Ameaça a um clique: a epidemia silenciosa da violência digital contra mulheres no ambiente…
por Augusto Braga e Gabriel Gross
Ameaça a um clique: a epidemia silenciosa da violência digital contra mulheres no ambiente acadêmico brasileiro
por Augusto Braga e Gabriel Gross

Uma em cada dez jovens brasileiras sofreu violência digital entre 2024 e 2025 — Foto: Magnific
Em **março de 2026, o Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)**, em Porto Alegre, tornou-se o epicentro de uma investigação que chocou a comunidade escolar e acendeu um alerta em todo o país após um caso que expôs, em sua forma mais crua, a vulnerabilidade de adolescentes e acadêmicos diante das novas ferramentas de manipulação digital.
Estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental teriam utilizado inteligência artificial para manipular fotos de colegas, transformando-as em conteúdo pornográfico, os chamados deepfakes. As imagens adulteradas passaram a circular na internet, e o caso chegou ao conhecimento da direção da escola no dia 26 de março, quando as próprias alunas procuraram a instituição para relatar o ocorrido. Inicialmente, **duas adolescentes de 14 anos** registraram ocorrência na polícia. Nos dias seguintes, o número de vítimas subiu para quatro, com a inclusão de mais duas estudantes, de 14 e 15 anos.
A Polícia Civil instaurou inquérito na 2ª Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Porto Alegre para apurar possíveis atos infracionais análogos aos crimes de montagem e divulgação de conteúdo de pornografia infanto-juvenil. As investigações apontam a participação de ao menos **três alunos suspeitos** de produzir e divulgar as imagens, que foram afastados das atividades presenciais de forma cautelar.
A universidade informou que “desde o primeiro momento, a direção do Colégio, juntamente com o Núcleo de Orientação Educacional, Serviço Social e Psicologia Escolar, iniciou a escuta das estudantes envolvidas, bem como a apuração dos fatos junto aos alunos mencionados”. Em nota, a UFRGS reafirmou seu compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes e com o combate a todas as formas de violência, inclusive a digital.
O caso gerou forte comoção entre os alunos. No dia **31 de março, estudantes do ensino fundamental e médio organizaram um ato de conscientização no saguão do colégio, vestindo camisetas brancas e exibindo cartazes com frases como “Respeito não é um favor. É um direito**”.
A mobilização espontânea demonstrou a revolta com o ocorrido, mas também a percepção de que a violência digital contra meninas e mulheres não é um fenômeno distante ou abstrato, pois ela acontece dentro dos muros da escola, entre colegas de classe, e com o agravante de ser potencializada por tecnologias de alcance global.
A violência digital em números: um problema global e local
O ambiente virtual tornou-se um vasto campo de violência e insegurança para milhões de mulheres. Segundo a **Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado, uma em cada dez brasileiras com 16 anos ou mais sofreu violência digital entre 2024 e 2025**, o que representa um alarmante contingente de cerca de 8,8 milhões de vítimas no país.
Essa violência, que antes se limitava ao espaço físico, agora invade telas, e-mails e aplicativos de forma avassaladora. De acordo com dados da **SaferNet Brasil, a organização já chegou a registrar um aumento de 1.640% nas denúncias de crimes virtuais em um único ano*. Segundo o mesmo levantamento, as mulheres representam a ampla maioria nos atendimentos: 66% nos casos de vazamento de imagens íntimas e 68% nas ocorrências de ofensas e cyberbullying*.
