O Lado Negro dos Templários
Quebrar paradigmas faz parte do exercício de reflexão de todo Maçom.
O Lado Negro dos Templários

templar knight
Quebrar paradigmas faz parte do exercício de reflexão de todo Maçom.
Começamos apresentando alguns fatos históricos comprovados, mas “esquecidos” por alguns sobre a Ordem Templária e demais Ordens Cavalariças Medievais. Se fizermos um estudo sério vamos ver que os filmes e documentários dos Templários são enviesados e visam enaltecer o lado perdedor de uma guerra enfatizando em suas supostas virtudes tal como os filmes do Rambo, na Guerra do Vietnã. ( Onde os EUA perdeu, mas no filme não mostra isso). Isso se faz necessário para tirar do pedestal tal ordem, sem desmerecer seus méritos, mas desmistificando e tirando seu caráter divino, já que não o tem.
Sem essa de dizer “Mas isso é pequeno, perto da grandeza da Ordem..” Blasfêmia !!! Isso é ser conivente com o lado negro da força templária e ser ignorante no estudo de sua história. Vamos fazer uma contextualização. Os antigos cristãos chamavam de Pagãos e Infiéis aqueles que era adoravam a outros deuses e cultuavam imagens.
E você Maçom que hoje cultua alguma imagem ? Que não permite críticas ao que admira ? Afinal esta nas escrituras: “Não fareis para vós outros ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura nem coluna, nem poreis pedra com figuras na vossa terra, para vos inclinardes a ela; porque eu sou o SENHOR, vosso Deus” (Levítico 26:1).
O que se apresenta ser uma falácia em uma “Guerra Santa”, que de santidade nada tinha pois:
Os Muçulmanos professam uma fé monoteísta e sem imagem, logo o argumento de que seriam infiéis ou hereges, cai por terra. Os Bizantinos eram tão católicos ou mais que os europeus, eram católicos ortodoxos. Os “Rus” de Novgard ( Atual Rússia) também eram Católicos, Ortodoxos.

Príncipe de Novgard, inimigo dos templários

Sagração Católica do Príncipe de Novgard, Alexander
Eles eram Pobres? Não.
“Conversa para inglês ver”. Não entraremos a fundo, são precursores do sistema bancário, e esse mérito devemos a eles com certeza.
Eles eram castos? Não.
“Os Irmãos Livônios da Espada (latim: Fratres miliciæ Christi de Livonia, alemão: Schwertbrüderorden) ou Cavaleiros Porta-Gládio, foi uma ordem militar organizada em 1202 por Alberto de Buxhoeveden e composta por “monges guerreiros” alemães. Seu regulamento era fundamentalmente baseado naquele da Ordem dos Templários. Eles eram também conhecidos como Ordem da Livônia, Cavaleiros de Cristo e A Milícia de Cristo da Livônia. Os seus membros foram incorporados aos Cavaleiros Teutônicos em 1236. A Ordem Livônia dos Irmãos da Espada foi fundada em 1202” . O território conquistado por esses monges guerreiros passou a ser chamado de Terra Mariana — a “terra santa” da Virgem Maria, não menos importante que Jerusalém.
Ainda hoje, os Irmãos da Espada são particularmente infames entre os povos bálticos: “Em nome de Cristo, atacavam, saqueavam, sequestravam, estupravam, matavam”, escreveu o historiador letão Visvaldis Mangulis. Estupros eram obviamente proibidos pelos votos de castidade, mas, segundo Christiansen, “o irmão-cavaleiro estava exposto a fortes tentações, pois o poder frequentemente deixava as mulheres à sua mercê. Elas eram butim, e a expectativa de estupro era o que mantinha seus auxiliares nativos motivados. Alguns cavaleiros devem ter se juntado a eles”.
“Agora, quem não tem uma espada, venda o manto e compre uma” (S.Lucas XXII, 36). “Maldito aquele que não ensangüentar a sua espada” (Jer. XLVIII, 10) Eles apenas protegiam os reinos cristãos ? Dentre as 3 religiões presentes em Jerusalém, a Cristã foi a que “chegou por último e quis sentar na janela”. Além de que conforme registro históricos:
Os Cavaleiros passaram a procurar novos alvos após as sucessivas derrotas dos cristãos na Palestina, principalmente com a queda de Jerusalém em 1187. Em 1226, aceitaram o convite do duque polonês Conrado I, de Masóvia, para tomar parte em sua até então malfadada campanha contra os prussianos. Conrado deu a eles um feudo em Chelmno, que se expandiria em um novo país. Com uma força de 10 mil homens, em 1233, os cruzados levariam quase 30 anos para conquistar a Prússia. Os territórios passaram a fazer parte do Ordensstaat, o Estado da Ordem, ao qual se juntaram as conquistas dos Irmãos da Espada, em 1236, após a Batalha de Saule, na qual os lituanos praticamente aniquilaram os monges-guerreiros — os sobreviventes se juntaram aos teutônicos. “Com pagãos escasseando na região, em 1241, a Ordem passa a atacar outros cristãos.”

