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Liderança intencional: 5 pilares essenciais para começar já!

Por Ana Paula Garcia Gonçalves, Group Product Manager no Grupo Boticário.

Grupo Boticário in Mulheres de Produto · 2025-11-10 19:14 · 2 claps · 11.0 min read
#produtos #liderança #tecnologia
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Liderança intencional: 5 pilares essenciais para começar já!

#PraGeralVer: Uma mulher sorridente com cabelos castanhos claros e lisos e uma blusa escura é enquadrada em um círculo no lado direito de um plano de fundo azul. O texto branco à esquerda diz “Liderança intencional: 5 pilares essenciais para começar já! Ana Paula Garcia Gonçalves”, com os logotipos do Grupo Boticário e Mulheres de Produto abaixo.

#PraGeralVer: Uma mulher sorridente com cabelos castanhos claros e lisos e uma blusa escura é enquadrada em um círculo no lado direito de um plano de fundo azul. O texto branco à esquerda diz “Liderança intencional: 5 pilares essenciais para começar já! Ana Paula Garcia Gonçalves”, com os logotipos do Grupo Boticário e Mulheres de Produto abaixo.

Por Ana Paula Garcia Gonçalves, Group Product Manager no Grupo Boticário.

Em “What Makes a Leader?”, Daniel Goleman defende que as principais competências para se tornar um líder podem ser aprendidas e estão mais ligadas à inteligência emocional que habilidades técnicas.

Ao longo da minha experiência de mais de 10 anos em liderança mostra que essa jornada não é linear e estruturada. Desta forma, o líder precisa ser protagonista do seu próprio desenvolvimento, evoluindo na missão de lidar com pessoas enquanto equilibra interesses do negócio, já que a formação nem sempre precede a promoção ou é oferecida pela empresa.

Assim como um produto, a liderança deve ser desenvolvida intencionalmente.

Com frequência recebo questionamentos de: “como se preparar para a cadeira de liderança”, a boa notícia é que na cadeira de Product Manager (PM) já é possível colocar em prática uma série de habilidades de liderança que além de impulsionar seu trabalho atual também serão importantes para o próximo passo.

Neste artigo combinarei a teoria de grandes “gurus” e livros que me inspiraram ao longo da carreira com paralelos de liderança na realidade e oportunidades para exercitar e potencializar já na cadeira de Product Manager. Para isso dividi este texto em 5 pilares de liderança:

  1. Visão compartilhada e propósito (Inspirar e guiar)
  2. Pessoas no centro (Desenvolver e empoderar)
  3. Comunicação empática e conectiva (Construir pontes)
  4. Execução com foco em resultados e melhoria contínua (Gerar Impacto)
  5. Autenticidade e coragem (Ser Humano e inspirar)
  6. Visão compartilhada e propósito (Inspirar e guiar)

#PraGeralVer: Imagem que resume tópicos abordados neste pilar. Traz Propósito como um farol para guiar a equipe e principais responsabilidades da liderança de traduzir, comunicar e manter o engajamento em torno dessa visão.

#PraGeralVer: Imagem que resume tópicos abordados neste pilar. Traz Propósito como um farol para guiar a equipe e principais responsabilidades da liderança de traduzir, comunicar e manter o engajamento em torno dessa visão.

Uma visão bem definida e um propósito claro são essenciais para a tomada de decisões, priorização e inspiração da equipe. Funcionam como um farol, guiando através da complexidade e incerteza. A visão é a representação clara e inspiradora do futuro. O propósito é a razão de ser, o “porquê” que motiva e dá significado ao trabalho.

Fazendo o paralelo entre produto e liderança uma boa visão e propósito fazem muita diferença no direcionamento do time e das ações. A visão compartilhada e o propósito são a bússola que orienta a equipe em direção a um objetivo comum.

  • Laszlo Bock -> cita a importância de dar um significado ao trabalho, como primeira dica para transformação da equipe e/ou ambiente de trabalho. Trazendo a reflexão de que normalmente dedicamos pelo menos um terço das nossas vidas no trabalho, é que por isso deve ser mais do que um meio para alcançar um fim.
  • Marty Cagan -> em “Inspirado” diz que a visão de produto deve ser inspiradora e a estratégia deve estar focada e também traz que a liderança inspira e define a direção e a gestão nos ajuda a chegar lá.
  • Simon Sinek -> na sua teoria do Círculo Dourado traz que líderes e empresas inspiradoras comunicam seu propósito (“porquê”) antes de explicar o que fazem (“o quê”) e como o fazem (“como”). Defendendo assim que a ação de inspirar começa com a clareza do porquê.

