everton das SEIS asiáticas. Uma das grandes expectativas dessa temporada era como que o Everton das japonesas Honoka Hayashi, Yuka Momiki, Hikaru Kitagawa, Rion Ishikawa, da australiana Clare Wheeler e da filipina Maz Pacheco iria se portar nessa temporada. Em resultados, o Everton acabou devendo um pouco mas conseguiu vitorias enormes como a contra o Chelsea fora de casa que acabou com os 33 jogos sem perder das Blues com direito a gol de Honoka Hayashi (cuja fez uma temporada incrível e sendo até a melhor jogadora das Toffees em 25/26). Momiki também fez uma ótima temporada pese que isso não foi suficiente para ser chamada para a Copa da Ásia enquanto Kitagawa e Wheeler também fizeram boas temporadas, Maz Pacheco teve minutos e Ishikawa acabou perdendo a segunda parte da temporada pela lesão que a cortou também do resto da Copa da Ásia.
De resto, tivemos times que oscilaram muito: o London City Lionesses de Saki Kumagai e Alanna Kennedy e o Aston Villa de Maya Hijikata conseguiram se manter na parte de meio da tabela, o West Ham de Yu Endo, “Mini” Gorry e Riko Ueki (que fez uma baita temporada), brigou pra não cair mas se safou no final, o Liverpool de Fuka Nagano e Risa Shimizu fez uma temporada tenebrosa mas também se safou do rebaixamento enquanto que o Leicester de Emily van Egmond acabou sendo rebaixado após o playoff contra o Charlton. Um ano bastante movimentado na Inglaterra.
Na sua primeira temporada, Toko Koga mostrou uma maturidade que não é comum para a sua idade e fez uma temporada gigantesca no Tottenham.
Alemanha: A ascensão de uma inesquecível e carinhosa dupla (ou família, como você queira chamar)

Magda Eriksson, Momoko Tanikawa e Pernille Harder juntas: a japonesa confirma que não é mais uma promessa e sim uma realidade na Baviera ao lado do casal mais amado pelos torcedores do Bayern
Mais uma vez o Bayern foi campeão da Frauen-Bundesliga. Mais uma vez o Bayern fez um doblete de Frauen-Bundesliga e Pokal confirmando outra vez sua hegemonia feminina na Alemanha. E o que há de diferente dessa vez? Primeiro que o time de José Barcala enfim conseguiu ir longe na UWCL e após um terrível início de fase de liga com direito a uma goleada humilhante por 7–1 do Barcelona na Catalunha, o Bayern se arrumou e chegou até as semifinais onde vendeu bastante caro a eliminação para o mesmo Barça. Após os rendimentos ruins nas últimas edições, finalmente o Bayern conseguiu fazer uma campanha do tamanho que o time tem e que precisa fazer de forma mais regular a nível europeu.
E além obviamente da enorme temporada feita pela ponta Klara Bühl, muito dessa evolução do Bayern na Champions se deve a uma dupla que praticamente encantou e emocionou os torcedores bávaros nessa temporada: Momoko Tanikawa e Pernille Harder. Ambas fizeram uma Champions surreal aonde enquanto Harder sempre tirava o Bayern das situações mais difíceis com toda a sua qualidade e sua experiência, Tanikawa teve um amadurecimento impressionante na sua primeira competição continental de clubes, sendo decisiva com gols e assistências em jogos grandes como a vitória fora de casa contra o Paris Saint-Germain e especialmente, os dois jogos contra o Manchester United pelas quartas de final da UWCL.
Desde quando pisou pela primeira vez em Munique após sua explosão no Rosengard, Tanikawa se sentiu completamente abraçada por Harder e dá pra ver muito que esse entrosamento entre elas tá muito parecido a uma relação de uma mãe com uma filha. E pelas entrevistas que Harder deu recentemente, ela vê Momoko com uma versão mais jovem da própria craque dinamarquesa e que tanto ela quanto Magda Eriksson (já que ambas são casadas) estão fazendo e farão de tudo para que Tanikawa se sinta mais querida, feliz e especial no Bayern. E na minha opinião, isso é sem dúvida, crucial e benéfico para o desenvolvimento da jogadora japonesa. O Bayern e principalmente a Nadeshiko, agradecem muito Harder e Eriksson por esse gesto.
