Des-alinhada
Agora, no estado presente, sinto a materialidade da ausência através de um objeto, como uma cadeira vazia. A presença não é apenas o ato…
(Des)alinhamento
Agora, no estado presente, sinto a materialidade da ausência através de uma cadeira ___ vazia.
A presença não é apenas o ato de ocupar o espaço, mas o que dá sentido ao vazio. O que importa uma cadeira sem ninguém para preenchê-la? Ela, isolada, torna-se um símbolo de uma falta, de um espaço marcado pela ausência. E o que importa-nos a cadeira “cheia”?
As palavras, assim como os objetos, podem parecer
— vazias ou cheias de significados —
sapato, sexo, tool, surpresa, água, esgoto, frígido, inverno, vez, segunda opção, cabeça, amor, medo, vontade, sonho, irresponsabilidade, emoção, jogo, língua, salvador, rocha.
Quando fora de contexto, os seus sentidos se desalinham.
Essas palavras tornam-se sinais gráficos ou sons desconexos; portanto, quase inaudíveis.
A palavra desalinhada, o que nos diz?
E quanto aos e x c e s s o s? ____
podem transformar o que é inaudível.
Os excessos ___ podem surgir de uma ausência:
carência, desejo, insegurança, ego, sentimento, trauma, dor, ilusão, fuga, invenção, recriação, história, sangue, corpo, pele, cheiro, passeio, lembrança, busca, esperança.
de uma palavra sentida.
. e a ausência sentida ___ é sempre um luto, um vazio, uma cadeira vazia.
(Bastante necessária nesse ciclo (()) de autoregulação e autocensura pessoal)

@estecorpo
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