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Juros negativos no Brasil: como a inflação real consome seus investimentos.

Quando ganhar é perder

Allan Idelson · 2025-08-08 00:24 · 0 claps · 12.0 min read
#juros #economia #bitcoin #crise #brasil
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Wiki topics: CRY · Crypto & Web3

Juros Negativos à Sombra das Formalidades no Brasil: Um Esboço para Iniciantes

Conceitos financeiros complexos e enigmáticos, frequentemente obscurecidos por siglas e termos técnicos pouco ensinados nos currículos convencionais, criam uma barreira de entendimento para o cidadão comum. Essa falta de compreensão o deixa desprovido da capacidade de interpretar corretamente os fenômenos econômicos que o cercam, especialmente aqueles relacionados às políticas monetárias atuais, como o fenômeno dos juros negativos. Tal cenário limita qualquer possibilidade de reação consciente, perpetuando ciclos econômicos viciosos e um ambiente onde, na prática, todos acabam correndo uma corrida sem vencedores.

Contextualização Histórica e Econômica dos Juros

Os juros, são de forma simplória, o custo do dinheiro no tempo — ou seja, o que se paga para usar uma quantidade específica financeira. Mais específico na relação estado-indivíduo, servindo o juros então para incentivar ou desencentivar se o dinheiro será poupado, consumido ou investido, por parte do estado.

Historicamente são definidas organicamente pelo próprio ambiente econômico, sendo fruto, mas também moldando profundamente o recorte temporal que habita, porém pela própria natureza de seu habitat — a sociedade humana, tende a refletir sua volatilidade, dentre as diversas possibilidades de aplicação do conceito de juros, trataremos especificamente da ideia de juros negativo, que é uma medida usada por bancos centrais para reavivar a economia, pois o excesso de segurança, empurra os que não utilizam todo seu capital para manutenção básica de vida, à poupar, evitando riscos e garantindo-se na estabilidade que a economia de um determinado país oferece, ao invés de gastar ou arriscar em investimentos de maior retorno. Desta forma o juros negativo não é aquele que se soma ao bolo de dinheiro, mas o que o subtrai, ainda que haja lucro, uma parte ficará retida à instituição (bancos ou estado em geral), garantindo um retorno à ambos, investidor e entidade capitalizadora.

Do Objetivo deste artigo

De forma semelhante observamos este mesmo fenônemo, surgir naturalmente, como um reflexo de politicas ruins, baseadas em dados coletados e tratados de forma mais exdruxula ainda, resultando em um juros negativo real ainda que sejam apresentados dados que digam o contrário, este artigo visa trazer luz às informações sombreadas, e enviezar ao cenário brasileiro, como estamos hoje vivendo uma política de juros negativo ainda que velada, ou seja, vivemos um juros negativo sem querer, e negamos este ao expormos os fatos, e se a ideia do juro negativo é uma política negativa em sua natureza, onde o detentor do dinheiro só aceita o prejuízo do negativo pela segurança, qual será seu valor em governos de pouca confiabilidade, faz-se então atroz a violência economica, que sofremos por incapacidade técnica-admnistrativa das gestões relacionadas, corroboradas por nossa atenção desviada a coisas de menor relevância.

Juros Negativos no Brasil: Mito, Realidade e Opacidade dos Dados

Sem dúvidas, o princípal desafio é a informação, a coleta e refino de dados é o maior desafio desta questão, como o conto dos cegos que veem o elefante como uma árvore, uma folha e uma serpente, todos ao mesmo tempo, e debatem entre sí pela razão, por tocarem apenas em partes especificas de seu corpo, limitamos nossa capacidade de questionar pois estamos nós, também, sem visão do espectro que compõe o juros negativo real do Brasil em sua determinação extensiva que faço ainda sabendo que há terminologias mais complexas que definem este fato.

Os indicadores oficiais do país, compreendem abstrações irrealistas, como de nossa imperativa natureza histórica, são apenas para inglês ver, o que por parte tem valor protecionista à notas de crédito, mas não escapam ao olhar atento de investidores, que ao verem tal fato negado, sentem a incerteza escondida que há sobre esta questão e fogem do mercado brasileiro como o diabo da cruz.

Longe do IPCA, SELIC e outras denominações, distantes do imaginário comum de todos os não especialistas, existem vetores reais, sentidos diáriamente, a capacidade de comprar cada vez menos, custos ocultos em transações financeiras e a miríade quase infinita de tributos que aparece em todos os pontos da cadeia de consumo são apenas alguns dentre os varios fatores que afetam a complexidade afastada pela simplificação, e que impedem a percepção do juros negativo real.

A SELIC é a taxa de juros base usada para lastrear quanto custa pegar dinheiro emprestado, e também a base para estimar a inflação futura, esta relação será estreitada nos tópicos seguintes.