Saindo do Bayern, não tivemos muitas boas notícias para as jogadoras asiáticas da Frauen-Bundesliga. O Eintracht Frankfürt de Remina Chiba e Hayley Raso caiu nos playoffs da UWCL, fez um campeonato nacional decepcionante e foi eliminado nas semifinais da UEFA Europa Cup. O Bayer Leverküsen da chinesa Shen Menglu chegou até a brigar por vaga continental mas ficou no “quase”. O RB Leipzig de Mai Kadowaki ficou na mediania da tabela enquanto que o Carl Zeiss Jena da australiana Anna Margraf foi rebaixado. Entretanto, tivemos dois acessos de times com jogadoras asiáticas: o Stuttgart de Yuka Hirano e Haruna Osawa e o Mainz de 5 japonesas (dentre elas a ex-goleira de base da Nadeshiko, Mamiko Matsumoto) mais o técnico Yuji Yamashita conseguiram o acesso para a elite e teremos 3 times com jogadoras japonesas na Alemanha em 26/27.
Espanha: A jornada de estréia de Chika Hirao na Andaluzia junto com Miku Kojima

Miku Kojima e Chika Hirao: o Granada fez um bom trabalho nessa temporada e muito disso se deve a goleira reserva da Nadeshiko.
A Espanha sempre foi um destino muito pouco visado para jogadoras asiáticas, especialmente japonesas. Mas isso deu uma leve virada nessa temporada aonde fomos surpreendidos com a saída de Chika Hirao da WE.League para o Granada de onde estava outra jogadora japonesa jogando na Andaluzia, Miku Kojima. Seguindo os passos de sua companheira de posição Yamashita, a goleira reserva da Nadeshiko chegou ao time nazarí logo após o clube que tinha sido a sensação da última Liga F ter sido totalmente desmanchado.
E no novo clube, Hirao mostrou serviço. Foi uma das melhores goleiras da Liga F e por várias rodadas foi uma das goleiras que mais defendeu oportunidades contra a meta do Granada. Miku Kojima também ganhou minutos nesse time que por mais que não repetiu a campanha histórica da temporada anterior, se manteve estável na mediania da tabela sem correr nenhum risco de brigar pelo rebaixamento e muito disso se deve a Hirao (como mostra de que se está mudando aos poucos uma das maiores deficiências da Nadeshiko, que era a falta de experiência e exigência internacional das goleiras).
Nas divisões de baixo, nem tudo foram flores. O Cacereño que sempre tem várias japonesas jogando lá, por muito pouco não foi rebaixado para a terceira divisão se salvando na última rodada. E o AEM Lleida de Honoka Yonei teve problemas financeiros que fizeram as jogadoras protestarem contra a falta de pagamentos do clube na final da Copa Catalunya (uma espécie de copa estadual feminina da Espanha) contra o Europa.

Honoka Yonei sentada no gramado quando houve o apito inicial da partida contra o Europa: protesto contra a falta de pagamentos do AEM Lleida.
França: Teagan Micah quase levanta a UWCL e a crise no Dijon

Teagan Micah com a taça da Premiére Ligue: após uma segunda parte complicada, a australiana comemora seus primeiros títulos no Lyon mas fica no quase pela Champions.
Quando Teagan Micah acertou sua saída do Liverpool para o Lyon (agora rebatizado de Lyonnes), todos já esperavam que ela não seria candidata a brigar pela titularidade com a experientíssima Christiane Endler. Porém, a goleira reserva da Austrália estava aproveitando sua primeira temporada num time top para quem sabe conseguir ganhar a titularidade da posição nas Matildas visando a Copa da Ásia Feminina. E por um tempo, os poucos minutos que recebeu acabaram fazendo alguma diferença pra ela nas decisões do então novo comandante aussie Joe Montemurro. Ela acabou sendo titular na maioria dos últimos amistosos da Austrália antes da estreia continental e foi convocada para o torneio com chance até de jogar na primeira partida do certame contra Filipinas.
