67 Filmes, Foguete, Concurso público e Wash my belly (fevereiro à junho)
Mais uma vez eu falhei miseravelmente em atualizar este blog numa frequência que justificasse o nome “coisas legais da semana” (era a ideia…
67 Filmes, Foguete, Concurso público e Wash my belly (fevereiro à junho)
Mais uma vez eu falhei miseravelmente em atualizar este blog numa frequência que justificasse o nome “coisas legais da semana” (era a ideia de título inicial que pensei quando criei esse perfil).
Já estamos em junho.
Mas como as semanas atualmente duram entre quatro e seis meses, eu ainda tô no prazo.
Dito isso…
ASSISTI FILME PRA CARALHO
Startei o ano com uma meta simples: Assistir muitos filmes. Aí em algum momento essa meta virou assistir 300 filmes. Não existe motivo para esse número.
Não representa um desafio específico. Não desbloqueia uma conquista. Não existe um prêmio no final. Sóolhei para o número 300 e pensei:
“Sim. Parece razoável.”
Até agora foram 67 filmes. O que parece bastante até eu abrir as minhas listas e encontrar mais umas oitocentas coisas que quero assistir. A experiência tem sido divertida porque boa parte desses filmes estavam há anos na categoria mental chamada “depois eu vejo”.
O problema é que o “depois” finalmente chegou e agora eu preciso assistir tudo aquilo que passei anos fingindo que assistiria um dia.
Também descobri que gosto muito mais de frequentar cinema e mostras do que imaginava.
O que me leva ao próximo tópico.

O CENTRO CULTURAL VIROU MEU BAR
Toda pessoa adulta parece desenvolver um lugar específico para aparecer depois do trabalho. Algumas pessoas vão para bares. Outras vão para academia. Dentre esses, escolhi assistir filmes em centro cultural.
Sem perceber, comecei a passar lá com frequência suficiente para reconhecer a programação do mês. Neste mês vão exibir vários filmes do Hong Sang-soo. Eu nunca fui exatamente um frequentador assíduo desse tipo de programação, mas acho que estou me tornando.
O lugar acabou virando uma espécie de ponto de parada entre sair do trabalho e existir.
Não preciso comprar nada. Não preciso conversar com ninguém. Não preciso justificar minha presença.
Eu só apareço.
É um ótimo sistema.

MONTEI UM COMPUTADOR ABSURDO
DEU BOM KRL!!
Um dos primeiros posts que fiz aqui foi relatando meu sofrimento com minha máquina, minha placa de video foi a primeira a pular do barco no ano passado.
Depois de muitos anos vivendo naquele eterno estado de: “Será que roda?”
Eu finalmente montei um computador que simplesmente executa as coisas. É uma sensação muito estranha. Passei tanto tempo verificando requisitos mínimos que agora ainda abro a página dos jogos por reflexo.
Mas já não importa. O jogo pode exigir o equivalente energético de uma pequena cidade do interior. Ele roda.
Black Myth Wukong roda. As lives rodam. Tudo roda.
Pela primeira vez em muitos anos eu sou o problema da gameplay, não o hardware.

CULTO DOS BONECOS
Eu comprei dois daqueles kits de montar da Bricks. Um do Pochacco. Outro da Sailor Moon.
E pra minha grata surpresa no meu aniversário, minha amiga Bruna me deu um presente extremamente específico e extremamente fofo: uma versão em biscuit do meu OC Juca.
Existe algo muito especial em perceber que um personagem que normalmente só existe na sua cabeça agora ocupa espaço físico numa estante. Ele ganhou volume. Massa. Peso.
Agora ele divide uma caixa de acrílico com vários outros bonecos.
Sem perceber, montei um pequeno conselho de criaturas cabeçudas observando meu quarto.

CONCURSO PÚBLICO E PIPIPI POPOPO
Entre uma maratona de filmes, um cachorro burro e personagens fictícios, o protagonismo na minha rotina foi estudar pra concurso.
Videoaulas. Anotações. Questões. Simulados. Sites gerando perguntas infinitamente.
Recebi muita ajuda, indicações de conteúdos, sites e muitos conselhos ao longo do processo e, sinceramente, foi menos assustador do que imaginei.
Fiz a prova. Não saí de lá com a sensação de ter gabaritado. Também não saí com a sensação de ter sido atropelado por um ônibus. Soube genuinamente responder a maioria das questões.
Agora resta aguardar o resultado e fingir tranquilidade.
Isso também implica na ideia de que eu ainda não fiz a correção da prova hehe, prefiro esperar o resultado sair fodase

PIBBLE
Meu algoritmo decidiu que existe uma prioridade absoluta na minha vida.
Um cachorro. Um cachorro muito feio. Muito gordo. Muito burro. Extremamente burro.
Todos os dias aparece algum vídeo disso. Toda dia eu assisto. Toda dia eu fico sorrindo.
I’m Pibble Wash my belly.
Esse animal já ocupou espaço suficiente no meu cérebro para se tornar minha foto de perfil do Discord.
Não tenho explicações. Nem pretendo procurar.

HOMESTUCK NUNCA ME DEIXOU EM PAZ
Depois de anos, resolvi abrir Homestuck novamente. Foi uma experiência estranha. É como visitar uma cidade onde você morou há muito tempo. Você não lembra dos nomes das ruas. Mas ainda sabe exatamente como chegar em alguns lugares.
Durante boa parte do ensino médio eu era completamente obcecado por aquilo. O problema era que quase ninguém dos grupinhos conhecia. Então toda conversa acontecia com webamigos.
Voltar para esse universo tantos anos depois foi menos sobre nostalgia e mais sobre perceber quantas referências ainda sobreviveram na minha cabeça. Inclusive algumas continuam aparecendo nas minhas fotos de perfil.
Eu ainda adiciono chifres laranjas em personagens aleatórios.
Não melhorei.

DOCS PRA PERSONAGEM DE LOL
Recentemente eu também criei apresentações em slide sobre meus campeões favoritos do League of Legends.
Antes das partidas. Porque aparentemente abrir o jogo não era suficiente. Eu precisava transformar a escolha de personagem numa reunião corporativa.
Não me arrependo.
A Gwen merece apresentação. O Aphelios merece apresentação.
Talvez ninguém precise de um PowerPoint antes de jogar League. Mas também ninguém precisava construir as Pirâmides.
Ainda assim fizeram.

ENFIM
Já to aceitando a ideia de que atualizar esse perfil será um evento bem esporádico, então talvez eu possa começar a criar textos que dêem algum tipo de gancho para o próximo.
Percebi isso quando finalmente pude assimilar um dos topicos envolvendo pc à algo que eu ja tinha comentado anteriormente. Sinto que seria bem divertido criar alguma narrativa.
A narrativa pode ser a esperança em sucessos subjetivos acerca dos meus planos.. Eu espero que pros próximos meses eu crie laços orgânicos, me sinta cada vez mais próximo e intimo com os laços que já alimento e sinta muito prazer profissional e artístico.
메타데이터
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