O fenômeno, contudo, não se restringe ao Brasil. **Dados da Kaspersky indicam que 52% dos latino-americanos já foram vítimas ou suspeitam ter sido vítimas de alguma forma de assédio digital, sendo que Brasil e México figuram no top 10 mundial de países mais afetados por stalkerware, nome dado aos softwares maliciosos disponíveis comercialmente em lojas de aplicativos sob a aparência de apps de controle parental ou gestão de funcionários. Essa ferramenta, que funciona em segundo plano, permite monitorar desde a localização do dispositivo até mensagens, fotos, histórico de navegação e até mesmo acessar câmera e microfone do smartphone, sem que a vítima perceba. [O relatório da Kaspersky revelou ainda um aumento global de 5,8% no número de pessoas afetadas por esse tipo de software em 2023 em comparação a 2022](https://latam.kaspersky.com/about/press-releases/mas-de-la-mitad-de-los-latinoamericanos-ha-sido-victima-de-alguna-forma-de-acoso-digital-kaspersky)**.
O cenário de desproteção é ainda mais alarmante quando observado em escala global. Segundo dados do Banco Mundial e da **ONU Mulheres, menos de 40% dos países possuem leis efetivas para combater o assédio online, o que deixa 1,8 bilhão de mulheres e meninas — cerca de 44% da população feminina mundial — sem proteção legal adequada. A violência digital se dissemina em velocidade alarmante, impulsionada por inteligência artificial, anonimato e ausência de responsabilização, manifestando-se em todas as partes da internet, desde assédio e perseguição online até doxing, compartilhamento não consensual de imagens, deepfakes e desinformação. Além disso, [estimativas da ONU apontam que mais de 90% dos vídeos íntimos falsos, criados por manipulação de Inteligência Artificial, têm mulheres e meninas como alvo principal](http://onumulheres.org.br/noticias/quase-metade-das-mulheres-e-meninas-mundo-nao-conta-com-protecao-legal-contra-violencia-online/)**.
Para uma advogada de 28 anos que preferiu não se identificar, o pesadelo materializou-se na caixa de entrada do seu e-mail acadêmico. Durante a faculdade, após o término do relacionamento em 2023, o ex-namorado e colega de classe passou a chantageá-la: “Eu bloqueei ele em todas as redes sociais para tentar ter paz, mas ele usou o e-mail da faculdade para mandar mensagens dizendo que, se eu não desbloqueasse e voltasse a falar com ele, iria expor minhas fotos íntimas para a turma. Foi um término pacífico, sem muitas brigas. Durante o namoro ele nunca se mostrou uma pessoa violenta, fiquei chocada e muito assustada”. Na época, os dois estavam no penúltimo ano de graduação.
“Eu continuei cruzando com ele nos corredores e nas aulas, convivendo com o medo constante de ter minha intimidade exposta a qualquer momento. Cogitei sair do curso faltando pouco pra me formar”, conta.
Para a reportagem, a jovem afirmou não ter tido coragem de tomar providências no momento do ocorrido, mas que hoje faria diferente: “Na época a gente não sabia como proceder. Mesmo sendo estudante de Direito, essas informações não chegavam a nós, e o poder de violência dos homens era bem mais forte do que o nosso poder de proteção”, alega.
O relato da estudante ilustra o que especialistas chamam de “dano secundário”: o pânico provocado pela expectativa da exposição, onde a vítima vive sob o terror constante de que o material circule e destrua sua reputação e saúde mental. O trauma pode levar a crises crônicas de ansiedade, isolamento social e, em casos extremos, ao suicídio. Um *estudo da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e parceiros, publicado no The Lancet Regional Health — Americas***, destaca que fatores contextuais como exposição à violência e desigualdade educacional estão diretamente associados ao aumento da mortalidade por suicídio. Especificamente, a desigualdade educacional foi apontada como o principal fator associado ao aumento do suicídio entre mulheres. A violência digital, ao amplificar o isolamento e o sofrimento psicológico das vítimas, insere-se nesse cenário como um fator de risco adicional que não pode ser ignorado.
O contexto escolar: cyberbullying e a vulnerabilidade das meninas
O caso do Colégio de Aplicação não é um evento isolado. **Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), realizada pelo IBGE e divulgada em março de 2026, revelam que 27,2% dos estudantes brasileiros entre 13 e 17 anos relataram ter vivenciado situações recorrentes de *bullying*, um aumento de 4,2 pontos percentuais desde 2019. A pesquisa mostra ainda que meninas são os alvos mais frequentes**. A aparência do rosto, do cabelo e do corpo, além da raça, são as principais causas apontadas.
