ESQUEMA DE ESTUDO — 3 READINGS + PRATICAS PEDAGÓGICAS
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS EM PORTUGUÊS E INGLES (Aprendizagem e Docência) Aula 02: 24/02/2026 Prof: ______ Estudante: _______ Curso: Letras…
ESQUEMA DE ESTUDO — 3 READINGS + PRATICAS PEDAGÓGICAS

Lousinha só pra ter imagem no artigo rsrsrs
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS EM PORTUGUÊS E INGLES (Aprendizagem e Docência) Aula 02: 24/02/2026 Prof: __ Estudante: ___ Curso: Letras (Português e Ingles) Período: 7º Semestre Instituição: Centro Universitário de Fernandópolis (UNIFEF)
AULA 1 abaixo
GRAMÁTICA INDUTIVA E DEDUTIVA — -> Olhar depois (dedutiva é tradicional)
ENSINO HUMANIZADO E TRADICIONAL →Olhar depois (humanizada é indutiva) (ou comunicativa)
AULA 2 agora
AQUISIÇÃO X APRENDIZAGEM
APRENDIZAGEM → Inferir os estudantes às questões e as respostas delas, levá-los, guiá-los ou ajudá-los a raciocinando e pensando, chegar na resposta; em vez de apenas dar a resposta.
Levar o aluno à // Conduzir o aluno a
AQUISIÇÃO (de conhecimento) → Em vez de valorizar o raciocínio (do estudante) e guiá-lo até a resposta, a aquisição TRAZ a resposta logo de cara, esquematizada e já pronta, sem ainferência ou intuição do estudanste fazer parte do proesso. Ele só recebe o conhecimento mastigado, e em vez de aprender num processo, ele tem que DECORAR. Basicamente, é decoreba.
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Aspas importantes da professora: Não importa se você usa música, game, filminho ou etc (recursos semióticos ou pedagógicos diferenciados) o que vai definir se a sua abordagem é tradicional ou humanista, é se no começo (ou do começo ao fim) a sua explicação é expositiva, ou se ela é condutiva do começo ao fim (ou no grosso). É isso que por raiz, define se é careta ou humanizada.
Uma aula expositiva com game no final, é só uma aula tradicional com recursos semióticos ditos como “modernos”. É um verniz de alternatividade.
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Para refletir: Se eu tenho um material (imposto ou selecionado) tradicional, a ((minha)) aula será obrigatoriamente tradicional?
Sim ou não?
É possível?
Se sim, como transformar um material imposto tradicional em uma aula comunicativa?
Existem paradoxos e contradições nessa tentativa? (debate do trio)
SPOILERS AULA 3 — Ainda no lance de indutiva e dedutiva
— -> Semelhanças e diferenças entre (conceitos dos) 2 textos sobre GRAMÁTICA INDUTIVA E GRAMÁTICA DEDUTIVA
Apostila: Questão 29, 30, 28
VOLTANDO A AULA 2….
E INTRODUZINDO A 3….
- Como resolver a questão → Técnicas
Estratégias de leitura
LEITURA 1- (Primeira ou leitura zero) Skimming → Remonta a metáfora estadunidense do termo que se remete a olhar só a superfície/topo do frapuccino, e a partir daquilo, decidir se vai tomar ou não
Então vamos assim… Antes de vc ler uma matéria Ou mesmo antes de vc decidir SE VAI LER OU NÃO
O que você olha primeiro → Photos (FOTOS) // name/title (FAMOSA MANCHETE) // palavras-chave (cognatos)
é como se você tivesse com pressa, mas curioso; batesse o olho, olhasse esses três e decidisse
“ah, é disso que tá falando” ou “ah, a matéria defende maisoumenos essa visão”
MASSSS MASSSS
Vc tem → Apenas o subject (MAIN IDEIA)
e o resto preenche com o BACKGROUND → Contexto prévio
O que a sua leitura batida não te oferece, o conhecimento prévio trata de preencher É útil, só é preciso tomar cuidado pra não tirar conclusões do KUR
LEITURA 2 — (Segunda leitura ou Primeira leitura qualificada) Scanning
É um pouco mais completa que a primeira leitura e é feita uma leitura completa Não há tanta dedução
Mas não há uma leitura hiperrebuscada, um debate aprofundado e tangenciado, uma “constelação interpretativa”, mas há uma leitura qualificada o suficiente pra te introduzir de levinho a visões novas, (ou pelo menos ao conhecimento de que elas existem)
Esquema →
Esquematizar perguntas
Responder essas perguntas →
À partir da leitura com “completa” “escaneada”, quase com lupa, (mas sem olhar pro ceu) obter essas respostas
3º LEITURA → Detailed Reading or Close Reading
Quando tem todo o resto, e já foi passado pelas outras duas leituras pra leitura de vestibular, ou de concurso, não precisa chegar nessa é quando o debate se aprofunda, quando vc passa pelo
Se diferencia da leitura superficial e da leitura seletiva
Utilizada em materiais complexos, como: textos acadêmicos, relatórios, contratos, editais, ETC. Leitura atenta e lenta (palavra por palavra)
Envolve reeleituras captar: detalhes específicos, evidências e nuances.
