Assistidos de Junho 2025
Série: The Mentalist
Assistidos de Junho 2025
Série: The Mentalist
Patrick Jane é um consultor independente da CBI (California Bureau of Investigation), conhecido por suas habilidades excepcionais de observação e manipulação. Ex-médium charlatão, ele usa suas técnicas de leitura comportamental para ajudar a resolver crimes complexos, enquanto persegue obsessivamente o serial killer Red John — o responsável pelo assassinato brutal de sua esposa e filha. Com uma mistura de inteligência afiada, humor sarcástico e traumas profundos, Jane desafia as regras e testa os limites da lei em sua busca por justiça. The Mentalist combina suspense policial com drama psicológico, em uma jornada envolvente de redenção e vingança.
Se você curte um bom caso de assassinato com um protagonista sarcástico e traumatizado, essa é pra você. Patrick Jane é tudo e mais um pouco. É uma série mais antiga, mas que ainda vale muito a pena. Só prepara o coração, porque a história do Red John te prende de um jeito…

Série: Nancy Drew
Após a morte repentina de sua mãe, a brilhante e intuitiva Nancy Drew adia seus planos de ir para a faculdade e acaba se envolvendo em um mistério sombrio na pequena cidade de Horseshoe Bay. Quando um assassinato choca a comunidade, Nancy e um grupo de jovens — com quem ela tem laços inesperados — tornam-se os principais suspeitos. Para provar sua inocência, ela precisa desvendar segredos do crime, da cidade e de sua própria família. Com elementos sobrenaturais, reviravoltas e muita investigação, Nancy Drew traz uma nova e sombria versão da icônica detetive adolescente.
Comecei sem muita expectativa e fiquei presa! A série tem um clima de mistério sobrenatural com uma pegada jovem-adulta, tipo Riverdale (só que melhor, tá?). Tem uns clichês, sim, mas é divertido e os plots surpreendem.

Série: Lucifer
A trama acompanha Lucifer Morningstar, o próprio Diabo, que decide tirar férias eternas do submundo e se muda para Los Angeles. Lá, ele abre um clube noturno chiquérrimo e acaba se envolvendo com a polícia quando testemunha um assassinato. Aos poucos, ele se torna uma espécie de consultor da detetive Chloe Decker, usando seu “poder” de fazer as pessoas revelarem seus desejos mais profundos pra ajudar a resolver casos. Mas entre um crime e outro, Lucifer também lida com dilemas existenciais, dramas celestiais e o próprio passado.
Começa bem. Tipo, muito bem. A primeira temporada te prende fácil com o carisma do Tom Ellis (vamos ser honestas: ele é basicamente metade do apelo da série). A trama mistura investigação, humor, temas sobrenaturais e dilemas morais de um jeito interessante. Mas é uma série bem hétero, o que começa a cansar depois de um tempo. E as últimas temporadas? Infelizmente, perderam a força. A trama ficou enrolada, repetitiva, e o drama entre Lucifer e Chloe começou a parecer uma novela das oito. Sabe quando uma série estica demais e você sente que tá assistindo só pra terminar o que começou? Foi meio isso pra mim.

Filme: Scooby-doo — O filme
Dois anos após a separação do grupo, a turma da Mistério S/A — Fred, Daphne, Velma, Salsicha e, claro, Scooby-Doo — é convocada para resolver um mistério em um resort chamado Ilha do Terror. Lá, coisas estranhas estão acontecendo: visitantes se comportando de forma esquisita, forças sobrenaturais no ar e um plano maligno para dominar o mundo (ou algo assim). Para salvar o dia, eles precisam colocar as diferenças de lado e voltar a trabalhar juntos — com muitas trapalhadas no caminho, óbvio.
Esse filme é um caos completo, mas no melhor sentido possível. Tem um roteiro meio bizarro, atuações caricatas e piadas que só fazem sentido se você aceitar que está vendo um live-action de desenho animado. Mas quer saber? FUNCIONA. O figurino é perfeito, as caracterizações dos personagens são fiéis (especialmente o Salsicha, que é simplesmente perfeito — Matthew Lillard entregou tudo e mais um pouco), e tem uma trilha sonora muito anos 2000 que dá um charme a mais. Claro, o CGI envelheceu como leite, tem umas piadas meio duvidosas e o enredo é puro delírio… mas é justamente isso que torna o filme tão divertido. É aquele tipo de entretenimento despretensioso que te faz rir e lembrar da infância. É tosco? Um pouco. É divertido? Muito! E, sinceramente, é o tipo de filme que abraça a própria bizarrice e entrega entretenimento puro. Ótimo pra rever com amigos ou numa sessão nostálgica sozinha com pipoca e cobertinha.

