Centro Cultural Fiesp Recebe 21ª Edição do Festival Internacional de Dança Contemporânea
O projeto está realizando a tradicional itinerância nacional por vários estados
Centro Cultural Fiesp Recebe 21ª Edição do Festival Internacional de Dança Contemporânea
O projeto está realizando a tradicional itinerância nacional por vários estados

Entre os destaques, estão dois espetáculos que encerram a programação dos dois dias: “Café Não É Só Uma Xícara”, com o Grupo Tápias e coreografia e direção artística de Flávia Tápias, espetáculo de dança contemporânea inspirado na obra fotográfica de Sebastião Salgado. Está programada a apresentação do “Solo Goldberg Variations”, com o Virgilio Sieni Dance Company (Firenze, Itália). Virgilio Sieni dança ao som do piano de Andrea Rebaudengo na interpretação de As Variações Goldberg — J. S. BACH.
Ao todo, 25 companhias e artistas do Brasil e da Bélgica, Coreia do Sul, Eslovênia, Espanha, França, Itália, República Tcheca, Ucrânia e Uruguai ocupam palcos e espaços públicos de 11 capitais brasileiras e 22 outras cidades com espetáculos e uma série de ações para a difusão e democratização da dança, que incluem três tipos de residências artísticas — para profissionais com circulação e para amadores para apresentações nas cidades; intercâmbios e valorização do folclore e cultura brasileira; formação e geração de emprego para professores multiplicadores; rodas de conversa e oficinas pontuais.
O festival oferece ainda 13 oficinas gratuitas, em 12 cidades, ministradas por convidados nacionais e internacionais participantes do festival. São encontros pontuais, de duas a três horas de duração, abertos a todos os interessados.
O 21º Dança em Trânsito é apresentado pelo Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura, e conta com patrocínio master do Instituto Cultural Vale e patrocínio da Volkswagen Caminhões e Ônibus e Engie Brasil Energia.
“A inauguração do Espaço Tápias, há pouco mais de um ano, permitiu que pudéssemos colocar em prática ideias que tínhamos em mente. Além de servir como sede do Grupo Tápias, abrigar projetos sociais, espetáculos, coproduções, aulas, entre outras atividades, expandimos a realização do Dança em Trânsito, que incorpora um novo projeto, em sua cidade de origem, para ajudar a fomentar ainda mais a dança contemporânea, com espetáculos adultos e infantis”, explica Giselle Tápias, diretora artística e curadora do festival, ao lado de Flávia Tápias.
Ficha Técnica:
Direção geral: Giselle Tápias. Direção artística e curadoria: Giselle Tápias e Flávia Tápias. Assistente de direção: Larissa Ramalho. Produção: Limento. Assessoria de imprensa Rio de Janeiro e Geral: Leila Grimming. Contatos artísticos: Clara Francis e Larissa Ramalho. Produção em São Paulo: Luiza Tabet. Assessoria de imprensa em São Paulo: Fernanda Teixeira. Coordenação técnica e de palco: Louis Radavelli. Vídeos e streaming: Thales Ferreira e Luciana Ponso. Revisão de textos: Rosane Alves. Fotografia e vídeo: Fernanda Valois I TRUQUE. Redes Sociais: DIEGO GERMANO. Assessoria Contábil: Fóres Contábil. Equipe de apoio: Spectaculu Escola de Arte e Tecnologia.
DANÇA EM TRÂNSITO — 21ª EDIÇÃO
Local: Avenida Paulista, 1313 — Cerqueira César Ingressos: Gratuito | reserve seu ingresso **aqui**
PROGRAMAÇÃO
ROTAS AFORA — Rotas Residência de Intercâmbio

Foto: Divulgação
Apresentação: Dia 15 de Agosto Horário: às 17h Local: Esplanada do Centro Cultural FIESP (frente para a av. Paulista) Duração: 15 min.
Neste ano, “Rotas”, a tradicional residência de intercâmbio do Dança em Trânsito, é internacional, em parceria com o TANEC PRAGA (Festival Internacional de Praga, República Tcheca). Idealizada e facilitada pela coreógrafa Flávia Tápias, apresenta “Rotas Afora” com a coreografia O que eu descubro no corpo do outro? Como enriquecer um espaço-tempo comum, que abrigue a diversidade e a beleza que podemos criar juntos? A parceria criativa, que reúne intérpretes brasileiros e estrangeiros, conta com bailarinos do Brasil, França, República Tcheca e Ucrânia, e também refugiados da Ucrânia, convidados desta edição. A proposta, além do encontro, inclui também as histórias individuais que se entrelaçam. O trabalho chega a São Paulo depois de passar pela República Tcheca, em junho, onde foi apresenta o resultado nas cidades de Broumov, Praga, Brno, Ceské Budejovice e Liberec.
OXYMORE

