Crescimento econômico mundial no primeiro semestre de 2023
Crescimento econômico mundial no primeiro semestre de 2023

Recentemente o FMI divulgou um balanço do crescimento das economias mais avançadas e emergentes.
E nesse balanço a China é o país que mais cresceu no mundo registrando um crescimento do PIB de 5,2%.
Da Europa a Espanha é o país que mais cresceu chegando num crescimento de 2,5%.
E numa projeção do crescimento do PIB de 2,1% o Brasil teve um crescimento maior que a maioria das economias desenvolvidas e emergentes como os EUA 1,8%), Canadá (1,7%), Rússia (1,5%), Japão (1,4%), Itália (1,1%), França (0,8%), Reino Unido (0,4%), África do Sul (0,3%) e Alemanha (-0,3%).
A China está se dando melhor pois com a gestão do comunista Xi Jinping, o gigante asiático continua aplicando a transição socialista conhecida como “socialismo de mercado” onde o partido comunista chinês que está no poder busca desenvolver as forças produtivas do capitalismo nacional para depois fazer a transição socialista através da planificação econômica, socialização total dos meios de produção e aumento do bem-estar da população.
A Espanha está registrando esse crescimento recorde porque até o dia 23 de julho de 2023 o país era conduzido pelo social-democrata Pedro Sánchez que promoveu um desenvolvimento nacional com industrialização, protecionismo econômico etc nas últimas décadas no país.
O Brasil é o terceiro país que mais cresce pois além de ser comandado pelo social-democrata Lula, o agronegócio registrou um crescimento e aumento recorde na produção de commodites nos últimos meses o que resultou em crescimento do PIB. Mas ainda há incertezas sobre se o país adotará um desenvolvimento nacional para crescer ainda mais e se conseguirá gerar investimento público mesmo que limitado por causa do ajuste fiscal para promover uma mudança na qualidade de vida no Brasil.
Os EUA comandado pelo social-liberal Joe Biden e o Canadá comandado pelo primeiro-ministro Justin Trudeau cresceram pouco pois os dois países estão passando por uma enorme crise climática com incêndios florestais e aumentos recordes na temperatura, risco de calote nas suas economias, denúncias de corrupção e até denúncias contra o acobertamento dos EUA sobre o assunto OVNI.
A Rússia comandado por Vladimir Putin, um ultranacionalista e ultraconservador do Rússia Unida cresceu pouco por causa das sanções econômicas e políticas aplicadas pelo ocidente no país, o desgaste que a guerra na Ucrânia têm gerado no país e a instabilidade política interna evidenciado com a atuação golpista do grupo Wagner no país euroasiático.
O Japão comandado pelo primeiro-ministro Fumio Kishida não registrou um crescimento alto porque sua economia está estagnada por falta de demanda e trabalhadores e ineficiência do governo atual para um desenvolvimento nacional.
A Itália, França e Reino Unido também não estão crescendo muito pois estão à beira da estagnação causada no caso da França pela instabilidade social descontente com a gestão de Emmanuel Macron e os efeitos que a guerra na Ucrânia está gerando na economia do país como inflação e diminuição do poder de compra; no caso da Itália, a estagnação assombra o país por causa da crise climática aguda com incêndios florestais e aumentos recordes na temperatura e por causa dos efeitos da guerra na Ucrânia no país como inflação e diminuição do poder de compra e o Reino Unido está com estagnação econômica pois além de sofrer os efeitos da guerra como inflação e diminuição do poder de compra, lida com falta de demanda e aumento drástico da especulação imobiliária.
A África do Sul comandada por Cyril Ramaphosa quase não cresceu devido a ineficiência do governo, a não aplicação de um desenvolvimento nacional e a subserviência do país bem como do restante do continente africano à Europa e América do Norte que sugam recursos naturais da África para se desenvolverem enquanto o continente do país africano em questão continua subdesenvolvido.
A Alemanha está sofrendo retração na economia, pois além de sofrer com os efeitos da guerra na Ucrânia como aumento da inflação e diminuição do poder de compra, a crise energética causada pelo corte no gás russo chegou com força no país e se prolonga por meses.
Concluindo, de todos os países do mundo, a China é o país que vem se dando melhor no crescimento econômico apesar das contradições que o país possui internamente.
A Espanha continua com o primeiro-ministro Pedro Sánchez mas o Partido Popular de direita conservadora cresceu no congresso espanhol o que deixa um pouco mais complicado a gestão de Pedro Sánchez mas ao que tudo indica o crescimento econômico vai se manter apesar de também sentir os efeitos da guerra na Ucrânia como aumento da inflação e diminuição do poder de compra e passar por uma crise climática aguda com incêndios florestais e aumentos recordes na temperatura.
O Brasil está crescendo por causa do agronegócio, mas ainda não promoveu um aumento significativo na industrialização e consequente desprimarização da economia, o que coloca uma dúvida sobre se o crescimento se manterá. Além disso o governo está andando em ovos pois a oposição de direita conservadora está esperando qualquer coisa para derrubar o governo e a desmobilização da sua base militante pode facilitar o processo e piorar a situação econômica do país que por enquando está em crescimento.
Os EUA e o Canadá estão passando por uma crise econômica e climática e acobertamento sobre questões que poderiam mudar o curso da história da Terra. Tudo isso causa instabilidade política e risco de desconfiança por parte da população que pode se revoltar e abalar o sistema do país ainda mais.
O restante da Europa está sofrendo muito com os efeitos da guerra na Ucrânia que são: alta na inflação, diminuição do poder de compra, crise energética, exposição das suas contradições internas e instabilidade social. Tudo isso tem atrapalhado seu crescimento.
O Japão está com um problema enorme de estagnação causada por falta de demanda e trabalhadores e o governo do país não tem sido eficiente para continuar desenvolvendo as forças produtivas do país.
E a África do Sul bem como o restante do continente africano nunca conseguem sair do subdesenvolvimento devido à subserviência ao ocidente que se desenvolveram às custas dos recursos naturais e trabalho escravo no continente africano.
메타데이터
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