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Presidenciais

Candidatura independente. Com ou sem o apoio do PS, Seguro será sempre independente de interesses partidários. Com liberdade, sem amarras…

José M Gomes Evangelista · 2025-07-02 18:44 · 1 claps · 3.0 min read
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Presidenciais

Candidatura independente. Com ou sem o apoio do PS, Seguro será sempre independente de interesses partidários. Com liberdade, sem amarras aos interesses que não sejam os interesses de Portugal e dos portugueses.

Augusto Santos Silva (ASS) não é candidato à Presidência da República (PR).

ASS diz que a melhor será uma candidatura independente da sociedade civil. Com “muitos apoios de pessoas valiosas”, a sua candidatura não seria suficientemente abrangente para ser suficientemente forte. A condição necessária para o aparecimento dessa candidatura independente era a sua saída, o que faz, para abrir esse espaço.

(Sampaio da Nóvoa?)

De António José Seguro, Augusto Santos Silva (ASS) já disse que “não tem os requisitos mínimos, ficando-se por banalidades”, e Mariana Vieira da Silva secundou-o dizendo que “não tem as qualidades, o reconhecimento e aquilo que o PS agora precisava de ter para apresentar ao país”.

(outros, estrategicamente, para não correrem o risco de perder oportunidades, embora lhes apeteça dizer o mesmo, calam-se; não que assim pensem, nunca apresentaram argumentos para essa avaliação, mas sim porque, a favor de Costa, é preciso continuar a hostilizar Seguro, a excluir Seguro, a afastar Seguro)

Hoje, ASS diz que “aș candidaturas já anunciadas não cumprem as condições para que um vasto campo social e político possa ser visto representado nas próximas eleições para a PR e para que os temas a serem discutidos possam ser discutidos”.

Para ASS, o PR deverá ter qualidades que permitam (1) ser árbitro, moderador, neste contexto de instabilidade em que vivemos, (2) assegurar bem a representação externa de Portugal, neste contexto difícil da geopolítica internacional e (3) defender a democracia portuguesa e o estado de direito.

Ele tem essas qualidades, Seguro não.

(sem apresentar um único argumento que o justifique)

Melhor, para ASS, será uma candidatura independente, ou a melhor forma de tentar prejudicar Seguro? Acredito que tudo estará a ser bem tratado por ASS. Uma utilização menos digna das Presidenciais? A política no grau zero? Alegadamente. Não tenho provas. A liberdade permite. Ainda bem. O Povo fará a sua avaliação.

Carlos Zorrinho fez, há pouco, no seu Facebook, a seguinte publicação:

“Santos Silva exclui-se da candidatura presidencial. Ato de lucidez. Ao mesmo tempo quer excluir o PS do processo, propondo um candidato independente. Quem tem a possibilidade de apoiar um candidato que foi Secretário Geral do Partido e que colhe apoios muito para além dele, não precisa de procurar fora. A escolha é óbvia. O PS não deve ter mais uma falta de comparência nas Presidenciais. Apoiar António José Seguro é o opção óbvia do PS e dos progressistas do centro e da esquerda democrática.”

Ato de resignação, diria eu. Mas não total.

Francisco Assis, numa lúcida e corajosa entrevista ao podcast da Antena 1, refere que, o PS e Costa, ao dizer que a austeridade tinha acabado, geriu o poder e mentiu aos portugueses, o que fez foi alterar a natureza da austeridade, reduziu brutalmente o investimento público e hoje pagamos por isso. Sobre as presidenciais, com Gouveia e Melo a descer todos os dias, acredita numa segunda volta com Seguro e Masques Mendes, com a vitória de Seguro. Disse Francisco Assis que

“…o candidato que os socialistas querem é António José Seguro (AJS). Não tenho a mais pequena dúvida que o PS, quando tiver de tomar uma posição, vai apoiar AJS. O AJS é um grande candidato. O que mais me custa é que algumas pessoas… acho repugnante, até… tentem desvalorizá-lo. Estou convencido que vai ser o próximo PR.”

(socialistas de Costa há que nunca votarão em Seguro, tudo menos isso; vá lá saber-se porquê)

António José Seguro, com responsabilidade, com seriedade, com ética, com competência, segue o seu caminho. A acreditar numa sociedade mais justa e igualitária, mas dentro de um sistema democrático e com respeito pelas liberdades individuais. Pela redistribuição de riqueza, o fortalecimento dos serviços públicos e a proteção dos trabalhadores. Pelos valores da democracia liberal, liberdade de expressão e pluralismo político.

Candidatura independente. Com ou sem o apoio do PS, Seguro será sempre independente de interesses partidários. Com liberdade, sem amarras aos interesses que não sejam os interesses de Portugal e dos portugueses.

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