O Brasil aprovou em 2024 uma lei que criminaliza o bullying, com multa para quem o praticar, e o cyberbullying foi incluído na norma, com pena de dois a quatro anos de prisão. Escolas e famílias são cada vez mais processadas na Justiça por casos de bullying ou racismo em estabelecimentos de ensino. As ações nos tribunais que envolvem bullying cresceram mais de cem vezes entre 2020 e 2025 em todo o país.
A vulnerabilidade de crianças e adolescentes no ambiente digital é ainda mais profunda do que se imagina. “Não se trata apenas de abuso sexual: há episódios de tortura psicológica, violência extrema e manipulação emocional severa, práticas que demonstram o nível de crueldade e sofisticação desses criminosos, que, em único clique, podem apagar provas, cruzar fronteiras e multiplicar vítimas”, analisa o promotor de Justiça Octávio Paulo Neto. O abuso sexual infantil online, o aliciamento por meio de jogos, a comercialização de conteúdo abusivo, a indução à automutilação e a radicalização juvenil compõem um cenário de profunda vulnerabilidade. “Soma-se a isso o fenômeno crescente da adultização, que expõe meninas a uma sexualização precoce e a novas formas de exploração cada vez mais sofisticadas e violentas”, esclarece.
O arcabouço legal: avanços e desafios
Apesar dos graves desafios, a legislação brasileira tem avançado para responsabilizar os agressores e tirar a internet do limbo jurídico. Conforme o **Código Penal brasileiro, a divulgação não consentida de imagens íntimas é crime com pena de um a cinco anos de reclusão, amparada pela Lei 13.718/2018**. A montagem em fotografia, vídeo, áudio ou qualquer outro registro com o fim de incluir pessoa em cena de caráter íntimo tem pena de detenção de seis meses a um ano. A imputação de fatos inverídicos pode ser enquadrada nos crimes de calúnia, difamação ou injúria.
*A prática de perseguição obsessiva (stalking*), presencial ou virtual, também foi criminalizada pela Lei 14.132/2021*, com pena de até dois anos de reclusão, que pode chegar a três anos se a perseguição for contra mulher “por razões da condição de sexo feminino”*. A Lei Maria da Penha e o Marco Civil da Internet também preveem punições para agressores e responsabilização das plataformas.
Para agravar o cerco contra a impunidade, especialmente envolvendo jovens, o novo **Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital — Lei 15.211/25)*, que entra em vigor em 2026, colocará sanções diretas às grandes plataformas de tecnologia, as chamadas big techs, para que removam conteúdos prejudiciais rapidamente. Organizado em 16 capítulos e cerca de 41 artigos, o texto impõe obrigações às plataformas de conteúdos, tais como verificação de idade, oferta de ferramentas para o controle dos pais ou responsáveis e a remoção rápida de conteúdos prejudiciais. “O ECA Digital surge como marco regulatório e não apenas uma atualização do ECA para a era da internet. A intenção é assegurar, para crianças e adolescentes, ambiente online mais seguro, com menos exposição a conteúdos impróprios”*, defende o especialista.
O **Guia Lilás*, lançado pela Controladoria-Geral da União (CGU), também oferece orientações para a prevenção e o tratamento de casos de assédio moral, sexual e discriminação no governo federal. O documento inclui uma matriz de avaliação da violência, que serve como ferramenta para ouvidorias, redes de acolhimento e corregedorias analisarem os casos, além de abordar a mediação de conflitos e a condução de “conversas difíceis”*.