Filme: O bebê de Bridget Jones
Bridget está de volta aos 40 e poucos anos, solteira e focada na carreira. Até que, em meio a duas noites bem diferentes (com dois homens bem diferentes), ela descobre que está grávida. A questão é: quem é o pai? O charmoso e novo bilionário Jack ou o eterno Mark Darcy?
É aquele tipo de comédia romântica que te abraça. A Bridget continua desastrada, engraçada e real — e é isso que a gente ama nela. O filme tem momentos super divertidos, outros mais emocionantes e, mesmo que o roteiro não seja uma obra-prima, ele cumpre o que promete: fazer rir e suspirar. Dá pra assistir com zero pretensão e sair de coração quentinho. E olha… ver a Bridget grávida e ainda assim 100% perdida na vida me fez sentir bem representada, viu?

Filme: Carros
Relâmpago McQueen é um carro de corrida jovem, ambicioso e super convencido. A caminho de uma grande competição, ele acaba preso em Radiator Springs, uma cidadezinha esquecida na Rota 66. Lá, entre mecânicos, guinchos e moradores excêntricos, ele aprende que há mais na vida do que fama e velocidade.
Se você acha que as animações da Pixar são “só para crianças”, você está errado! Esse filme fala sobre desacelerar, valorizar conexões reais e repensar prioridades. A animação é linda até hoje, o humor funciona, e o Tom Mate é um ícone absoluto. Sim, tem uma moral da história bem clara, mas é entregue com carinho e sem forçar a barra. Ah, e a trilha sonora? Perfeita. Já reassisti inúmeras vezes.

Filme: A profecia
Robert Thorn é um diplomata que, após perder o filho recém-nascido, aceita adotar secretamente um bebê órfão, sem contar nada à esposa. O que ele não sabe é que esse bebê, Damien, é ninguém menos que o anticristo. Aos poucos, eventos bizarros e mortes suspeitas começam a cercar a família — e a verdade vem à tona de um jeito nada sutil. O que eu assisti é o remake de 2006 daquele clássico dos anos 70. E olha… continua perturbador.
Mesmo sendo um remake, o filme consegue manter uma atmosfera bem tensa e simbólica. Damien é assustador sem fazer quase nada, o que é o pior tipo de terror, né? É aquele tipo de filme que não precisa de mil jumpscares pra te deixar desconfortável — o clima faz o trabalho. Visualmente, ele funciona bem até hoje, e o elenco (com a Julia Stiles e o Liev Schreiber) entrega. Não é o mais inovador dos terrores, mas é eficiente e dá aquela vibe de paranoia religiosa e medo do desconhecido que mexe com a gente.

Filme: Divertidamente 2
Riley está entrando na adolescência, e com isso chegam novas emoções: Ansiedade, Inveja, Tédio e Vergonha. Alegria e as outras emoções “clássicas” agora precisam lidar com uma mente mais complexa, cheia de inseguranças e mudanças — inclusive uma possível crise de identidade. E claro: tudo vira uma confusão emocional, literalmente.
A Pixar fez de novo! Divertidamente 2 é sensível, engraçado e toca em temas super atuais de forma leve e acessível. A Ansiedade rouba a cena (quem nunca?), e o jeito como mostram o amadurecimento emocional é brilhante. Me vi demais na Riley, mesmo sendo adulta — ou talvez porque sou adulta. É um filme pra rir, se emocionar e, no meu caso, repensar até minhas crises existenciais de segunda-feira. Visualmente lindo e emocionalmente inteligente.

Série: Criminal Minds (17ª temporada)
A série gira em torno do BAU (Unidade de Análise Comportamental) do FBI, que persegue os criminosos mais perigosos dos EUA usando perfis psicológicos super detalhados. É aquele clássico de casos complexos e uma equipe com dinâmica forte e personagens marcantes.
A temporada 17 continua trazendo os crimes macabros e o suspense característico, mas infelizmente senti que alguns personagens, especialmente a Prentiss, perderam o rumo. Ela passou boa parte da temporada enfiando os pés pelas mãos. Apesar de manter o clima de tensão e alguns bons momentos investigativos, essa temporada deixou a desejar no desenvolvimento de alguns personagens e em certas decisões de roteiro, e isso impactou bastante o ritmo geral. Ainda vale assistir para os fãs da série, mas prepare-se para algumas frustrações.

