Loucuras no trem
Era só mais um dia normal no Rio de Janeiro, eu acordei cedo para ir trabalhar e mal sabia eu as aventuras que me esperavam naquela manhã…
Loucuras no trem
Era só mais um dia normal no Rio de Janeiro, eu acordei cedo para ir trabalhar e mal sabia eu as aventuras que me esperavam naquela manhã. Peguei um ônibus na esquina da minha casa para poder saltar na estação de trem de Deodoro, pois a Av. Brasil estava um caos por causa das obras da Transcarioca que estavam “começando”.
Quando cheguei na estação, vi que tava cheia e me direcionei pra plataforma do expresso pra Central. Fui lá pra ponta mais afastada da plataforma pra tentar ficar longe do tumulto do meio ali das pessoas. Assim que o trem chegou, eu vi que ele já estava mais cheio que réveillon em Copacabana kkkk.
Consegui entrar me espremendo ali na porta do vagão e fiquei espremido de costas pra porta. Virei de frente pra porta deixando minhas costas pra multidão, primeiro que eu não consigo ficar olhando pra cara das pessoas e segundo que eu gosto de olhar a paisagem, que me distrai e acalma. Senti que atrás de mim encaixou um cara que ficou encostado e mal ou bem ficava me roçando, a princípio, sem maldade dele, eu achava.
Assim que o trem deu a partida, começamos a dar uma chacoalhada e de vez em quando uns solavancos leves nos mexia mais forte e eu senti que ele foi ficando duro, e seu pau estava bem encostado na minha bunda. Aquela sensação me deu um fogo, e eu comecei a rebolar sutilmente e pressionar minha bunda nele… Ele se aproveitando da situação ficou roçando mais e mais.
Em determinado momento, ele se apoiou pra frente, com a mão no vidro na minha frente, como se precisasse de apoio pra não cair, e nisso ele ficou me espremendo mais. Sua respiração quente soprava direto na minha nuca, eu me arrepiava a cada respirada dele.
Ele aproveitou que nosso lado era tapado com a parede do trem e que ninguém iria reparar na mão abaixada dele naquela lata de sardinha e enfiou a mão na minha calça. Minha surpresa foi notável pois dei uma levantada na coluna e ele falou pra eu ficar parado, sussurrando no meu ouvido. Segui seu comando e ele ajeitou a mão novamente e dessa vez o filho da puta de alguma forma havia lambido os dedos e ali naquela bagunça ele começou a enfiar a ponta do dedo no meu cu.
Era uma sensação completamente intoxicante. O tesão de ser dedado, o tesão de estar fazendo aquilo em público, o medo de ser pego ali no meio das pessoas. O dedo dele deslizava na portinha e entrava só o suficiente pra me deixar maluco, daí ele tirava e ficava brincando na portinha. Rodeando ela, batendo com os dedos de leve, e enfiando novamente. Vez ou outra eu sentia ele tirar a mão e depois voltar com ela melada de novo pra recomeçar a brincadeira.
Ele ficou me dedando até o ponto final. Antes de sair, ele pegou minha mão, naquele mar de gente andando, ficamos parados fingindo esperar esvaziar para andar e eu senti seu pau completamente melado e na mesma hora que eu fechei minha mão no pau gozado dele, eu gozei na minha cueca. A porra saía do meu pau como um rio fura a represa, eu não tinha controle. Minha cueca ficou encharcada de porra, não aguentou segurar e começou a vazar pra calça jeans. Com a minha mão melada da porra dele, e a calça melada com a minha, dei uma virada de rosto pra finalmente ver a cara dele, dei um sorriso de canto de boca e saí andando no meio das pessoas sem dar chances de qualquer tipo de contato.
Fui andando todo melado da Central até a Candelária. Assim que cheguei no trabalho, deixei minhas coisas na minha mesa e fui pro banheiro lavar meu pau na pia, limpar a cueca e a calça jeans pro escritório não ficar cheirando a porra. Sentei na minha mesa de trabalho totalmente extasiado e trabalhei leve naquele dia. Sentei na minha mesa de trabalho totalmente extasiado e trabalhei leve naquele dia.
메타데이터
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- 2026-06-12 07:40:50