“Conecte o trabalho a uma ideia ou a um valor que transcenda o dia dia e que reflita com honestidade o que você está fazendo” Laszlo Bock

Como líder, você não receberá a visão e o propósito prontos. É o seu papel a partir do entendimento da visão estratégica da empresa, traduzir e definir visão e o propósito dos seus produtos de forma mais ampla e garantir a comunicação. Isso implica em colaborar com a alta liderança para definir metas e métricas claras e inspiradoras. Sendo o principal disseminador, comunicando a visão para todas as equipes, desde as squads de produto até as áreas parceiras.

Além disso, deve garantir que a visão seja constantemente revisada e adaptada às mudanças do mercado e às necessidades dos clientes. No entanto, é necessário entender que ser o responsável não significa definir sozinho; significa conduzir o processo, estimulando o engajamento e a participação de todos em sua construção.

“A liderança é a capacidade de traduzir visão em realidade.” Warren Bennis

O líder inspira a equipe a acreditar na visão e conecta o trabalho diário ao propósito comum. A comunicação constante da visão é fundamental para manter todos motivados e focados.

Dica: Desenhar uma visão de futuro nem sempre é tarefa fácil. Justamente pois exige uma abstração dos sinais recebidos pela alta liderança, stakeholders (conjunto de pessoas interessadas nas entregas do seu time), clientes, mercado e concorrência. Mas não espere ficar perfeita, vá lapidando, e conforme for embarcando as pessoas e inspirado as equipes elas irão ajudando na construção e na transformação da visão em realidade.

Como Product Manager (PM), coloque em prática: Se a estratégia do produto não está clara, comece entendendo os objetivos da empresa e da área que atua e entenda como time / squad contribui com o todo. Você pode praticar a visão e o propósito ao definir objetivos de produto claros e mensuráveis, baseando-se em pesquisas e análise de dados considerando análise de mercado, necessidades dos usuários e etc para criar uma visão bem estruturada do produto. A comunicação constante da visão também é crucial (em reuniões, documentos, etc.) para manter todos alinhados. O PM deve traduzir a visão em metas e atividades diárias, ajudando a equipe a conectar seu trabalho ao sucesso do produto e celebrando as conquistas para reforçar o propósito.

2. Pessoas no centro (Desenvolver e empoderar)

#PraGeralVer: Imagem que resume tópicos abordados neste pilar. Ilustra que colocar as pessoas no centro significa desenvolvê-las, empoderá-las e valorizar sua diversidade em um ambiente de confiança.

#PraGeralVer: Imagem que resume tópicos abordados neste pilar. Ilustra que colocar as pessoas no centro significa desenvolvê-las, empoderá-las e valorizar sua diversidade em um ambiente de confiança.

Todos já devem ter ouvido a frase de que para liderar é necessário gostar de pessoas. De fato, liderar exige foco nas pessoas, um pilar que a maioria dos grandes líderes destacam.

  • Jack Welch -> destaca que o líder deve se dedicar ao desenvolvimento da sua equipe, colocando as pessoas certas nas posições corretas e fornecendo suporte para o crescimento individual.
  • Stephen Covey -> cita Treinar Potencial como 1 dos 4 papéis da liderança com o objetivo de ajudar as pessoas a enxergarem seu próprio valor e potencial, promovendo seu crescimento.
  • John C. Maxwell -> fala sobre o desenvolvimento de pessoas onde o líder desenvolve e serve como modelo para o crescimento dos seus liderados, desempenhando como um mentor investindo no potencial de cada um.

“Antes de você se tornar um líder o sucesso é seu próprio crescimento. Quando você se torna um líder, sucesso é fazer os outros crescerem”. Jack Welch

Colocar as pessoas no centro é reconhecer o valor de cada indivíduo e investir em seu desenvolvimento. Ou seja, criar um ambiente seguro, inclusivo e estimulante, onde elas se sintam valorizadas e motivadas. A abordagem envolve desenvolver talentos, oferecer oportunidades de crescimento, delegar responsabilidades, dar autonomia e confiar na capacidade da equipe de contribuir para o sucesso. O líder deve atuar como um facilitador e mentor, apoiando o crescimento pessoal e profissional de cada membro da equipe.