Filme: De repente é amor
Oliver e Emily se conhecem durante um voo e têm uma conexão imediata, mas nada acontece — porque o timing não ajuda. A partir daí, eles seguem se encontrando ao longo dos anos, em momentos diferentes da vida, entre namoros, separações e confusões. É aquele clássico “será que era pra ser?” embalado por uma amizade cheia de tensão.
É aquele tipo de comédia romântica com cara de anos 2000 que aquece o coração. Ashton Kutcher e Amanda Peet têm uma química gostosa de assistir, e o filme funciona bem na proposta de mostrar que nem tudo acontece no tempo que a gente quer — e tudo bem. Não é super profundo nem muito original, mas é leve, divertido e tem um ritmo que prende. Perfeito pra quem curte romances com um toque de realidade, encontros e desencontros, e aquele final que deixa um sorrisinho no rosto.

Série: Chernobyl
A minissérie da HBO recria os eventos reais do desastre nuclear de Chernobyl, ocorrido em 1986 na Ucrânia, então parte da União Soviética. A trama acompanha cientistas, políticos e cidadãos comuns enquanto lidam com as consequências imediatas e devastadoras da explosão do reator, enfrentando não só a radiação, mas também a desinformação e a negligência do governo.
Angustiante é pouco. A série é impecável tecnicamente — roteiro, atuação, fotografia — mas o que mais pega é o peso emocional. Tudo é contado de forma crua, sem tentar suavizar o horror. E algumas cenas… ficam com você por dias, por exemplo aquelas em que os soldados precisam matar animais contaminados são especialmente difíceis de assistir. É uma parte da história que raramente se mostra com tanta honestidade, e dói. Dói porque é real, porque a tensão é constante, porque você sente o desespero de cada decisão. É uma série brilhante e necessária, mas não é fácil. Prepare o estômago — e o emocional.

Série: American Crime Story
Uma série antológica que dramatiza crimes reais de grande repercussão nos Estados Unidos. Cada temporada foca em um caso diferente, como o julgamento de O.J. Simpson, o assassinato de Gianni Versace e o escândalo envolvendo Bill Clinton e Monica Lewinsky. Com elencos fortes e direção caprichada, a série mergulha fundo nas complexidades jurídicas, sociais e humanas por trás de cada história.
A série é tensa, bem escrita e te deixa presa do início ao fim, mesmo quando já se sabe o desfecho. Os episódios não focam só no crime em si, mas nas estruturas de poder, no impacto da mídia e nas consequências psicológicas de tudo aquilo. A reconstituição dos fatos é feita com tanta atenção que às vezes parece documentário — e isso só aumenta o desconforto. É impossível não sentir indignação, raiva, angústia e até empatia em certos momentos. Cada temporada mexe com um lado diferente da gente, e o elenco (sempre incrível) entrega tudo. Pra quem curte true crime com profundidade e crítica social, é um prato cheio.

Filme: O menino que queria ser rei
Alex é um garoto comum da periferia de Londres que, um dia, encontra a lendária espada Excalibur. De repente, ele se vê envolvido numa missão épica para impedir que uma ameaça medieval destrua o mundo moderno. Com a ajuda dos amigos (e de um Merlin nada convencional), Alex precisa provar que até os mais improváveis podem ser heróis.
É uma mistura fofa de aventura clássica com o espírito dos tempos atuais. O filme tem coração, boas mensagens sobre amizade e liderança, e ainda acerta ao trazer o mito arturiano pra uma nova geração — com humor, diversidade e um ritmo gostoso. Não é uma super produção de impacto, mas é divertido, leve e tem um toque de nostalgia pra quem cresceu com histórias de cavaleiros e magia. Ótimo pra assistir num domingo preguiçoso ou com crianças (mas adultos que amam fantasia também se divertem).