Dos Investimentos

Buscando a simplificação podemos dividir os possíveis investimentos, em três grandes grupos de seguradores base, aqueles que garantem que seu investimento irá retornar o que foi prometido.

O estado, que produz uma série de garantias e a elas atribui valor, onde você empresta seu dinheiro e espera um retorno determinado após dado tempo. Pela capacidade de se impor sobre os agentes do mercado, tendem a ser considerados seguros, quando comparado aos outros tipos, não estando imunes à problemas como escandâlos políticos ou influencia de outros países além bem como outros fatores.

Os bancos, que possuem alta capacidade de negociação e técnicas de propaganda, visam lucros, que por sua vez também é motivo de ressalvas em vistas de complexidades técnicas, onde contratos complexos raramente dispõe de igualdade entre as partes, possui relativa segurança pois são agentes de alto poder mercadológico, podem ter lastro em ações do primeiro, de forma semelhante expõe seus investidores às mesmas dificuldades destes acrescidas aquelas de sua própria admnistração e relações.

Bolsa de valores, totalmente especulativo, deixando o menor sempre sujeito ao maior, plausível de ser surfado por espíritos mais audázes, mas sem o conhecimento técnico adequado, ou mesmo com este, no momento errado, se torna tão eficiente quanto tentar enriquecer com um esquema ponzi, a história deixa vasta a quantidade de vezes em que as pessoas literalmente pularam pela janela por riscos afiançados em esperança, que quando concretizados em prejuízo roubam a sanidade de seus investidores.

Existem ainda os imóveis e a poupança, o primeiro restrito à quem possa ter terras, e sujeito à infinidade de fatores que envolvem construir e vender ou alugar um imóvel, sendo seguramente forma de alavancagem para algumas pessoas mas longe da realidade do cidadão comum ou de rendimentos fora da curva, e o segundo sendo uma instituição moderna completamente falida, sem nenhuma margem real de ganho, fisgando apenas encautos presos à moldes de décadas atrás.

O terceiro agente

Agora que desprendemos as formas de investir o dinheiro, e o conceito de juros real, temos o terceiro agente de nossa equação, a inflação, esta é a medida de quanto o custo de um determinado item aumenta em relação ao tempo.

Hoje ela é mensurada oficialmente pelo IPCA, que considera uma gama de itens sem relevância à quem escrevo, e é onde existe a maquiagem sombria que impede o cidadão comum de ver a realidade.

Por exemplo a Energia Elétrica teve um aumento de 10% em de julho/2023 a julho/2024, enquanto os Pacotes de Viagem obtiveram uma queda de -7% no mesmo período.

Dentro do IPCA o peso no valor de ambos é o mesmo, porém na realidade são mais de 80 milhões de habitações pagando Energia Elétrica, em face de 20 milhões de indivíduos viajando, exterdemos este paralelo, do arroz ao porshe permite imaginarmos como é discrepante a realidade entre o que de fato influencia no dia-a-dia da maioria, do que é usado para inflar um indicador e apresentar uma taxa de juros positiva.

O exemplo não busca dizer que viagens turísticas oneram a energia (ainda que o seja), mas sim de como a mistura no aumento de preço entre itens restritos à menos pessoas impactam a maior parte das pessoas (e a expectativa de lucro de ambos), devido à uma forma de cálculo ignóbil de nosso estado.

Os Juros: Ligandos os pontos

O Juros real é medido pela SELIC, o que realmente importa é o “juros real”: quanto você ganha de verdade depois que desconta a inflação. Se a Selic está em 13%, mas a inflação foi 6%, seu ganho real é só 7%. Se a inflação subir e a Selic ficar parecida, o seu dinheiro praticamente não cresce, ou até perde valor.

A IPCA é o único dado tangível que influência a SELIC, conforme percebe-se que a inflação dispara pelo IPCA, corrige-se quanto deve-se pagar por pegar o dinheiro emprestado de alguém, no caso de investimentos, por emprestar seu dinheiro, os outros fatores que influenciam nesta conta são geopolíticos, demandam análise abstrata e são passivos da vontade do gestor do banco central e articulações políticas, se a atividade econômica vai mal ou não, se determinado negócio entre países é bom ou não por exemplo.

Mas não há futurologia ou achismo quando eu afirmo estarmos em um regime de juros negativo velado, uso este termo para afirmar a deterioração do poder de compra em relação ao investimento, agora trarei uma visão analítica sobre os modelos de investimento que citei, bem como de como a inflação e a taxa de juros se relacionam ao ganhos, ou ausência destes, usarei os dados já consolidados de 2023, e 2024.

  • Inflação (IPCA):
  • 2023: 5,6%
  • 2024: 4,5%
  • Taxa Selic:
  • 2023: 13,75%
  • 2024: 10,75%

O objetivo é investir, e superar a inflação com o juros que você conseguir receber, vejamos isto nos investimentos já apresentados anteriormente.