Mas faltando duas semanas para a estreia, Micah foi cortada da Copa da Ásia após uma séria lesão na cabeça no treinamento da seleção australiana em Queensland. Com isso, ficou fora da competição e perdeu o resto da temporada no clube francês. E mesmo sem ela, o Lyon conseguiu vencer todos os títulos possíveis na França porém sofreu uma dolorosa goleada na final da Champions por 4–0 para o Barcelona (e chega a ser mais dolorosa ainda essa derrota para o Lyon, pois as francesas fizeram um primeiro tempo muito bom, dominaram completamente o Barça mas não souberam concretizar as chances que criaram e o Barcelona puniu o Lyon no segundo tempo com 4 gols em 30 minutos). Veremos o que nos espera para Micah na próxima temporada.
Saindo de Lyon, vamos para Dijon aonde jogaram nessa temporada as chinesas Wu Chengshu e Wang Yanwen, junto com a experientíssima jogadora das Matildas, Kyah Simon. O Dijon feminino fez uma grande campanha na Première Ligue (terminando em quinto lugar), mas nem mesmo essa campanha incrível foi capaz de esconder o completo abandono do clube francês com sua seção feminina. O clube anunciou que iria reduzir os investimentos no time feminino para a temporada 26/27 e até mesmo o colocou à venda para encontrar outro investidor. Entretanto, uma disputa dentro da diretoria do própio Dijon impede que o clube consiga vender o time feminino e assim, a seção feminina do clube segue completamente abandona. Todas as jogadoras protestaram contra esse abandono e essa crise no clube francês, mas até agora nada foi resolvido (o que é uma profunda tristeza e uma história que é totalmente inaceitável nos dias de hoje quando vemos mais times investindo e apoiando o futebol feminino, especialmente na Europa).
Itália: O primeiro doblete de Wini Heatley com a maglia giallorrossa numa temporada bem especial para a jogadora das Matildas

Wini Heatley com Rachele Baldi e Annalena Rieke: a jovem jogadora das Matildas iguala Kumagai e Minami ao conquistar a Serie A Women e a Coppa pela Roma na mesma temporada.
Era uma tarde qualquer de mercado de verão onde que a Roma anunciou que contratava do Nordsjaelland dinamarquês a jovem zagueira australiana Winonah Heatley. Wini chegou a Itália com o objetivo de conseguiu brigar por uma das vagas titulares do novo elenco e do novo planejamento romanista agora comandado pelo novato Luca Rossettini (além de também buscar entrar entre as jogadoras do grupo de Joe Montemurro para a Copa da Ásia Feminina).
De início, a Roma apesar de ter um início bem convincente na Serie A Women, a campanha na Champions foi uma completa tragédia. Goleadas sofridas para Real Madrid, Barcelona e Chelsea, resultados vexatórios como a derrota em casa para o Valerenga e o empate contra o surpreendente Leuven na Bélgica com apenas uma vitória na última rodada contra o já eliminado Sankt Pölten deixaram a Roma com a penúltima colocação (só atrás do lanterna e ainda mais fiasco, Paris Saint-Germain) quase derrubaram Luca Rossettini do cargo de treinador. Porém, o que segurava Rossettini era o bom início da Serie A e a priorização de Juventus da UWCL e da Internazionale pela Europa Cup. A diretoria bancou sua permanência e no fim, se mostrou uma decisão correta.