Cie Felinae — Maxime Cozic (Toulon, França)
Apresentação: Dia 15 de Agosto Horário: às 17h25 Local: Café do Centro Cultural FIESP / SESI São Paulo Duração: 15 min Classificação: livre
Ficha Técnica: Direção artística: Maxime Cozic. Coreografia: Maxime Cozic, Sylvain Lepoivre. Criação de luz e iluminação: Lucas Baccini. Composição e operação de som: Arsène Magnard Produção: Elisa Le Corre.
Oxymore é um duo cujo ponto de partida é abordar o estado de embriaguez. É uma obra que mostra diferentes modalidades de relações de poder que podem surgir em contextos de ebriedade, como por exemplo, uma saída de boate, durante a qual dois amigos que se fazem companhia podem acabar entrando em conflito.
SCOTOMA

Clémentine & Lisard — Clémentine Télesfort e Lisard Tranis (Barcelona, Espanha
Apresentação: Dia 15 de Agosto Horário: às 17h55 Local: Mezanino do Centro Cultural FIESP / SESI São Paulo Duração: 23 min Classificação: livre
Ficha Técnica: Direção e performance: Clémentine Télesfort e Lisard Tranis. Música original: Otis Jones Olhar externo: Hansel Nezza. Cenografia: Diego Sinniger. Agradecimentos especiais a: Iris Borràs Anglada, Valentine Ezavin, Valentina Azzati.
Scotoma é uma peça de dança que fala sobre atenção. Um convite para refletir sobre o que a capta e o que a direciona. Será que conseguimos perceber o que estamos considerando como óbvio ou notar o que está oculto, à primeira vista? Scotoma nos convida a observar o encontro de duas pessoas imersas em seu próprio mundo.
INVISIBLE TRACES

Yana Reutova & coll — Yana Reutova, Lukas Daniel Blaha, Anastasia Pavlovska e Žaneta Musilova (Ucrânia, República Tcheca)
Apresentação: Dia 15 de Agosto Horário: às 18h20 Local: Mezanino do Centro Cultural FIESP / SESI São Paulo Duração: 20 min Classificação: livre
Ficha técnica: Conceito: Yana Reutova (UA). Coreografia: Yana Reutova (UA) junto com os artistas: Jitka Čechová, Kateřina Jabůrková, Lukáš Bliss Blaha (CZ). Música: Tomáš Kerle (CZ). Jitka Čechová, Kateřina Jabůrková / Žaneta Musilová, Lukáš Bliss Blaha (CZ). Cenário, objeto: Lucie Podroužková, Štěpán Rubáš (CZ). Produção: Tanec Praha / PONEC. Apoiado por: Ministério da Cultura da República Tcheca, Cidade de Praga, Fundo Estatal para a Cultura, EFFEA. Agradecimentos a: Krenovka, SUDOP Real e Yvona Kreuzmannová e toda a equipe da Tanec Praha.
Um fato interessante é que as impressões digitais podem permanecer no corpo humano por um longo tempo quando tocadas. Todos os dias transmitimos nossas informações e recebemos as de outra pessoa, somos seus portadores sem saber. As impressões digitais são únicas e irrepetíveis, como o ciclo da vida. Elas nos tornam únicos e armazenam todas as informações sobre nós. Fazemos muitas conexões invisíveis todos os dias. Mas, ao mesmo tempo, estamos sozinhos em nossa singularidade.
LA MEDIDA QUE NOS HÁ DE DIVIDIR

Foto: Lourdes de Vicente | Compañia Qabalum (Pamplona, Espanha)
Apresentação: Dia 15 de Agosto Horário: às 18h45 Local: Foyer do Centro Cultural FIESP / SESI São Paulo Duração: 17 min Classificação: livre
Ficha Técnica: Coreografia e performance: Diego Pazó e Lucía Burguete. Música: Luisillo Kalandraka. Produção e distribuição: Patty Hinchado.
São necessários dois lugares para criar uma fronteira. Este espaço está cheio de linhas paralelas ao tempo que nos atravessa e que não é verdadeiro, nem único, nem nosso. Se assim não fosse, não seríamos mais o receptáculo de nada, nem a medida que nos dividiria. E, no entanto, como poderíamos sequer intuir que esse era o futuro?
MAXIME COZIC Coreografia de Maxime Cozic — Cie Felinae (Toulon, França)
Apresentação: Dia 15 de Agosto Horário: às 19h10 Local: Foyer do Centro Cultural FIESP / SESI São Paulo Duração: 10 min Classificação: livre
Ficha Técnica: Com: Ruan de Oliveira Trindade, Lucas Rodrigues Pardin, Emerson Silva Oliveira, Bruno de Almeida Gregorio. Criada para artistas profissionais de São Paulo.
Apresentação da coreografia resultante de Residência Artística com a Companhia Felinae, sob orientação de artistas e coreógrafos convidados de diferentes regiões do Brasil, e também do exterior. Esses profissionais criaram coreografias para os artistas das cidades onde foram realizadas as oficinas de criação, e essas novas coreografias seguem para outra(s) cidade(s) com o festival. Nesta residência, cada dançarino usará sua própria formação para oferecer sua visão da loucura. A partir disso, vamos experimentar a criação de um personagem. O objetivo final é encontrar uma harmonia entre todos esses personagens e suas individualidades.
CAFÉ NÃO É SÓ UMA XÍCARA