Eles era bons guerreiros ? Tão bonzinhos que deixam o inimigo ganhar. Fracos de espada.
E mostram que o Homem não aprende com a história, muito antes de Hitler ou Napoleão, eles subestimaram os russos. Ao invadirem a República de Novgorod (também cristã) de ortodoxos russos, com apoio do papa e dos reinos da Suécia e Dinamarca. Foram derrotados na Batalha do Gelo, imortalizada no filme Alexander Nevsky (1938), de Sergei Eisenstein. A cavalaria russa empurrou os cruzados para dentro de um lago congelado — com suas armaduras pesadas, o gelo se partiu e 20 deles foram ao fundo. A humilhação delimitou a fronteira máxima da ação dos cruzados: eles nunca mais voltariam a atacar os russos. O território do Ordensstaat cresceu em outras direções e chegou a dominar todo o litoral do Báltico entre a Alemanha e Rússia no final do século 15.
“Em 1147, o abade Bernardo de Clairvaux anunciou a primeira das Cruzadas do Norte: “Proibimos expressamente que por qualquer razão se faça paz com esses povos, seja por dinheiro ou tributo, até chegar o tempo em que, com a ajuda de Deus, eles ou sua religião sejam destruídos”. As palavras de Bernardo (mais tarde São Bernardo) têm origem um ano e meio antes, quando o papa Eugênio III convocou a Segunda Cruzada para recuperar um território perdido no Oriente Médio. Os alemães da Saxônia pediram uma reunião com Clairvaux, já então um grande ideólogo e propagandista da guerra santa, para demonstrar que o inimigo infiel estava na porta de casa e não era preciso viajar ao Oriente Médio para enfrentá-lo. Numa faixa entre a Alemanha e a Rússia, povos de diversas etnias recusavam a conversão. Uma dessas regiões era a Prússia, habitada então por eslavos. Em 997, o missionário São Adalberto foi morto pelos prussianos a golpes de lança depois que tentou, sem sucesso, cortar a árvore sagrada dos pagãos com seu machado. Sua cabeça desfilou pelas ruas.”
E antes que, os mais apaixonados digam que essa batalha foi uma derrota dos Teutônicos, lembro que, os Cavaleiros Teutônicos jamais teriam sequer números para começar uma batalha sozinhos, assim como as outras ordens sob o domínio do Vaticano, seguiam a regra da ordem do templo, ou seja braços da mesma corporação medieval, a espada da igreja. Então não adianta pegar as vitórias das pequenas ordens regionais como geral e atribuir as derrotas as mesmas. Vamos por os pingos nos “is”.

