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O Poder silencioso do dinheiro($$): A arte de “pedir sem pedir”, como instrumento de obtenção de…

Olá, caro parceiro do canal, seja bem vindo se você curtiu este primeiro post da série “Guia da Administração”, do canal de mídia…

Fernandinho Brasileiro in Guia da Administração · 2021-11-05 05:16 · 0 claps · 16.5 min read
#dinheiro #oportunidades #pedir #inovação #mestres-do-conhecimento
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O Poder silencioso do dinheiro($$): A arte de “pedir sem pedir”, como instrumento de obtenção de contratos e parcerias.

Olá, caro parceiro do canal, seja bem vindo se você curtiu este primeiro post da série “Guia da Administração”, do canal de mídia BLOCK_COM, espero que curta este texto, feito com todo amor e caminho para vc, e espero que curta outros mais.

Parcerias: blockempire11@gmail.com / (11) 94857–4181

A dedicação que faz o “milhão”.

A dedicação que faz o “milhão”.

O segredo na arte de “pedir dinheiro”, passa pela razão de, em primeiro lugar, você ter por objetivo, uma razão e definição clara, quanto ao montante e a finalidade da “pedida” deste dinheiro, ou seja, quanto, como, e o combo identidade+ “por quê?”. Feito isso, devemos nos orientar, direta ou estrategicamente, ao destinatário da “mensagem”, ou seja, aquele que irá efetivamente emprestar — para fins práticos, vamos usar este termo- o capital, no montante, termos, afinidade e condições, desejados pelo dito sortudo, que ruma o caminho das pedras, em busca do seu “Oráculo de Delfos”. A arte do “pedir sem pedir” dinheiro, é uma artimanha muito comum no meio empresarial, podendo ser ousada, desde que leve em conta o princípio da boa-fé, e até, bastante criativa, sendo uma arte, que, para ser bem sucedida, precisa observar uma série de fatores, os quais, serão devidamente apresentado nos respectivos tópicos a seguir.

  • A ‘arte de propor’, como substitutivo do ‘bem pedir’, em suma, a negociação empresarial não é um ato de caridade, mas de ação.

A negociação empresarial, bem como, quaisquer outras ocorridas a nível financeiro e executivo, não é um ato de caridade, mas sim, um ato de mútua composição de interesses, onde, uma parte, oferece um plano e projeto inovador, com notável diferencial competitivo, em relação às alternativas similares existentes no mercado, e a outra, à razão de seus interesses, e com elevada margem de discricionariedade, decide se aceita a proposta ou não. Em suma, grande partes das vezes, não há compromisso real, não há prazos, suposta ‘lealdade’, garantia de valores, acordos orais — pelo menos, no tocante ao conjunto de países que não são regidos pela Common Law- de retorno, e de assentimento ou não a proposta oferecida, enfim, é algo mais similar a um “tiro no escuro”. Por sua vez, o apelo ao emocional, é uma tática com maior potencial de efetividade, em um universo de pessoas mais frágeis, humildes, e sugestionáveis a este tipo de prática, como pessoas de baixa renda com considerável nível de religiosidade, ou então, pessoas excessivamente apegadas a “valores” e a boa fé das pessoas; isso não funciona no ambiente empresarial, visto que os “homens do dinheiro”, tem coração-de-pedra quanto a tais aspectos, é tudo preto no branco, números, gráficos e promessas factíveis, vem antes de qualquer estratégia psicológica dissuasiva, bem como, no tocante a propostas e acordos financeiros, aí sim cabe, sem margem para dúvidas, a observação do seu lugar de fala, pois, caso esteja carente, ou vencido por inclementes necessidades, este não é o lugar adequado, em vista a obter este tipo de socorro — procure por instituições religiosas, filantrópicas, ou organizações públicas e/ou privadas de assistência social, os serviços mais recomendáveis para este tipo de atendimento em caso de extrema necessidade — bem como, pense: O que é o projeto/proposta que desejo submeter? Quais serão os seus ganhos incrementais e diferenciais, que ele terá em relação a seus concorrentes, ou o que há no mercado? Qual o modelo de negócios que eu desejo adotar e implementar? Qual será a minha equipe de apoio, e pessoal de confiança? Quais, e como serão aplicados os valores, e por quem? Deixe o aspecto financeiro por último, pois, como toda ‘bela dama’, os donos do capital não gostam de ser ‘apressados’, e tem faro de Lince para agentes potencialmente mal-intencionados.