Filme: De volta para o futuro III
Na terceira parte da saga, Marty McFly viaja para o Velho Oeste em 1885 para resgatar o Dr. Emmett Brown, que está preso no passado e correndo perigo. Sem gasolina para o DeLorean e com bandidos no encalço, eles precisam encontrar uma maneira de voltar para o futuro antes que seja tarde demais.
Eu e meu namorado assistimos os dois primeiros filmes no mês passado e estávamos animadíssimos pra fechar a trilogia — e olha, De Volta para o Futuro 3 tem um charme todo especial. Mesmo com a troca de cenário (do futurista pro faroeste), o filme mantém o humor leve, a criatividade e o coração que fazem a saga ser tão querida. Não tem o mesmo impacto dos dois primeiros, mas entrega um final digno e cheio de nostalgia. É mais simples, mais romântico até, mas continua sendo uma aventura divertida que fecha tudo com aquele gostinho bom de missão cumprida. Marty e Doc juntos sempre valem o tempo da viagem.

Filme: Karatê kid
Daniel LaRusso se muda para uma nova cidade e logo se torna alvo de bullying por parte de um grupo de valentões que treinam karatê. Com a ajuda do Sr. Miyagi — seu vizinho calado e sábio — ele aprende muito mais do que golpes: aprende sobre respeito, equilíbrio e autoconfiança. Tudo isso enquanto se prepara para um torneio decisivo.
Assistir Karatê Kid hoje é tipo abrir uma cápsula do tempo cheia de lições que ainda fazem sentido. O filme é simples, mas tem uma alma enorme. O Sr. Miyagi é, sem dúvida, o coração da história e cada fala dele é tipo uma frase de autoajuda que realmente funciona. Mesmo sendo um clássico dos anos 80, não parece datado no que importa: é sobre crescimento, superação e encontrar força dentro de si. É aquele tipo de filme que te dá vontade de levantar e tentar ser uma pessoa melhor (ou pelo menos fazer uma pose de karatê na frente do espelho).

Filme: Os fantasmas se divertem
Após morrerem em um acidente, o casal Maitland se vê preso como fantasmas em sua antiga casa. Quando uma família excêntrica se muda para lá, eles tentam assustá-los para irem embora, mas nada funciona. É aí que entra Beetlejuice, um espírito caótico e imprevisível que promete ajudar… mas acaba trazendo ainda mais confusão.
É aquele tipo de filme que mistura terror leve com humor bizarro de um jeito único. Tem cara de anos 80, estética gótica maravilhosa e um clima de “isso é muito esquisito, mas tô amando”. O Beetlejuice é insuportável e icônico ao mesmo tempo, e a Lydia (Winona Ryder novinha!) é tudo pra quem ama uma personagem dark e deslocada. É estranho, exagerado e meio bagunçado, mas essa é justamente a graça. Perfeito pra quem curte um clássico cult cheio de personalidade.

Filme: Em busca de Zoë
Após a morte repentina de sua irmã mais velha, Zoë, a jovem Echo tenta lidar com o luto e o vazio que ficou. Quando encontra o diário de Zoë, ela começa a descobrir um lado da irmã que nunca conheceu — revelações sobre traumas, relacionamentos e escolhas difíceis. A partir disso, Echo embarca em uma jornada emocional para entender quem Zoë realmente era e como seguir em frente com sua própria vida.
É um drama adolescente com cara de filme feito pra streaming, mas que entrega emoções reais. A história trata de temas pesados como abuso, identidade e perda, e apesar de não ser super refinado, tem momentos tocantes e sinceros. Algumas cenas são fortes e podem incomodar, mas a mensagem final é sobre empatia, escuta e reconstrução. Não é um filme leve, nem feito pra todo mundo, mas tem coração.

Filme: Sexta-feira 13
No acampamento Crystal Lake, um grupo de jovens monitores se reúne para reabrir o local, fechado há anos após uma série de tragédias misteriosas. Mas a diversão vira pesadelo quando um assassino começa a persegui-los um por um, em meio à floresta isolada e ao clima de suspense crescente.
É o tipo de filme que marcou época — e não é à toa. Mesmo com um ritmo mais lento comparado aos filmes de terror atuais, Sexta-Feira 13 consegue criar uma tensão constante, com aquele clima de isolamento e perigo à espreita. E o fato de tudo acontecer em um acampamento no meio do nada só deixa tudo mais angustiante. Claro, tem uns clichês (que na época nem eram clichês ainda), umas atuações questionáveis e umas decisões bem burras dos personagens — mas isso faz parte do charme do slasher raiz.

메타데이터
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- 2026-06-25 12:15:08