Ordens Sob o Domínio do Vaticano.
criada em 1118, militarizada em 1120 — Ordem dos Templários 1136 — Ordem de São João de Jerusalém (ou dos Hospitalários, atual Ordem de Malta) 1142 — Ordem de São Lázaro de Jerusalém 1154 — Ordem de Alcântara 1158- Ordem de Calatrava c. 1160 — Ordem de Santiago 1176 — Ordem de Avis (ramo da Ordem de Calatrava, pelo menos no seu início) 1190 — Ordem Constantiniana de São Jorge 1193 — Ordem Teutónica de Santa Maria de Jerusalém 1218 — Ordem de Nossa Senhora das Mercês 1246 — Ordem dos Cavaleiros da Concórdia 1317 — Ordem de Nossa Senhora de Montesa (herdeira da Ordem dos Templários em Aragão). 1319 — Ordem de Cristo (herdeira da Ordem dos Templários em Portugal, formada pelo grão-mestre da Ordem de Avis)



A questão é só os Mongóis, podiam opor ao Islã uma barreira eficaz. Mas a soberba da Ordem do Templo fez com que seus inimigos se unissem e formassem um”titã” que antes já era difícil derrotar, agora impossível. A famosa “Horda Dourada”, que começou com um canato ( domínio de um líder Mongol) mas com o tempo agregam novos povos em sua força, que vão de guerreiros russos, a húngaros e búlgaros. Congregam os guerreiros conhecidos como “Cumanos” que quer dizer “Louro da estepe”. “La Horda de Oro perdió rápidamente su carácter exclusivamente mongol. Los descendientes de los guerreros de Batú Khan formaban la clase dirigente, mientras la mayoría de la población estaba compuesta por cumanos, tártaros, búlgaros, kirguises y otros pueblos túrquicos”

Guerreiro Cumano, curando suas feridas de batalha

Imagem da Heterogênea “Horda Dourada”

Abrangência do Império Mongol


Guerreiro Mongol Horda Dourada em combate
Um erro estratégico deve ser citado, no sentido de vermos como o excesso de adoração, cega para coisas óbvias.
Os “doutores” da Igreja do Vaticano, diga-se de passagem alguns era verdadeiros tiranos, pois iludiam com um falso conhecimento e cega fé. Vetaram o uso de certas armas:
“Desde 1139, a Igreja proíbe o uso por demais mortífero do arco e da arbaleta em todos os combates entre cristãos”(Léon Gautier,La Chevalerie, ed. cit., p. 39).
Um erro crasso. Já que era uma arma letal de longo alcance usada de forma maciça pelos seus inimigos.
Não bastasse, ignorar o inverno russo, vetar armas eficazes ainda, contava com a ingenuidade estratégica de seus líderes:
“..em 17 de Maio de 1102, numa segunda batalha, em Ramla, o Rei Balduíno cometeu um grande erro por presunção. Confiado excessivamente em sua vitória anterior, tendo apenas 200 Cavaleiros contra só 20.000 maometanos do Vizir Al Afdal, atacou os infiéis, sem levar consigo a Cruz de Cristo. Foi um desastre”(René Grousset, Histoire des Croisades et du Royaume Franc de Jerusalem, Plon, Paris , 1936, Vol. I, pp. 225–226). Temos também um lado nefasto no que se refere a um saneamento social, tinha-se um excesso de doentes nos hospitais com uma doença sem cura, lepra. Mata-los seria cruel demais aos olhos de Deus não é mesmo ? Oque poderiam fazer ? — “Vamos criar uma Ordem Cavaleira que nos seja útil, com esses moribundos”, deve ter dito algum boçal clérigo, líder da igreja. Pois foi criada a:
Ordem de São Lazáro.