Como proceder em caso de violência digital
**A violência digital contra a mulher é crime**, e as vítimas podem e devem denunciar. O que muitas vítimas não sabem é que várias condutas nas redes já são consideradas crimes no Brasil. Uma cartilha sobre violência digital, lançada pelo Supremo Tribunal Federal, traz orientações para vítimas:
- Guarde provas: Salve prints (capturas de tela), links e registros de conversas que mostrem claramente as ameaças, datas, horários e os perfis envolvidos.
- Acione a plataforma: Reporte a publicação utilizando as ferramentas de denúncia da própria rede social para que o conteúdo seja removido.
- Busque as autoridades: Com as provas documentadas, registre um Boletim de Ocorrência em qualquer delegacia. No Rio Grande do Sul, a **Delegacia de Polícia Online da Mulher** oferece um canal direto com a Polícia Civil para registro de ocorrências, sem a necessidade de ir até uma delegacia.
- Peça ajuda no 180: Para receber acolhimento, orientação psicológica e jurídica de forma gratuita e confidencial, ligue para a Central de Atendimento à Mulher.
- Utilize o Fala.BR: A plataforma integrada de ouvidoria e acesso à informação do governo federal permite o **registro de denúncias de assédio e discriminação**.
Prevenção: a principal defesa
A prevenção é a principal defesa contra a violência digital. Especialistas recomendam usar senhas fortes, ativar a verificação em duas etapas e auditar constantemente as configurações de privacidade das redes sociais. Caso a vítima decida compartilhar imagens íntimas, a principal estratégia de redução de danos é não enquadrar o rosto ou tatuagens e dar preferência a aplicativos de mensagens com criptografia.
Para se proteger especificamente contra stalkerware, **a Kaspersky recomenda: bloquear a tela do telefone com uma senha complexa e não compartilhá-la com ninguém; revisar regularmente os aplicativos instalados e eliminar os que não são mais usados; desabilitar a instalação de aplicativos de terceiros em dispositivos Android; utilizar proteção de cibersegurança no celular; e nunca deixar o telefone sem supervisão. [Cinco sinais podem indicar a presença de *stalkerware](https://latam.kaspersky.com/about/press-releases/mas-de-la-mitad-de-los-latinoamericanos-ha-sido-victima-de-alguna-forma-de-acoso-digital-kaspersky)*: aumento no uso de dados móveis; bateria com duração deficiente ou descarregando rapidamente; aplicativos desconhecidos no dispositivo; ruídos de fundo suspeitos durante chamadas; e outras pessoas conhecendo informações privadas que deveriam ser sigilosas. Caso a vítima descubra a presença de stalkerware, é fundamental não removê-lo imediatamente**, pois o agressor saberá que foi desabilitado e isso pode colocar a vítima em situação de risco. O recomendado é buscar ajuda por meio de um dispositivo diferente, limitar o uso do equipamento e documentar a violação.
Romper o silêncio e acionar as redes de apoio são as armas mais eficientes para barrar a impunidade. O caso do Colégio de Aplicação da UFRGS escancara uma realidade que não pode mais ser ignorada: a violência digital contra meninas e mulheres no ambiente acadêmico é uma epidemia violenta que exige ação coordenada de escolas, famílias, poder público e plataformas digitais. A tecnologia avançou mais rápido do que a capacidade de protegê-las, mas a conscientização e a coragem de denunciar podem equilibrar essa balança.
REFERÊNCIAS:
21 dias de ativismo: combate à violência on-line contra meninas é reforçado com ECA Digital. Brasília: Conselho Nacional de Justiça (CNJ), 2026. Disponível em: https://www.cnj.jus.br/21-dias-de-ativismo-combate-a-violencia-on-line-contra-meninas-e-reforcado-com-eca-digital/.
Bullying cresce nas escolas brasileiras e afeta mais as meninas, aponta IBGE. Porto Alegre: GZH, mar. 2026. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao/educacao-basica/noticia/2026/03/bullying-cresce-nas-escolas-brasileiras-e-afeta-mais-as-meninas-aponta-ibge-cmn6czur601400157drw98220.html.