Com Grupo Tápias (Rio de Janeiro, RJ e Paris, França)
Apresentação: Dia 15 de Agosto Horário: às 19h30 Local: Teatro Duração: 60 min Classificação: livre
Ficha Técnica:
Direção Artística: Flávia Tápias e Giselle Tápias. Coreografia: Flávia Tápias. Colaboração coreográfica: Giselle Tápias. Elenco: Flávia Tápias (Brasil), Jeremy Kouyoumdjian (França), Mathilde Lin (França), Dilo Paulo (Angola), Samuel Samways (Brasil), Letícia Xavier (Brasil), Marina Cervo (Brasil), Clara da Costa (Brasil), Hugo Lopes (Brasil). Produção: CDPD-RJ Ensaiadora: Luciana Ponso. Criação do Desenho de Luz: Paulo César Medeiros. Sonoplastia: Isidoro Kutno. Criação e Confecção do Figurino: Luiza Marcier. Criação e confecção de Cenário: Mina Quental. Operação de Luz: Louis Radavelli. Assessoria de Imprensa: Leila Grimming. Programação Visual: TRUQUE, Fernanda Valois. Registro Foto e Audiovisual: TRUQUE, Fernanda Valois. Realização: Espaço Tápias
Um espetáculo de dança contemporânea inspirado na obra fotográfica de Sebastião Salgado. Café não é só uma xícara. Café é plantio, colheita, moagem, cheiro bom pela casa quentinha da memória. Um exercício lírico perpassado pela fé profana ou religiosa, por crenças, tradições e espiritualidade — sem, no entanto, subtrair do ser humano o poder de transformar e recriar sua realidade.
UMBIGO DO SONHO

Foto: LuLanza
Apresentação: Dia 16 de Agosto Horário: às 17h Local: Esplanada do Centro Cultural FIESP / SESI São Paulo (de frente para av. Paulista) Duração: 23 min Classificação: livre
Ficha Técnica: Bailarino criador: Fábio Costa. Diretor Coreógrafo: Musso Greco. Produtora e Assistente de Coreografia: Luciana Lanza. Criação de Luz: Eliatrice Gischewski. Câmeras e edição: Gabriela Sá e Ícaro Moreno. Criação da trilha sonora: Guto Borges.
“Umbigo do Sonho” encena a realidade de jovens negros por meio do encontro entre dança e psicanálise. Fabio Costa, quando criança, acompanhava a mãe, empregada doméstica, e já trabalhava nos jardins das casas, trabalhou na construção civil na adolescência, viveu as brigas e tretas das quebradas, perdendo amigos no tráfico, até ser convidado, com 20 anos, dançando na rua, a fazer parte de um grupo de dança. O psicanalista Musso Greco teceu a trama a partir dos sonhos e da história de Fábio.
SONORA