Se tivermos um dado investimento financiado pelo estado temos que a inflação aumentou os preços em 5,6% e 4,5% mas meu juros rendeu 13,75% e 10,75% eu tive lucros de 8,15% em 2023 e 6,25% em 2024.

O que emprestei, aumentou de tamanho, de tal ponto que o aumento do preço das coisas, não será sentido no meu bolso em suma — o que investi retornou positivo.

Mas ainda teriamos 15 a 20% em imposto de renda e custódia, nos dando um valor final mais próximo em 4%, ainda positivo.

Caso fosse para um investimento privado, lastreado no banco, teriamos um retorno abaixo da taxa de juros, orbitando 8 a 11% ao ano, que deduzidos da inflação e custos operacionais nos resultariam em um aumento de 1,5% a 3% após um ano de investimento.

A poupança por sua vez é isenta de impostos e tributações, mas seu rendimento é de 6,17% ao ano, que descontada a inflação nos tratia algo em torno de 1% ao ano, observe que em todos os cenários terminamos com dada vantagem financeira, esse é o argumento de venda em todas as hipóteses mencionadas, em todos os investimentos é a conclusão que nos faz decidir e crer que de fato há vantagem.

Finalmente os mais arriscados, como bolsas e imóveis.

Operar em valores na bolsa exige forte conhecimento técnico ou muita fé na instituição que opera seu dinheiro, a vantagem é a volatilidade, você consegue pegar de volta o que investiu mais rapido, pois os investimentos de bancos e estatais tendem a ter contratos em longo prazo, ano(s), os investimentos de capital em bolsas acabam mais restritos à quem possui capacidade técnica e autogestão, também exigem uma captalização superior aos outros citados, enquanto em CDB e rendimentos privados você consegue começar com R$100, na bolsa, para um aporte relevante, alguns milhares são o mínimo, e os imóveis por sua natureza, restritos à quem possui maior capacidade de investimento econominco, mas em ambos os casos não haverão rendimentos finais, deduzidos da inflação superiores a 6%, não de forma sólida, replicável e segura.

Haverão os que lucrem 20% ao ano na bolsa ou com imóveis, mas estes estão submetidos à força dos agentes, estatais ou as baleias economicas, e são golpes de sorte em um mar de azarados.

Em suma, temos de 1% a 6% como uma média sólida de proventos do investimento.

Então temos um juros positivo de 1% a 6%.

Porém, quando submetemos ao prisma que compõe a inflação real, não o fantasioso termo IPCA usado pelo governo, esse positivsmo perecerá.

O Lucro da Faixa de Renda

Os dados são obscuros, mas hoje estima-se que pouco mais de 40% dos brasileiros investe alguma parte de seus ganhos, sendo a maior parte com aportes inferiores à R$5.000 anual.

Usemos então R$5000 como base, e o melhor cenário possível de rendimento de 6%, R$300 reais em 12 meses, R$25 por mês.

Se seu gasto mensal de gasolina é de R$100, e esta teve uma inflação média de 10% em 2024, do seu lucro restam R$15, apenas para a gasolina, agora imaginemos o Café que teve quase 40% de alta, e todos os outros itens que compõe o dia-a-dia de uma pessoa comum.

Temos então o juros negativo real, específico à cada item, quando comparaoms os investimentos à nosso padrão de vida, apesar de difícil, não é factível que o governo, não disponha de ferramentas para mapear e subdividir esses espectros, nos permitindo compreender, quão claro seria, e por sua vez, quanta seriedade e possibilidade de atrair novos investimentos não haveria, se o país determinasse que a faixa de renda X, possui uma inflação real de Y, afastando os investimentos tradicionais, a economia seria aquecida tal qual é forçada nos países desenvolvidos, pois o investidor entenderia, que se capacitar e produzir é mais válido que sentar no dinheiro enquanto os ratos o corroem, até mesmo o jovem sonhador compra CDI’s do vendedor de curso entenderia que mais vale aprender uma profissão que acreditar que em 60 anos o seu ganho será suficiente para sua aposentadoria privada.

Ainda que passagens aéreas e pacotes turísticos tenham caido 15% em média, se você não foi ver o Mickey, não será impactado pela vantagem da queda, mas está será contabilizada no IPCA, e reduzirá sua margem de ganho aos 6% total, pois reduzirá o IPCA, e consequentemente o juros à receber.

Quanto maior a renda aportada, maior a segurança, quem coloca 5 milhões não sente o impacto do café do mês seguinte, como quem coloca 5 mil, mas da mesma forma seu ganho de 300.000 pode ser menos que o imposto de um veículo, ou qualquer outra despesa que seja factível á sua realidade, tal qual é o café para seu correlato de diferente renda.