A “arte dos meios”, ou, o caminho para o “Nirvana”, passa pelo imponderável, porém proveitoso, sistema de árvore-de-escolhas.

Construir relações, é a arte de se construir os meios necessários, para fins de se chegar a uma mesa. Pessoas poderosas, importantes e influentes, são por deveras ocupadas demais, para fins de aceder diretamente a setores que encontram-se abaixo de seu círculo de contatos fiéis - há muitos interesses políticos, econômicos e estratégicos, já consolidados, envolvido. Caso deseje entrar na “fila dos comuns”, boa sorte, pois serão milhares a milhões em sua frente, em uma fila que não tem compromisso nenhum em ser cronológica. O segredo para se obter o “Santo Graal” dos grandes encontros, é estar sempre um passo a frente da imensa maioria de seus concorrentes diretos, mas como? Fazendo cursos ultra-caros e invejáveis, de renome e “autoridade” no mercado, ter o tal “currículo vencedor”, cheio de trabalhos, tarefas e realizações, carta de referência e tapinha nas costas, ser o tal “estudante nota dez”, com um plantel de pontuações positivas a máximas no histórico escolar, cercado de professores e colegas puxa-saco, ser aquele ser abnegado, sensação e descolado, pronto para declamar palavras bonitinhas, e entoar bis debaixo de discursos apaixonados a promover o que defende? Não, isto é politicagem rasteira, bajulação, pedantismo, ignorância, e complexo de maria-vai-com-as-outras. O tal, mulher de César precisar “parecer”, e não apenas ser(o que nunca foi, pesquise as consortes de quase todos!) honesta, não passa de uma exibição da hipocrisia, mesquinhez, e pouco desenvolvimento moral e humano de certos setores da sociedade, pois, quem é íntegro e honesto, simplesmente o é, e não precisa mostrar isto para ninguém — o trio de astronautas que pousou na superfície lunar em 1968, Buzz Aldrin, Neil Armstrong, e Michael Collins, sendo que, este último teve de comandar o módulo lunar o tempo todo e não pode acompanhar os seus colegas, nunca aceitaram jurar ou provar coisa alguma, ante o bando de idiotas que os infernizavam, pois, as provas estão aí, eles sabem o que fizeram, até os seus inimigos idem, e, quem quiser, que corra atrás — . Assim sendo, você precisa se “desprogramar” das ladainhas e cantilhenas psico-cognitivas, que os “gurus” do mainstream e showbiz, bem como, os ditos engenheiros de obra pronta lhe dizem, um manual de palavras vãs e fúteis de efeito, feitas para enganar, e ganhar dinheiro as custas de idiotas, e parar de viciar-se em práticas comezinhas e pequenoburguesas da era feudal, incompatíveis com os ditames da era moderna.