Em obras específicas, releituras ou diferentes interpretações podem ser obtidas e discutidas
Técnicas: Consulta de vocabulário, fazer anotações, conexões, abrir setas, diagramas, grifar, reler algumas vezes, destacar informações, termos e argumentos importantes
Distinguir fatos de opiniões e reconhecer evidências
Distinguir pressupostos de subentendidos
fonte: Resumo do Gemini à partir do dicionário oxford
CURIOSIDADES
— A teoria das três leituras, principalmente o close reading, está compreendida na BNCC, porém, existe há mais tempo do que ela
— Recentemente (não sei quando direito), o close reading foi incluído nos Padrões Comuns Básicos para a Educação Básica (K-12) na gringolândia.
CLOSE READING NA LITERATURA E POESIA →
Citação COMMOM CORE: “Evidências textuais específicas” para “apoiar as conclusões extraídas do texto”
“Ao escrever ou falar, cite evidências textuais específicas para fundamentar as conclusões extraídas do texto”
Ou seja, trata-se de matutar cada trecho do texto, separar os mais importantes, e através deles, e de como os próximos se conversam com os anteriores, produzir leituras. E defendê-las com trechos específicos do texto”
ESSA É UMA DEFINIÇÃO BÁSICA DE CLOSE READING
ELA NADA MAIS QUE É DO QUE UM MODO DE ANÁLISE.
UMMMM
ENTRE MUITOS MODOS POSSÍVEIS, MUITOS DOS QUAIS PODEM SER USADOS EM CONJUNTO,
que pode inclusive, se combinados, levar o leitor além da compreensão do texto, para a interpretação rebuscada.
COMPREENSÃO =/= INTERPRETAÇÃO (diferente)
CLOSE READING → Serve pra
— -> Descobrir e explorar as ideologias subjacentes a um texto “”Underlying ideologies””
Ideias embutidas no texto
visões de mundo
Lembrando que, arte é feita com contradição e ambiguidade
e não existem uma quantidade infinita de interpretações, mas uma grande gama delas.
também vale lembrar que a parte estética e sensível muitas vezes pode dizer algo diferente do roteiro
E que embora exista a armadilha semiótica, o autor não tem controle pra decidir qual é a interpretação certa. Ou mesmo dizer que quem sentiu, recebeu e leu uma obra de maneira diferente da intenção do autor, ou da maioria do público, possa ser chamada de burra.
Videos sobre o assunto:
https://www.youtube.com/watch?v=zx-TWt49c-I https://www.youtube.com/watch?v=kYINwG7l17s https://www.youtube.com/watch?v=fjEZG550DrA&t=1909s https://www.youtube.com/watch?v=8SeumNE0tak&t=1132s https://www.youtube.com/watch?v=jlKvoq3C0dw https://www.youtube.com/watch?v=CP1Kbryh3SE&t=300s https://www.youtube.com/watch?v=JBkcFVXt74Q https://www.youtube.com/watch?v=JQbajTN9TY4&t=841s https://www.youtube.com/watch?v=bVqX024ZaTM&t=492s https://www.youtube.com/watch?v=t5ym6pGc3XI&t=7s https://www.youtube.com/watch?v=nlksxQoRi0I&t=25s
TÉCNICA DE ENSINO /// ASSOCIAR MARGINALIAS
COM 3 LEITURAS READING
Método de estudo: Marginália (técnica de leitura ativa e crítica)
Começar a aula com uma das próprias técnicas do método: usando o nome do método e jogando perguntas pra eles de intuição e adivinhação através das técnicas e conhecimentos de etimologia aplicado nas aulas anteriores
Pressuposto
Subentendido
Leitura Passiva Leitura Ativa Leitura Crítica
Discutir sobre intencionalidade da obra e intencionalidade do autor (importa mesmo?)
interpretação de texto (crítica) como a produção de uma constelação
TEXTO EM DOCX DISPONÍVEL NO LINK
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