O cenário é claro: mesmo o melhor rendimento tradicional na melhor das hipóteses possíveis, de 6% ao ano, não consegue proteger seu patrimônio contra a inflação real que você sente no dia a dia. Itens essenciais sobem muito mais rápido do que esses ganhos, enquanto quedas em bens de luxo, irrelevantes para a maior parte da população, mascaram essa realidade nos índices oficiais, e não estando todos os bens de luxo neste mesmo cenário de queda, alguns whiskys importados subiram 30% no recorte que mencionei, bem como a Cenoura caiu 7%, a média de algo que é singular demonstra a incapacidade técnica estatal, que aplica modelos estatísticos antiquados, e ignora ferramentas como big data e aprendizado de máquina em suas aplicações realistas.

Essa discrepância cria um falso senso de segurança e faz você acreditar que está ganhando, quando na verdade seu poder de compra está estagnado ou até diminuindo. O estado é seu sócio, e não permitir uma análise realista é a base que firma essa sociedade, salvo se houver patriotismo que faria policarpio quaresma parecer um traídor da patria dentro de você, deve repensar a sua participação neste sistema de lucros, que financiam o partido em gestão e não a nação de fato, além de onerar seu futuro.

Econtramos então nosso juros real negativo, que só aparece quando aplicamos a realidade de rendimento à um item específico ou um indivíduo, o que é um trabalho hérculeo pois não há indexixação fixa por parte do estado, onde podemos consultar e perceber este valor sobre os itens ou sobre as pessoas, uma obsolecência muito funcional e útil, somos enganados com manobras matemáticas à acreditar que hoje, o rendimento é na verdade, a cobrança de custódia que os países mais desenvolvidos ofertam, sem a estabilidade estatal destes, somos cobrados para tentar lucrar, nós investimentos, acreditando — sem racionalizar se estamos ou não o fazendo — na capacidade de nossos governantes e sua credibilidade.

7. Da conclusão

Participar do Estado, em qualquer instância, é um ato de financiamento coletivo. Independentemente do partido no poder — verde, amarelo, branco ou vermelho — todos acabam financiando, direta ou indiretamente, a gestão vigente. Enquanto isso, o cidadão comum busca investir seu dinheiro acreditando em retorno e lucro, mas o fenômeno dos juros negativos reais na interpretação extensiva que falo, anula essa expectativa, o bolssonarista paga a gestão e escolhas de Lula, é seu corroborador economico, seu financiador, enquanto o lulista financiou o governo de Bolssonaro como seu apoiador economico, ao investir e co-participar pagando o juros negativo, ainda que por ignorância, mas hoje a luz da ciência que caiba a informação, eu convido à ambos repensarem se é isto que querem, e agora com o conhecimento na busca de outras formas de proteger seu patrimônio, e não projetar o que não acredita.

Quando os juros reais são negativos, não há espaço para ganho financeiro legítimo. Apenas uma matemática clara e robusta pode revelar essa realidade, que é frequentemente obscurecida por dados oficiais enviesados.

9. As Saídas

Na minha opnião existem apenas três forças que se sustentam frente à voracidade estatal em nos emparelhar como burros de carga em seu moinho, o investimento em sí mesmo, buscando a capacitação intelectual e prática para remuneração real e investimento real em países onde haja juros positivo, ou no Brasil, conforme sua capacidade.

Cobrar de nossos governantes mais ciência e menos achismo em todas as esferas da gestão pública, se seu candidato, não informa técnicamente, não possui documentos claros de como ele vai atuar sobre as questões que te importam, como saber se algo é real ou não, — confesso que soa em demasia como romantismo na esperança humana — pois a democracia é o modelo atual vigente.

O investimento em bitcoin — criptos são golpes e diferem-se do bitcoin — possui a capacidade técnica da preservação de valor, pois o ambiente Web3, com a devida instrução permite o pleno isolamento do seu investimento, para que não seja depreciado em correlação à decisões estatais, e que tem se mostrado na ultima década, uma das mais rentáveis formas de rendimento a longo prazo, sendo uma proteção inalcançável, ainda que hoje, manchada pelos escandâlos de piramideiros e distante deivdo á complexidade técnica para muitos.

Nestas condições seria melhor plantar feijão em 300m² de terra, e conseguir assim os R$600 ou até mais ao final de 12 meses, pois o preço deste sobe vertiginosamente.

Ademais, a moradia continua em um país sem perspectiva de mudança política, demanda hérculea afeição nacionalista, e total desprezo com seus entes queridos e gerações futuras, a menos que seu intento seja se tornar um novo mártir social e mudar o país, a busca por uma economia mais estável poderá permitir dias de vida decentes, e investimentos mais dignos.

A menos é claro que corrobore com os governos que temos, mas neste caso, este texto não é para você.


메타데이터
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