A construção de uma “agenda vencedora”, passa pela sua capacidade de identificar e potencializar os seus próprios talentos e virtudes — você sempre tem um, procure fazer uma pesquisa sincera em si mesmo, no sentido de tentar encontrá-las, contrate um coaching ou especialista se necessário — bem como, construir uma boa base de contatos e referência a partir deste ponto de partida, ou seja, aquele professor com renome e respeitabilidade em sua área, um colega de escola com o qual você possa manter um bom nível de sinergia, um técnico ou especialista com o qual você tenha afinidade, uma pessoa próxima que compartilhe das mesmas ideias, e a qual você possa contribuir positivamente, etc. Em posse desta pessoa, você precisa ir atrás do que chamamos de “elo da corrente”, ou seja, um agente, ou intermediário, que poderá finalmente levá-lo aonde você quer, seja uma agência especializada, formada por uma equipe de profissionais competentes que farão uma “ponte” entre você e ele, um profissional renomado, ou, um conjunto de pessoas, preferencialmente diversas entre si, que reúnem-se sinergicamente para um fim comum, e a “magia” acontece. Todo caminho entre você e a pessoa, passa por um sistema de “árvore de decisão”, seja entre você e o “elo da corrente”, seja entre você e a pessoa, enfim, um conjunto de passo que precisam seguidos, e um conjunto de decisões que precisam ser tomadas. Essas ações, como quem pesquisa sabe, ou deveria saber, integram um Plano Único, chamado de “Objetivo Global Estratégico”, que é, nada mais, que o objetivo final, aquilo que você efetivamente deseja atingir depois de seguir todos estes passos. Primeiro, você define as Ações Estratégicas, que são, nada mais, que um conjunto de metas principais, que você deseja atingir, até chegar onde deseja, e, em seguida, as Ações Táticas, que são o conjunto de medidas que você pretende adotar, até completar cada uma de suas metas, bem como, um Plano Tático, que define as principais ações e decisões a serem tomadas, no aspecto tático, ou então, define um padrão, um conjunto de diretrizes e parâmetros a serem seguidos, na elaboração de cada uma delas, seja por meta ou por todo o conjunto. Não Entendeu? Ficou muito pouco claro para você? Então eu vou explicar. Procure o seu “elo de corrente/conexão”, junto os seus parceiros e colabores mais próximos, elabore uma esquipe, e comece tudo a partir daí, pois, lembre-se, você não é super-homem, não tem a obrigação, nem pode, saber de tudo, nem pode forçar-se a ser um self-made man, papel este que já é exagerado no próprio universo dos filmes/séries, e praticamente inexiste na vida real. O que você precisa, é ter alguma capacidade ou talento, desenvolver um bom, e diferenciado, escopo de projeto, de modo a não cair na “zona comum” e ficar preso em ‘filas’, conseguir um “elo de conexão”, que sirva como ponte entre você e a pessoa, seja esta uma pessoa qualificada, agência ou conjunto de notáveis, elaborar um conjunto de ações táticas e estratégicas e chegar até ela, em posse de um projeto específico, com diferencial competitivo, objetivo determinado, e, por fim, um bom escopo, descrição, desenvolvimento, e um conjunto de dados financeiro-mercadológicos que lhe apoio, e revelem seu potencial ante os demais concorrentes; só assim, vocês começam a conversar.

A arte da diferenciação: Um livro não se define pela capa, mas ela é o “norte” ante milhões de livros, ou, o tempo como um ativo importante.