Com Companhia La Intrusa — Damian Muñoz e Virgínia Garcia (Barcelona, Espanha)
Apresentação: Dia 16 de Agosto Horário: às 17h25 Local: Esplanada do Centro Cultural FIESP / SESI São Paulo (de frente para av. Paulista) Duração: 13 min Classificação: livre
Ficha técnica: Direção: Virginia García e Damián Muñoz. Criação e interpretação: Virginia García e Damián Muñoz. Música: Jesús Díaz (Making Music in Silence). Com: Vinícius Monteiro Lopes, Laiane do Carmo Conceição, Marcos Vinícius Teófilo de Almeida e Silva.
O vento que viaja pelo deserto de Sonora geralmente causa turbulência e aumento de temperatura. Ele move partículas de poeira e areia das áreas desérticas de onde vem. “Vento fraco, vento forte, violento e devastador! Maldito vento que me leva embora. Quem pode estar interessado em voar para longe? Agarro-me ao cimento, ao teu casaco ou à minha vontade. Qualquer coisa para não se deixar levar pela incerteza do futuro.” Não nos deixemos levar pelo que nos domina, pelo que nos desintegra. “Sonora” desperta a vontade de resistir.
Sobre a Residência “La Intención Repetida” (“A intenção repetida”):
A intenção de conquistar um novo lugar. Visualizar um futuro. Permanecer no esforço, na energia para alcançar, com um movimento de entrega. Os obstáculos tornam-se desafios e as dificuldades são transpostas a partir da vontade. Não desistindo. “E se no fundo se trata de acreditar, por que não acreditar em algo novo?” Kaj Munk.
Sobre Virginia e o Damián | La Intrusa | Dança Em Trânsito 2023
É uma companhia de criação artística contemporânea criada em 1996 e dirigida por Virginia García e Damián Muñoz. A sua obra caracteriza-se, desde o seu início, pela capacidade de gerar espetáculos poéticos, de forte impacto visual e emocional, sempre com o desejo de empatia com o público, num tom intimista.O ponto de partida de La Intrusa sempre foi um trabalho de reflexão, de compartilhar seu pulsar vital, transferindo-o para a cena em metáforas de movimento, imagens, sons e palavras.Criam, dirigem e produzem projetos cênicos e audiovisuais pelos quais receberam diversos prêmios. Já apresentaram suas criações em mais de 30 países. Eles colaboram como orientadores de movimento em peças dirigidas por renomados diretores. Ministram aulas e workshops em prestigiadas escolas e centros coreográficos nacionais e internacionais.
Coreografia de Damian Munõz e Virginia Garcia (Barcelona, Espanha, para artistas profissionais de Salvador, Bahia).
Apresentação: Dia 16 de Agosto Horário: às 17h55 Local: Café do Centro Cultural FIESP / SESI São Paulo Duração: 10 min Classificação: livre
Neste ano, além de todas as atividades que acontecerão durante o Festival DANÇA EM TRÂNSITO, também serão viabilizadas residências artísticas de criação com circulação, sob orientação de artistas e coreógrafos convidados de diferentes regiões do Brasil, e também do exterior. Esses profissionais criarão coreografias para os artistas das cidades onde forem realizadas as oficinas de criação, e essas novas coreografias seguirão para outra(s) cidade(s) com o festival.
NIHIL OBSTAT

Jorge Garcia (São Paulo, SP)
Apresentação: Dia 16 de Agosto Horário: às 18h15 Local: Mezanino do Centro Cultural FIESP / SESI São Paulo Duração: 30 min Classificação: livre
Ficha Técnica: Concepção e Interpretação: Jorge Garcia. Trilha Sonora: Henrique Iwao. Improvisação Sonora: Eder O Rocha. Design de Luz: Ari Buccioni e Jorge Garcia. Produção: Cristiane Klein/Dionísio Produção. Registro Fotográfico: Silvia Machado, Mayra Azzi e Rose Carneiro e Charles Trigueiro. Espaço: Treme Galpão.
Nihil Obstat (em latim Nada Impede) é a aprovação oficial do ponto de vista moral e doutrinário de uma obra que aspira ser publicada. Este solo deu início à trilogia Imprimatur, com as coreografias Imprimi Potest e Imprimatur, trabalhos que discutem a quem permite o aval para que um trabalho ou obra de arte possa ou não participar de determinado edital, mostra ou evento.
ZERO

Company SIGA (Seul, Coreia do Sul)
Apresentação: Dia 16 de Agosto Horário: às 18h45 Local: Foyer do Centro Cultural FIESP / SESI São Paulo Duração: 20 min Classificação: livre
Ficha Técnica: Coreógrafo: Hyuk KWON. Dançarinos: Hyuk KWON, Heajin KIM, Soyeon KIM, Hyelim BYEUN, Jinyoung YANG, Jeonghwan O. Música: Bluechan. Design de Luz: Yujin HONG. Figurino: Wooseong KIM. Produtora: Hana JO. Apoio: Korea Arts Management Service (KAMS).
Ecstasy dos momentos em movimento. Um movimento em direção a um nível superior de liberdade além dos meus limites. ZERO é um trabalho que procura encontrar uma resposta para esta pergunta persistente. Depois de exceder o limite de 100% de limitações físicas e depois voltar para “Zero”.
SOLO GOLDBERG VARIATIONS

Virgilio Sieni Dance Company (Firenze, Itália)
Apresentação: Dia 16 de Agosto Horário: às 19h30 Local: Teatro Sesi SP Duração: 55 min Classificação: livre
Ficha técnica: Coreografia, espaço e iluminação: Virgilio Sieni. Interpretação: Virgilio Sieni (dança) e Andrea Rebaudengo (piano). Música: As Variações Goldberg — J. S. BACH.
“Solo Goldberg Variations” se tornou um manifesto da arte coreográfica de Virgilio Sieni, um emblema de sua experimentação com o corpo e as linguagens da dança, sempre com o objetivo de ir além dos refúgios e codificações formais. Nessa obra, a música de Bach, executada ao vivo, define uma arquitetura métrica e imaterial na qual Virgilio Sieni se insere, colocando em movimento um repensar contínuo do corpo dançante, desenvolvendo uma performance que incorpora toda uma experiência humana, figurativa e coreográfica.
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