É fundamental construir uma equipe diversificada e incentivar a autonomia das squads (unidades de times que entregam valor — termo muito utilizado no contexto de metodologias ágeis), promovendo a tomada de decisões descentralizada e a responsabilidade compartilhada. O desenvolvimento do time é prioridade, sendo o líder o mentor que ajuda cada membro a identificar pontos fortes, superar desafios e alcançar seu potencial máximo por meio de orientações, treinamentos e expondo as pessoas às oportunidades de desenvolvimento.

Embora a unicidade de cada pessoa seja uma premissa básica, minha compreensão das individualidades e como lidar com os diferentes perfis comportamentais se transformou quando conheci o modelo DISC.

  • William Marston desenvolveu o modelo DISC -> ferramenta de avaliação de comportamentos que classifica as pessoas em quatro diferentes perfis: (D) Dominância, (I) Influência, (S) Estabilidade e © Conformidade. Essas classificações ajudam a entender as preferências comportamentais e tendências naturais dos indivíduos.

#PraGeralVer: Imagem descrevendo os 4 diferentes perfis comportamentais: D (Dominância); I (Influência), S (Estabilidade) e C (Conformidade)

#PraGeralVer: Imagem descrevendo os 4 diferentes perfis comportamentais: D (Dominância); I (Influência), S (Estabilidade) e C (Conformidade)

Dica: O autoconhecimento via DISC aprimora a comunicação, o recrutamento e o desenvolvimento de equipes. No entanto, o objetivo não é buscar perfis aderentes ao seu, mas sim entender como perfis diversos podem se complementar. Potencializar cada um é como dominar diferentes linguagens: quanto mais “poliglota” for o líder, melhor será o desenvolvimento do time.

Como Product Manager, é vital colocar as pessoas no centro. Pratique a escuta ativa e o feedback construtivo. Embora não exerça a liderança direta, crie um ambiente de colaboração e confiança onde a equipe e stakeholders se sintam à vontade para compartilhar ideias de maneira genuína e assumir riscos. Meu conselho é estudar o DISC; ele transformará seu autoconhecimento e, consequentemente, a forma como você se relaciona com todos.

3. Comunicação empática e conectiva (Construir pontes)

#PraGeralVer: Imagem que resume a comunicação como uma ponte, destacando que a liderança é responsável por usar a transparência e a escuta ativa para conectar diferentes áreas e garantir o alinhamento de objetivos e a resolução de conflitos.

#PraGeralVer: Imagem que resume a comunicação como uma ponte, destacando que a liderança é responsável por usar a transparência e a escuta ativa para conectar diferentes áreas e garantir o alinhamento de objetivos e a resolução de conflitos.

O pilar anterior foca nas pessoas; este avança para a comunicação e a construção de pontes.

  • Brené Brown -> aborda coragem, empatia e vulnerabilidade como um modelo de liderança contrapondo o tradicional “comando e controle”. O líder humano desenvolvendo ambientes de confiança onde todos da equipe se sentem seguros para trocar e conversas é um dos elementos que faz com que o time consiga de fato ter discussões na zona do conflito produtivo gerando comprometimento, impulsionando responsabilidades e resultados
  • Stephen Covey -> traz que a comunicação empática é a capacidade de “escutar para compreender” e não apenas para responder — que é a base para fortalecer conexões e resolver conflitos.
  • Susanne Andrade -> cita benefícios da comunicação ampla e assertiva no âmbito organizacional além do relacionamento interpessoal: clima organizacional, conhecimento e agilidade de processos, redução de erros. Tudo isso impactando para além do meio que vivemos, mas também gerando mais resultados.

Empatia é a capacidade de entender as emoções e perspectivas alheias, construindo confiança e respeito mútuo. A comunicação conectiva deve ser clara, concisa e adaptada ao público, utilizando diferentes canais. A escuta ativa é essencial para a comunicação empática, pois permite que as pessoas se sintam ouvidas, alinhando expectativas e promovendo a colaboração.