Os irmãos da Ordem do Templo, que aconselhavam, sem imposição, aos irmãos leprosos irem para São Lázaro: Quando acontece de um irmão de, pela vontade de Nosso Senhor, tornar-se leproso e a coisa ficar provada, os vogais da casa devem preveni-los e rogar-lhe para que peça licença da casa e dirija-se a São Lázaro para ali vestir o hábito dos irmãos de São Lázaro. (SHADAR apud DEMURGER, 2002:37). Caso o doente não aceitasse por iniciativa própria deixar a ordem do Templo era permitida sua presença, no entanto, viveria separado dos outros irmãos. Já a ordem de São João não definia uma regra similar. Eram os “Kamikazes” das cruzadas. Temidos pelos inimigos, pois ja estavam condenados a morte. Que nobre uso para seus doentes hem Ordens do Templo ? Ricardo Coração de Leão só viveu por admiração de Saladino, que enfatizo aqui era Curdo e não árabe, é tão grosseiro chama-lo de árabe, quanto um brasileiro de argentino, pela sua bravura que em plena batalha Mélik el-Adil, vendo-o combater sobre um cavalo medíocre e já cansado, enviou-lhe um novo corcel. Fendendo a multidão dos combatentes vira-se chegar ao galope e se deter diante de Ricardo um mameluco que conduzia dois magníficos cavalos árabes, “porque não era conveniente que o rei combatesse a pé. Mas ele era um Cruzado, um rei de uma longínqua nação que entrou na batalha por um pedido do Papa.
Essa passagem nos remete a uma pergunta:
Mas os templários não criaram o código de cavaleiro ? Não eram eles os mocinhos da história ?
Depende. Você segue a risca seu juramento maçônico? Fica a reflexão.
Primeiramente, vamos lembrar que era costuma nas batalhas, o pilhamento de guerra. Isso além de riquezas matérias envolvia um espolio de guerra mais precioso, a cultura. Há uma linha histórica que considera que o próprio código se espelhado em um mais antigo, pertencente ao seus declarados inimigos . a civilização islâmica, a futuwwa (cavalaria espiritual), poderá estar na origem de ordens militares, de cavalaria e fraternidades da Europa medieval.
Combinando serviço militar com a disciplina espiritual, estas ordens desempenharam um papel importante na história islâmica, chamando os seus membros mais plenamente à vida espiritual e ética do Islão.
As ordens e fraternidades (“Tariqas”) ainda sobrevivem em algumas áreas do mundo islâmico.
São conhecidas como futuwwat ou por outros nomes, como o Akhi movimento (“fraternidade”)
O código da Futuwwa
(Código de Honra da Juventude e da Cavalaria)
Futuwwa — Significa juventude e cavalheirismo
Derivado da ” fata ” (jovem), futuwwa tornou-se um símbolo de rebeldia contra todo o mal e da luta para se tornar num servo sincero de Deus:
Futuwwa, é um composto de virtudes como a generosidade, modéstia, castidade, fidelidade, lealdade, misericórdia, conhecimento, humildade e piedade, e é uma das etapas de um viajante no caminho para Deus, até atingir uma dimensão de santidade.
Soma das quatro grandes virtudes:
Perdoar quando se é capaz de punir. Preservar suavidade e agindo suavemente quando se está furioso. Desejar o bem até mesmo aos inimigos e fazer-lhes o bem. Ter sempre em atenção em primeiro lugar o bem-estar e a felicidade dos outros, mesmo quando se é carente. Tradução livre. (Livro de Cavalaria Sufi, Muhamad ibn al-Husayn al-Sulami)

Nem todo mundo que usa turbante, é árabe.
É interessante citarmos também os 9 da fama, ou 9 Bravos.