O tempo, neste mundo corrido corrido em que vivemos, ele TAMBÉM é um ativo, que não existe para ser desperdiçado, mas sim aproveitado, da forma mais ótima e eficiente possível. Embora se diga, que não se pode julgar um livro pela capa, a verdade, é que o nosso tempo é curto, e somos limitados demais, para ficar arrolando volumes e volumes de livros, independentemente de seu conteúdo, matizes, relevância, pertinência, e alinhamento com meus objetivos pessoais; seria um enorme desperdício de tempo, dinheiro, energia e saúde, tempo este um bem cada vez mais escasso, e saúde esta, um bem cada vez mais frágil. A verdade é que, quer queira quer não, a capa é um grande agente predefinidor da maior, ou menor probabilidade de você ler um livro, mesmo porque, se a capa é muito bonita e elaborada, e o conteúdo é muito abaixo do medíocre, problema do autor, que não soube criar um bom texto para corresponder às expectativas de seu “cartão de visitas”, e, portanto, são grandes as chances de um futuro nada brilhante para este postulante, que fez profissionais de notório talento, e reconhecido por seus pares, dispender tempo e dinheiro com este trabalho vil, mas, se a capa é ruim, bom, existe uma significativa probabilidade que trabalhos bons sejam descartados injustamente? Sim, mas, se você tem milhares, centenas de milhares, ou milhões de livros e volumes para ler, sinto muito, o selecionador não vai ler toda esta montanha de livros, e arriscar seriamente a sua saúde e disposição mental, então sim, a capa é um instrumento de pré-seleção, pois, se a capa é ruim, mas o texto é excelente, faltam aulas de consultoria, e de estudos de design e layout gráfico por parte do autor do texto, bem como, resumos na contracapa das obras também dispensam várias horas de leitura desnecessária, e, por isso, você deve desenvolver uma boa estrutura de capa, com ilustrações bem desenhadas, texto, em formato e fonte que saibam contrastar positivamente, não só com a ilustração que referencia o material do livro, como também, o próprio conteúdo em si; as contracapas devem ter um resumo bem desenhado e bem formatado atrás, com plano de fundo elegante e arrojado, que saiba identificar e definir claramente o perfil literário (romance, fantasia, sci-fi, épicos, de época, realistas, crítica social, etc.), e tenha um design arrojado e diferenciado, de modo a criar um “quê”, algo novo, o qual destoe dos demais.

O exemplo dado acima, no tocante aos livros, vale para qualquer coisa, qualquer tipo de produto, pois, é muito bom, ótimo, mas, como é a sua identidade visual, sua percepção social (branding, marketing incremental/diferencial, etc.), seu potencial de geração de valor agregado ao mercado de consumo? Esse é o fator diferencial, pois, milhares a milhões de novos produtos nascem todos os dias, mas, querem que todos leiam, querer que todos vejam… e, quem tem tempo e dinheiro, com uma rotina controlada e devidamente detalhada, não tem tempo para se entupir de “genericidades” e conversa mole as mancheias; e é daí, de onde nasce a falácia de um conceito de “fila”, pois, na prática, não existe fila, pois ninguém desdobra quarteirões e quarteirões para ter uma sessão com o “iluminado”, pois, ele não tem tempo hábil, e disposição para “fórmulas milagrosas” e “discursos inflamatórios”, algo mais caro ao mundo da política do que ao mundo dos negócios. Ter um produto diferenciado, e saber “embalá-lo” bem, faz toda a diferença, ante aqueles que preferem embalagens “chamativas”, e demais técnicas piegas de “marquetagem”, técnicas de festim “bucaneiras”, para a qual um grande e potencial homem de negócios, está amplamente vacinado.

A arte da “isca”: Os meios de apor e apresentar o seu projeto, mas com uma “isca”, de boa fé, que atrai olhares e atenções, e por meio da linguagem, que faz toda a diferença.

Pois bem, com todas as cartas sob a mesa, agora é o momento de agir, não é mesmo? Então… o que está esperando? A “isca” é claro, mas, o que ela seria, sem mais delongas? Bom, quando estamos falando de “isca”, estamos falando, na verdade, de algo que te botar “no mapa”, te mostrar para o mundo. De grandes inventores, como Thomas Edson(lâmpada), Alexander Fleming(penicilina), Charles Goodyear(borracha vulcanizada), os artistas Silvester Stalone(decolou a carreia com o roteiro de Rocky I), Clint Eastwood (um reles limpador de piscinas, cuja carreira foi catapultada pelo sucesso da “trilogia dos dólares” de Leone), Linkin Park (cuja fama explodiu, quando eles tiveram o seu primeiro álbum lançado, após mais de 40 recusas), a geração da “Nova Hollywood” dos anos 60 e 70, cuja lista de atores produtores e diretores “diferentões” premiados salvou a indústria da falência, dentre outros. Pode ser frustrante, mas, após quase “tudo pronto”, é preciso aguardar, ou movimentar-se, para encontrar a “faísca” que vai incendiar o paiol. É óbvio, que esta “situação propícia”, pode acontecer em qualquer tempo, e das mais diversas formas, são muitas as variáveis em jogo; o parágrafo abaixo, explicará a forma mais adequada de você, não apenas apresentar, mas também, a de “marcar” o seu produto.