O líder deve investir na comunicação empática e conectiva, construindo pontes entre as diferentes equipes da empresa. Isso se traduz em criar um fluxo transparente de informações e feedback, promovendo a colaboração e a mediação de conflitos além do seu próprio time como também entre equipes de Produto, Design, Engenharia, Marketing e Vendas, por exemplo. A comunicação empática e conectiva ajuda a alinhar os objetivos e a criar um ambiente de trabalho colaborativo e produtivo.

Dica: Criar um espaço para troca genuína no time ou nas interações é um potencializador para discussões produtivas, busque a conexão das pessoas do time ou stakeholders.

“Uma boa liderança é sobre experiências humanas. Não é uma fórmula ou programa, é uma atividade humana que vem do coração e leva em consideração os corações de outras pessoas. É uma atitude, não uma rotina.” — Lance Secretan

Como Product Manager a capacidade de conectar pontos e buscar convergência é crucial para o seu dia a dia. Pratique a comunicação empática e conectiva ouvindo ativamente usuários, (por meio de entrevistas, pesquisas e testes), equipe e stakeholders. Comunique a visão do produto de forma clara e adaptada a cada público. Use a escuta ativa, o feedback e a transparência para construir confiança, construir pontes, resolver conflitos e garantir o alinhamento total aos objetivos do produto.

4. Execução com foco em resultados e melhoria contínua (Gerar impacto)

#PraGeralVer: Imagem mostra um alvo no centro, que representa o foco e a disciplina. Em torno dele, são listados os elementos essenciais: foco, metas claras, análise de resultados, disciplina na execução, remover obstáculos, melhoria contínua e experimentação

#PraGeralVer: Imagem mostra um alvo no centro, que representa o foco e a disciplina. Em torno dele, são listados os elementos essenciais: foco, metas claras, análise de resultados, disciplina na execução, remover obstáculos, melhoria contínua e experimentação

O líder é responsável por criar uma cultura de execução focada em resultados e em manter o foco do time. Para isso é necessário estabelecer metas claras (KPIs — Key Performance Indicators — indicadores chave de performance que indicam se você está se aproximando da sua meta), definir o foco do time e monitorar o progresso.

Para transformar estratégias em realidade, adote um processo estruturado que garanta disciplina na execução, desdobramento de metas, traçando planos de ação e garantindo acompanhamento dos resultados. Isso engaja a equipe em torno de objetivos claros e mensuráveis.

  • Falconi -> reforça que o sucesso da estratégia exige foco no resultado, disciplina na execução e melhoria contínua — um ciclo constante que leva a otimização e resultados extraordinários.
  • Ray Dalio -> enfatiza que a melhoria contínua é primordial para o sucesso. Após definir objetivos, é vital diagnosticar com precisão a causa raiz dos problemas que surgirem, traçando planos para superá-los.

“Execução é uma disciplina. Nenhum atleta jamais teve sucesso sem disciplina e treino.” Ram Charan

A execução eficaz requer uma forte orientação por dados e métricas, monitorando o progresso e tomando decisões com base em informações concretas. A melhoria contínua é um processo iterativo de aprendizado e adaptação, na qual os resultados são avaliados, os desvios e erros são analisados e as melhorias são implementadas.

O líder deve garantir que as equipes tenham recursos e ferramentas para executar o plano, removendo obstáculos. É crucial criar um ambiente de aprendizado, incentivando a experimentação, a análise de dados e a adaptação às mudanças do mercado.

Dica: Problemas são inevitáveis. A forma como eles são encarados e as ações de contorno definidas é o que determina o resultado final.

Como Product Manager a execução com foco em resultados deve estar no seu DNA. Defina metas e prioridades claras para cada sprint ou ciclo de desenvolvimento. Acompanhe o desempenho do produto usando dados e métricas para identificar oportunidades (testes, análise de feedback e avaliação de resultados). Seja ágil e adaptável, ajustando o plano conforme as mudanças do mercado. Seu foco deve ser entregar valor aos clientes e alcançar os objetivos do produto, de forma consistente.

5. Autenticidade e coragem (Ser humano e inspirar)

#PraGeralVer: Imagem mostra um planta em crescimento no centro com as palavras coragem, autoconhecimento, resiliência e autenticidade. Ao lado uma lista dos papéis da liderança: comunicação aberta e honesta; construir confiança, conduzir conversas difíceis e enxergar as pessoas.