Com tudo isso, a Roma passou a abrir muita vantagem no Calcio, administrou com consistência, venceu duelos decisivos contra Inter e Juventus e mesmo com quase a Inter buscando a vantagem que a Roma tinha criado, o time que teve Manuela Giugliano como a líder, Giulia Dragoni, Emilie Haavi, Évelyne Viens, Giada Greggi, Alayah Pilgrim, Rachele Baldi, Valentina Bergamaschi, Frederikke Thogersen, Marta Pandini, Oihane Valdezate, Shukurat Oladipo, Rinsola Babajide, Katrine Veje, Maya Antoine, a jovem Giulia Galli, Annalena Rieke, Anna Csiki, , Froya Dorsin, Samantha van Diemen e claro, Wini Heatley, conquistou o Scudetto com duas rodadas de antecedência na vitória por 2–0 contra a Ternana (o terceiro dos últimos quatro Scudettos femininos italianos).
Algumas semanas depois, a Roma venceu a Juventus na final da Coppa Italia e no que poderia ter sido um desastre completo se igualou a melhor temporada da história da Roma feminina que tinha conquistado o doblete de Serie A e Coppa na temporada retrasada (23/24). Pra fechar com chave de ouro, Heatley foi convocada para jogar a Copa da Ásia por Joe Montemurro e fez um torneio muito bom, especialmente na semifinal contra a China e a final contra o Japão mesmo com o vice-campeonato.
Nos outros clubes, campanhas bem decepcionantes como por exemplo: o Milan da sul-coreana Park Soo-jeong que novamente teve que se contentar em ficar no meio da tabela, o Como Women de Alex Chidiac que também ficou na meiúca e o Sassuolo das australianas Jessica Nash e Jacynta Gala que fez uma campanha ainda pior, terminando em nono lugar no primeiro ano de Alessandro Spugna pelas Neraverdi.
Outras ligas (em pequenos detalhes)

Aivi Luik aos 41 anos sendo a jogadora asiática mais velha a levantar um troféu internacional e Mao Itamura sendo eleita a melhor jogadora da Eredivsie Feminina: o que aconteceu fora das grandes ligas europeias
- Suécia: Não tem como o principal momento das jogadoras asiáticas na Suécia ser o histórico título do Häcken na primeira edição da UEFA Europa Cup onde a australiana Aivi Luik se tornou a jogadora asiática mais velha a ser campeã de uma competição internacional com 41 anos de idade. O time sueco fez uma campanha incontestável aonde derrubou favoritos como a Internazionale e o Eintracht Frankfürt e venceu a decisão num duelo 100 por cento sueco contra o Hämmarby com 3 gols do fenômeno sueco Felicia Schröder. O Häcken já está classificado para a próxima Champions na fase de liga.
- Holanda: O Feyenoord de Mao Itamura, Kokona Iwasaki e Akari Takeshige não levou o título, porém a temporada de Itamura na Holanda foi tão soberba que ela levou o prêmio de melhor jogadora da Eredivisie na temporada 24/25. E só tem 19 anos, será que Itamura repetirá Toko Koga e futuramente dará o salto para uma grande liga? Só o tempo dirá.
- Turquia: Tanto Galatasaray da sul-coreana Jang Chang e da chinesa Yang Lina, quanto o Besiktas da australiana Princess Ibini ficaram longe de disputarem o título, que ficou com o Fenerbahçe.
- Portugal: O Benfica foi campeão português mais uma vez e por meia temporada, a atacante chinesa Shao Ziqin acabou atuando e por isso, entra também em detalhe nesse resumo.
- Dinamarca: O Fortuna Hjorring de Miyu Takahira e Risako Watanabe não conseguiu o tricampeonato consecutivo e viu o HB Koge levar o título
- Noruega: Para finalizar, tanto Lillestrom da filipina Sara Eggesvik quanto Stabaek da coreana Jeong Da-bin não brigaram pelo título norueguês de 2025 (o calendário norueguês é solar) enquanto que o Molde das coreanas Jeon Yu-gyeong e (novamente) Jeong Da-bin subiu pra primeira divisão e está jogando na elite em 2026.
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Encerramos a temporada europeia das jogadoras asiáticas e agora o foco passa a ser a Copa do Mundo. Vem conteúdo bastante especial nos próximos dias!
Divulguem o conteúdo aqui no Medium!
Nos vemos na Copa. Até mais!
메타데이터
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