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Cumpro esse pacto conforme Os nomes fazem da boca uma máquina Perfilada para persuasão e o mantra No llores por las heridas
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Photo by Brigitte Tohm on Unsplash
Cumpro esse pacto conforme Os nomes fazem da boca uma máquina Perfilada para persuasão e o mantra No llores por las heridas
Esse maquinário que opera a felicidade Distraí o público, evita padecer Encoraja barganhas ao ameaçar cortejos No llores por las heridas
Hesitação eclodindo na língua O medo que divide o sonho em dois A cada fresta será invadida por um punhado de areia No llores por las heridas
Apartar esse cinturão de bijuterias O desconhecido é um ato contra o peito Simulando um inimigo elétrico onde é casa ausente No llores por las heridas
Se alimentar desses prazeres artificiais Que circulam a beira de Tânatos Ter esse tato circuncisado no intervalo de cavalos No llores por las heridas
Essa ilha suspensa e íntegra, é o último pedaço Que não fora gorado pelo lirismo Que a terra não fede a memória No llores por las heridas
Rezei a cada dia que passava Para que o cinismo me engolisse Rezei uma reza minguada pelos meus amores Enquanto recriminava minhas próprias feridas
Esse símbolo que regula interações É um termômetro para imaterialidade Figurar-me nos gestos daqueles palestrantes iconográficos Duvidado do estrago ao confabular veias-trincheiras
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