#PraGeralVer: Imagem mostra um planta em crescimento no centro com as palavras coragem, autoconhecimento, resiliência e autenticidade. Ao lado uma lista dos papéis da liderança: comunicação aberta e honesta; construir confiança, conduzir conversas difíceis e enxergar as pessoas.

Autenticidade (ser fiel aos valores e genuíno) e Coragem (enfrentar desafios, assumir riscos e ser vulnerável) são qualidades essenciais para uma liderança eficaz. A autenticidade gera confiança e fortalece os relacionamentos; a coragem inspira para a excelência.

  • Jack Welch -> defendia a liderança pelo exemplo e acreditava que franqueza e comunicação aberta e honesta são a base para construir a confiança no ambiente de trabalho.
  • Brené Brown -> traz coragem com a liderança se posicionando nos momentos difíceis (feedbacks duros, decisões impopulares, interferência em situações mal resolvidas).
  • Susanne Andrade -> diz que é preciso estar inteiro e totalmente interessado nas pessoas que nos cercam, ter respeito a todos que nos rodeiam, enxergar as pessoas ao redor, dar retorno, estar verdadeiramente presente. Esses são os combustíveis para as relações humanas.

A liderança autêntica e corajosa cria um ambiente de trabalho positivo, no qual as pessoas se sentem seguras para compartilhar suas ideias, cometer erros e aprender com eles.

Dica: O autoconhecimento é o melhor investimento, ajudando a entender o entorno e a lidar com situações difíceis. Conversas difíceis, quando bem estruturadas, criam novas pontes e fortalecem relacionamentos.

A liderança deve ser autêntica, compartilhando opiniões e sentimentos de forma genuína e estruturada com a equipe e stakeholders. Deve ser resiliente, mantendo o otimismo e a determinação, inspirando a equipe a fazer o mesmo. A autenticidade e a coragem do líder criam um ambiente seguro onde todos podem ser eles mesmos, impulsionando o sucesso.

O Product Manager também deve assumir riscos, testando novas ideias e se expondo à vulnerabilidade (compartilhando medos e incertezas). Incentive a experimentação, reconhecendo o fracasso como parte do aprendizado. Sua resiliência e coragem inspiram a equipe a confiar, inovar e buscar o sucesso do produto.

Em resumo, não há uma fórmula mágica para a liderança. Ela reside na manutenção constante das relações humanas, no autoconhecimento e no investimento em uma visão de futuro bem estruturada e comunicada. O mais interessante é que tudo isso pode ser colocado em prática antes da tão esperada cadeira oficial de liderança.

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Deixo aqui listado alguns livros como referência para você que quer trilhar seu caminho de liderança se aprofundar, inspirar refletir sobre os pontos abordados:

#PraGeralVer: Oito capas de livros de negócios e desenvolvimento profissional dispostas em uma grade (2x4). Os títulos incluem: “O novo jeito de trabalhar” (Laszlo Bock), “Empoderado” (Marty Cagan), “Inspirado” (Marty Cagan), “Princípios” (Ray Dalio), “O poder da simplicidade no mundo ágil” (Susanne Andrade), “O segredo do sucesso é ser humano” (Susanne Andrade), “Comece pelo porquê” (Simon Sinek) e “A coragem de ser imperfeito” (Brené Brown).

#PraGeralVer: Oito capas de livros de negócios e desenvolvimento profissional dispostas em uma grade (2x4). Os títulos incluem: “O novo jeito de trabalhar” (Laszlo Bock), “Empoderado” (Marty Cagan), “Inspirado” (Marty Cagan), “Princípios” (Ray Dalio), “O poder da simplicidade no mundo ágil” (Susanne Andrade), “O segredo do sucesso é ser humano” (Susanne Andrade), “Comece pelo porquê” (Simon Sinek) e “A coragem de ser imperfeito” (Brené Brown).

📚 Este artigo faz parte da série especial sobre product management, parceria entre o Grupo Boticário e comunidade Mulheres de Produto.

Leia também estes textos:

  1. Mariana Oliveira: Plataforma como portfólio: uma visão estratégica para impulsionar o uso de dados no Grupo Boticário
  2. Eduarda Pinheiro: Mais do que entregar: como conectar produto à estratégia da empresa

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