Cresce número de alunas que relatam manipulação de imagens no Colégio de Aplicação da UFRGS. Porto Alegre: GZH, abr. 2026. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao/noticia/2026/04/cresce-numero-de-alunas-que-relatam-manipulacao-de-imagens-no-colegio-de-aplicacao-da-ufrgs-cmnp39nlz00r20157hv38ka8b.html.
DELEGACIA ONLINE DA MULHER. Porto Alegre: Polícia Civil do Rio Grande do Sul. Disponível em: https://www.delegaciaonline.rs.gov.br/dol/#!/delegaciadamulher/main.
Estudantes são suspensos após relatos de manipulação de imagens de colegas no Colégio de Aplicação da UFRGS. Porto Alegre: GZH, mar. 2026. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao/noticia/2026/03/estudantes-sao-suspensos-apos-relatos-de-manipulacao-de-imagens-de-colegas-no-colegio-de-aplicacao-da-ufrgs-cmndl43op009h013mij7x5359.html.
FALA.BR — Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação. Brasília: Controladoria-Geral da União (CGU). Disponível em: https://falabr.cgu.gov.br/web/dadosabertoslai.
FASCÍCULO: violência cibernética contra as mulheres. Brasília: Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Disponível em: https://www.gov.br/gsi/pt-br/seguranca-da-informacao-e-cibernetica/fasciculos/fasciculo_violencia_cibernetica_contra_as_mulheres.pdf.
GUIA DE PREVENÇÃO AO ASSÉDIO E DISCRIMINAÇÃO. Brasília: Ministério da Previdência Social, jul. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/previdencia/pt-br/noticias/2023/julho/Guia_prevencao_assedio_discriminacao.pdf.
GUIA LILÁS: orientações para prevenção e enfrentamento ao assédio moral e sexual e à discriminação no Governo Federal. Brasília: Controladoria-Geral da União (CGU), 2024. Disponível em: https://www.gov.br/ouvidorias/pt-br/prevencao-e-enfretamento-assedio-discriminacao/guia-lilas.
Mais da metade dos latino-americanos foi vítima de alguma forma de assédio digital. Kaspersky, 2023. Disponível em: https://latam.kaspersky.com/about/press-releases/mas-de-la-mitad-de-los-latinoamericanos-ha-sido-victima-de-alguna-forma-de-acoso-digital-kaspersky.
Manipulação de imagens com alunas mobiliza investigação e gera protesto em escola de Porto Alegre. Agora no Vale, abr. 2026. Disponível em: https://agoranovale.com.br/noticias/policia/manipulacao-de-imagens-com-alunas-mobiliza-investigacao-e-gera-protesto-em-escola-de-porto-alegre/.
Novo estudo destaca fatores contextuais associados ao suicídio nas Américas. Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), 23 fev. 2023. Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/23-2-2023-novo-estudo-destaca-fatores-contextuais-associados-ao-suicidio-nas-americas.
Polícia Civil abre investigação para apurar suposta manipulação de imagens de estudantes do Colégio de Aplicação da UFRGS. Porto Alegre: GZH, mar. 2026. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/seguranca/noticia/2026/03/policia-civil-abre-investigacao-para-apurar-suposta-manipulacao-de-imagens-de-estudantes-do-colegio-de-aplicacao-da-ufrgs-cmne0aobu00ee013mq8nojppn.html.
Quase metade das mulheres e meninas no mundo não conta com proteção legal contra violência online. ONU Mulheres Brasil, Brasília. Disponível em: http://onumulheres.org.br/noticias/quase-metade-das-mulheres-e-meninas-mundo-nao-conta-com-protecao-legal-contra-violencia-online/.
Violência digital contra mulher também é crime: veja como denunciar. Agência Senado, Brasília, 13 mar. 2026. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/03/13/violencia-digital-contra-mulher-tambem-e-crime-veja-como-denunciar.
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