Os nove da fama eram um grupo de personagens históricos divididos em trios (ou tríades), que representavam os valores da cavalaria. Podemos dividi-los e nomeá-los como segue:
OS GENTIOS (PAGÃOS):
HEITOR DE TRÓIA: foi príncipe de Tróia, filho de Príamo e irmão de Páris. Heitor é um dos heróis da Ilíada de Homero. Representava o guerreiro que luta por seu país, pois seu combate sempre em motivado pelo bem de Tróia de acordo com a obra Homérica. Heitor foi morto por Aquiles em combate, depois de ter matado por engano um primo de Aquiles.
ALEXANDRE MAGNO: Rei da Macedônia, grande conquistador do mundo antigo. Seu império ia da região dos Balcãs até a Índia atual.
JÚLIO CÉSAR: Foi um patrício, general e político romano. Alcançando, inclusive o título de Imperador. César. Conquistou a Gália, Venceu a Guerra Civil. Foi historiador e escritor, escreveu comentários sobre sua campanha na Gália, por exemplo. Legou o Império Romano à Caio Augusto, seu sobrinho.
OS TRÊS HEBREUS:
JUDAS MACABEU: Foi filho do sacerdote judeu Matatias que recusou a anexação do povo hebreu ao Império Selêucida. Judas Macabeu venceu a resistência e reconquistou Jerusalém, recebendo o apelido de “Macabeu” (Martelo) por sua bravura e ímpeto em combate.
REI DAVID: Foi o rei eleito por Deus para substituir o Rei Saul que estava em estado de pecado contra Ele. O rei David matou O Gigante Golias dos Filisteus com uma funda ainda na tenra idade. O Rei David foi responsável pela sedentarização do reino Israelita, também conquistando Jerusalém posteriormente. Foi o pai de Salomão, o rei israelita sábio que construiu O Tempo de Salomão.
JOSUÉ: Foi um general combatente israelita. Combateu os malaquitas e por meio da fé e da oração parou o sol no céu no dia em que derrotou os Amorreus.
OS CRISTÃOS:
O REI ARTHUR: maior senhor dos Cavaleiros da Távola Redonda, Rei de Camelot. Casado com Lady Guinevere foi o rei que teve a pureza no coração necessária para retirar Excalibur, a espada, da pedra em que estava fincada.
CARLOS MAGNO: Foi Rei da França e Alemanha, também do Sacro Império Romano Germânico. Pelo seu governo e campanhas ajudou a definir o que hoje seria a Europa Ocidental. Foi também o fundador da dinastia carolíngia.
GODOFREDO DE BULHÃO: foi um dos primeiros líderes da primeira cruzada, foi e é sem dúvida a representação da defesa da Fé Católica e da humildade diante de Cristo. Recusou ser coroado Rei de Jerusalém na mesma cidade em que Cristo recebeu uma coroa de espinhos.
As Ordens principais eram Templários, Teutônicos e Hospitalários? Tal como num jogo de Xadrez, cada ordem era uma peça para o poder da Igreja, Mesquita, Templo Budista ou Sinagoga. O estado e consequentemente seu poder militar serviam a religião e seus interesses.

Como por exemplo, A Ordem do Dragão (Drachenorden, em alemão; Societas Draconistrarum, em latim) era uma instituição parecida com as ordens cavalheirescas do tempo, baseada na Ordem de São Jorge (1318). Foi criada em 1408 pelo sacro imperador romano Sigismundo (rei da Hungria) e sua rainha Bárbara de Cilli, principalmente com o propósito de proteção para a família real. Em seu estatuto, a ordem também exigia defender a cruz e batalhar contra seus inimigos — nesta época os Turcos. A ordem original tinha vinte e quatro membros da nobreza. Em 1431, Sigismundo chamou à Nurembergquem ele considerou útil para formar alianças políticas e militares, cujo objetivo primário era iniciar o grupo na Ordem do Dragão. Um destes era Vlad II Dracul (pai de Vlad o Empalador), um pretendente ao trono da Valáquia (parte agora da Romênia).