O primeiro método que podemos sugerir-lhe, é o método da pessoa, ou seja, se é aquela pessoa que irá ser o objetivo “final” de sua caminhada ao sucesso, então, é preciso mirar nela, mas, alguns cuidados são necessários, por exemplo, esta é a pessoa mais recomendada para a completação de seus objetivos sociais e financeiro, existe algum tipo de afinidade, mentalidade, filosofia, experiência, aprendizado, e formação social, que sejam realmente compatíveis com o conjunto das metas, produtos e valores que você aspira? Se sim, continue por aí, senão, pare, reflita, repense e mude a estratégica, focando outros “alvos” mais factíveis. No caso da estratégia final — final, no sentido de encerrar esta etapa da vida, e começar a próxima, que é a consolidação de seu projeto — voltada a pessoa, depois de seguir toda a sorte de passos possíveis para chegar até ela, é hora de “calibrar” a mira, e fulminar o “disparo”; a estratégia do “disparo” envolve riscos, mas lembre-se, até aqui, você já foi longe demais para simplesmente desistir, e, tenha em mente que, uma vez elaborada a estratégia de “disparo”, você deve seguir por ela, e redesenhá-la, ou esquivar-se, somente em situações extremamente excepcionais, e, por isso, você deve refletir sobre algumas considerações sobre a estratégia de “disparo”. Primeiro, não foque dinheiro, pois, este é o de menos, e, muitas vezes, só vem a atrapalhar, foque, claro, no que a pessoa realmente precisa, exemplo, se ela tiver uma mentalidade mais “liberal e mente aberta”, tente atrair artistas hypados para um happy hour único, pague a dinheiro, ou faça parcerias, pois, com todos os planos e estratégias engatilhados, um ou outro “parça” vai lhe dar o voto de confiança, mostre que é seguro, e, se você é um gentleman, tome as rédeas da decisão, mostre um pulso moderno de liderança, não de um autoritário, mas de alguém que cresce, pessoal e profissionalmente, inspirando seus liderados, senão, tenha um bom braço-direito e lhe delegue as funções mais sensíveis, faça festas, eventos, e entregue experiências únicas, pois “baladinha de esquina” tem de monte, ou, se for um executivo ou homem forte de gravadora, não perca a oportunidade de fazer o seu “som” aparecer, assim, se ele tiver uma ficante próxima de sua vizinhança, tente dar uma de “cupido” e apresentá-la a eles, ou, senão, tenha uma boa lista de referências qualificadas e estude uma aproximação, ou, no caso de um alto executivo, como o seu tempo é precioso, é hora de lançar uma isca rápida e efusiva, exemplo, se seu produto alimentício é bom, tente colocar algumas amostras espalhadas ali como quem não quer nada, e, quando este pedir maiores informações, esteja a disposição, ou tenha alguém “engatilhado” para responder. Segundo, o resultado do “disparo” define o seu futuro, mas tenha em mente de que você já foi longe demais, ou seja, se a estratégia der muito certo, o jeito é “segurar a subida”, se deu errado, o jeito é tirar o time de campo e se preparar para o day-after, tentar de novo, ou repensar uma nova abordagem, e, se der muito errado… pode acontecer, mas tenha a ciência de sua vida terá sido jogada em uma imensa lata de lixo, por isso, pense MUITO BEM no tipo de “estratégica focal” que irá desenvolver, e se cerque do máximo de aliados, parceiros e pessoas qualificadas possíveis, e monte uma boa estratégia focal, com o objetivo de aumentar as suas chances de uma estratégia final bem sucedida. Terceiro e último, seja efetivo, discreto, e utilize-se de todos os meios de networking, soft-power e inteligência emocional que estiverem a sua disposição, pois lembre-se, você, até o momento, não é ninguém, eles não te devem nada, e, o único dentre os daquela mesa, que não está em condições de apontar o dedo em riste, metê-lo no nariz das pessoas, e deitar-lhes razias de chauvinismo autoritário, é você, e sua trajetória profissional pode acabar aqui! Situações delicadas, exigem estratégias delicadas, e todo cuidado é pouco, pois, respeito não se tem, se conquistar, e, neste caso, você ainda precisa percorrer um longo caminho para que possa ser digna dele.