Símbolo da Ordem do Dragão
A Ordem do Dragão adotou como seu símbolo em 1408 a imagem de um dragão circular com sua cauda enrolada em torno de seu pescoço. Ademais, o termo “dracul” tem suas origens na palavra em latim “draco”, “O Dragão”. Vlad II era orgulhoso deste símbolo e seus brasões incorporaram um dragão; tanto que adotou “Dracul” em seu nome. Seu filho Vlad (mais conhecido como Vlad o Empalador) usou o nome “Draculea” no contexto de “filho de Dracul” ou “filho daquele que foi membro da Ordem do Dragão”, uma vez que foi usado como título de honra. A palavra “dracul”, entretanto, possuía um segundo significado (“diabo”) que foi aplicado aos membros da família Draculea por seus inimigos e possivelmente também por camponeses supersticiosos. Historicamente, Vlad é lembrado por sua luta contra o expansionismo do Islã na Europa Oriental, servindo à Igreja Católica, marcado pela crueldade para com os inimigos. Mesmo com a fama brutal que acompanha seu nome, ele é ainda considerado um herói nacional na Romênia e na Moldávia.
Portanto, nem só de templários foram feitos o Cavalheirismo, a justiça a honra e os códigos de conduta moral. Muito pelo contrario, temos uma pesada e forte influência de outras ordens que erroneamente atribuímos a uma ordem que foi falha em seu objetivo, fraca em guerra e moral, e eficaz no sentido de preservar esse conhecimento que absorveu de outras cultural e transmiti-los a posterioridade, porque afinal sabemos que o mundo é muito, mas muito maior mesmo que a Europa medieval.


Curiosamente os números 7, 5 e 3 guiam as virtudes do Bushido, código da Ordem de Guerreiros Samurais
Essa nossa fascinação templária se deve a dois motivos:
1- Somos “francófilos”( Que ou quem gosta da França.), desde a década de 20 o Brasil tem uma acentuada francofilia que vai da moda a todas partes da cultura, a começar pela língua que tem a mesma raiz, é natural que tenhamos tido essa forte influência, e visto que a maioria dos templários eram francos do sul do pais.
2- Influência da formação católica do Brasil. Isso incutiu nas nossas jovens mentes, que os jesuítas eram bonzinhos e ajudaram os selvagens índios, e todo mundo que usa manto é bonzinho. Hoje sabemos muito bem, que muitas vezes foram os vilões.
Meus Irmãos, essa reflexão se faz necessária para que, ao enxergarmos as falhas de quem admiramos, tiramos seu caráter divino e sua pureza, e isso nos torna mais próximos do objeto admirado, assim quem sabe nos leve além.
Sempre lembrando que os católicos romanos fizeram isso em nome de “Deus Vult” e que Cristo é filho de Deus, A shahada é uma declaração através da qual o muçulmano atesta que “Há um só Deus, Alá, e um só profeta, Maomé “. e que “Alá ordenou”. Dois lados da mesma moeda. Que não cometamos os mesmos erros de cometer tiranias pequenas ou grandes em nome de “Deus”, ou ignorar o inverno russo pela quarta vez.
☩Bruno Oliveira☩: Mestre Maçom da Loja Colunas da União, Oriente de Maringá/PR filiada ao GLP — Grande Loja do Paraná — CMSB . Sênior Demolay e Past MC do Capitulo Umuarama nº133 da Ordem Demolay — SCODRFB. Past-Sumo Sacerdote do Capitulo Umuarama nº 43 de Maçons do Real Arco filiado ao Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil e Membro Fundador do Conselho Zohar filiado ao Supremo Grande Conselho de Maçons Crípticos do Brasil
Fonte:
https://br.pinterest.com/pin/349662358552938532/
https://eduardodecastro.weebly.com/blog/cavalaria-e-heraldica-quem-sao-os-nove-da-fama
http://spedeus.blogspot.com/2017/02/ordem-soberana-e-militar-hospitalaria.html
DEMURGER, Alain. Os cavaleiros de Cristo — templários, teutônicos, hospitalários e outras ordens militares na Idade Média. Tradução André Telles. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cinco_pilares_do_Islamismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nove_da_Fama#/media/File:Fl-_1v_Livro_do_Armeiro-Mor,_Rei_David.jpg
https://www.deviantart.com/danbrenus/art/Viking-rus-warrior-280524505
https://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/templars/knights_templars01.htm
https://goldsilver.com/blog/the-people-who-invented-banking-the-knights-templar/
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