O segundo método que lhe sugeriremos, é a estratégia ao grupo, ou seja, um grupo de pessoas qualificadas e profissionais que deseja atingir, para que estes os ponham “na estrada”. Esta estratégia, consiste em você montar um grupo, que chagará até esta pessoa, ou grupo de pessoas, e, atendidos os requisitos, você segue para o próximo passo. Normalmente, para caminhar por essa estratégia, você precisa montar um grupo qualificado de pessoas em primeiro lugar, exemplo, você precisa colocar de pé uma pequena loja de autopeças em um endereço não tão concorrido quanto as principais praças, mas, esta se localiza em um bairro mais valorizado, voltada para clientes de maior poder aquisitivo, alto grau de escolaridade, e focados em uma vida de hábitos e rotinas em que o tempo escasso transferem quase todas as responsabilidades para a loja, e você é um ambicioso estudante de periferia, com um ótimo histórico de notas, forte inspiração em física e mecatrônica, boas referências profissionais, e, sem ter a menor ideia de qual será o seu ponto de partida. Neste caso, você deve montar um “grupo” qualificado de pessoas, sem, necessariamente, eles terem relação direta entre si, mas necessário; assim, você ponta juntar um ou outro professor e/ou aluno que entendem do tema, estudar por conta a dinâmica do mercado, procurar, pesquisar e entrevistar, autores e profissionais renomados no ramo, um ou outro profissional independente que pode te ajudar, e, quando tiver tudo pronto, você precisa convencer um investidor, banco ou parte terceira, a apoiar financeiramente o seu projeto, e, neste caso, use todos os seus contatos, tente obter indicações e montar um grupo fixo, monte o seu plano de negócios, faça uma abordagem grupo a grupo de modo a trocar informações, obterem feedbacks, divulgarem os seus produtos no mercado, fazerem crescer o negócio, aumentar as vendas, e, por fim, ser uma oportunidade única para fins de networking, amizades qualificadas e duradouras, relacionamentos íntimos, e, por fim, oportunidades prolíficas para a realização de novos negócios. No caso de um relacionamento por agência, de quando, exemplo, você precisa desenvolver uma empresa de mídia, ou consultoria de projeto, você forma o seu grupo focal de pessoas, o qual se relacionará com o grupo focal da agência; a diferença para o primeiro caso, é que, salvo em casos muito específicos, ou clientes mais qualificados, a agência não desenvolve relações duradouras com os clientes, sendo que as relações entre grupos focais, limitam a quando da existência de determinadas contas e projetos, e, assim sendo, você deve buscar as experiências positivas e negativas das agências, as informações de quando da existência de interação entre os grupos focais, o aproveitamento de um ou outro ex-funcionário de determinada agência, bem como, a capacidade de elaborar a sua própria lista de critérios e requisitos, para fins de contratação de agências futuras. Normalmente, quando você não tem nada, e tenta começar procurando uma agência, você pode permutar (seu próprio) dinheiro, por meio de uma ação coordenada de um grupo focal, ou então, negociar um bem, ou uma promessa, com grandes chances de se realizar, após um bom planejamento, de um projeto futuro, você adiar o pagamento em alguns meses. Muitas vezes, em uma abordagem, o ideal é, na maioria das vezes, a pessoa começar praticamente sem dinheiro.

Outra abordagem importante, é aquela a ser observada quanto ao local, onde, diferentemente da abordagem por grupo, ou por pessoa, o fato de você mirar uma pessoa e/ou grupo específico, não é tão importante quanto o local onde este será realizado. A abordagem quanto ao local, exige que um conjunto de condições propícias, se cruzem na forma de um fato único e específico, relacionado ao mesmo, exemplo, uma reunião de executivos, precisa ocorrer em determinado local — um chalé, localizado em um município da serra catarinense — seja porque o homem-forte, ou o “alvo” visado mora lá, tem afeição, boas relações com pessoas importantes do lugar ou ambos, seja pelo fato de que “a oportunidade faz o ladrão, ops, galardão”, a estratégia voltada ao local, possui contornos e variáveis típicas de um filme da SWAT, ou da franquia 007 e afins; tenhas a certeza de que todos os seus colaboradores, estão treinados, equilibrados, preparados, e a postos, com a finalidade de execução, exatamente, com pouca margem de manobra, cada passo minimamente desenhado, com as escusas, distrações, e estratégias de dissuasão (fuga, blefe, narrativas, tergiversação), necessárias a completação da mesma, e, esteja ciente que dará tudo certo, de que todas as coisas e pessoas, se comportarão ao máximo da forma esperada, e que o plano estratégico, e conjunto de táticas combinadas, ofereçam efetivamente o resultado obtido, e compatível com o plano inicial — lembre-se, é a estratégia mais arriscada de todas, não é para amadores, pois, se você não tiver um bom planejamento, alinhamento cirúrgico entre os colaboradores, uma sintonia fina entre os passos desenhados, bem como, alguma variável fortuita, fato, ou razão de força maior atrapalhar os seus planos, tudo vai abaixo, e, se vier a toda, no geral, a sua reputação vai junto! É uma estratégia ótima para aqueles que desejam fisgar as pessoas e instituições certas, em um intervalo de tempo, e visando ganhos, financeiros ou não, muito elevados e rápidos, mas com um risco incomensurável, diretamente proporcional ao, dito pretenso “pote de ouro no final do arco-íris”.

A última estratégia citada, é aquela com foco na oportunidade. A estratégia com foco na oportunidade, é aquela que lembra muito a fábula “A Raposa e As Uvas”, onde, a menor frustração, a “amada” perde o seu “encanto”. Sim, é uma oportunidade específica, é uma oportunidade tangível, é uma oportunidade real, bom, deveria ser, ou não? Você deve estudar, mapear e entender esta tal “teoria da oportunidade”, pois, é algo real, é algo que traz ganhos a médio e longo prazo, escalar, que segue os preceitos das metas SMART (específicoS, mensurável, realizável e tempo), ou, é apenas uma sobre-expectativa agravada pela menor capacidade de análise e reflexão, agravada pela prevalência do fator “ansiedade”? Para fins de avaliar a plausibilidade do meio “oportunístico”, você pode lançar-se mão de uma série de modelos lógicos, matemáticos e estatístico, para fins de verificação da premissa inicial, a de que a “oportunidade é boa” — SWOT, Porter, Ansoff, Teoria dos Jogos, Análise Qualitativa, e de computação de simuladores de dados- você então, possui uma base, sobre qual decisão tomar. Dentre todas as estratégias, esta é a menos arriscada, ao menos no tocante a reputação, mas tome cuidado, para não ficar gastando tempo e dinheiro com “arenques vermelhos” em série, pois depõe contra a credibilidade do profissional, e em nada ajuda-o a sair do lugar, e, por isso, saiba calibrar os seus mecanismos de inteligência de mercado.

Com essas dicas infalíveis que lhe foram passadas, você será um profissional muito mais apto a vencer na vida, e obter as melhores oportunidades!

Muito obrigado.

— livro,define,capa,tempo,seleciuonar,etc.


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