No carro
A Dani é prima da minha ex-namorada. A gente ficava escondido no estacionamento da loja do pai dela; ela sempre tinha uma chave reserva do…

No carro
A Dani é prima da minha ex-namorada. A gente ficava escondido no estacionamento da loja do pai dela; ela sempre tinha uma chave reserva do lugar e a gente se pegava de noite, quando estava fechado.
Mas não deu tempo de transarmos, porque duas semanas depois me apaixonei pela prima dela, com quem fiquei durante três anos. E toda vez que eu estava com a Mônica e encontrava com a Dani, sempre rolava uma energia sexual nunca realizada.
A Mônica era toda magrinha e contida, mais quietinha. A Dani, extrovertida e cheia de curvas, com coxas roliças lindas e um quadril largo com uma cintura que destaca sua cintura e os seios do tipo melões. Embora o sexo fosse ótimo com a Mônica, quando via a Dani de maiô não conseguia tirar os olhos daquele bumbum generoso e daquele capozão marcando a roupa de banho.
Era a primeira vez que a gente se encontrava depois de três meses que terminei com a Mônica. A Dani passou para me dar carona para o velório do tio dela — eu ainda tinha laços com a família.
Entrei no carro e fiquei admirando o vestido curto verde com saia rodada, decote que valorizava seus enormes peitos. Não pude deixar de ficar olhando para as coxas e a calcinha que escapava do vestido enquanto ela dirigia. Uma calcinha vermelha rendada cavadinha cheia de rendinhas. Dava para ver os pentelhos açafrão da ruiva.
Do nada, ela parou o carro em um estacionamento de supermercado, e não estava nem aí para quem visse. Tirou a calcinha, tirou minha cueca, lambeu meu pau das bolas até a cabeça mostrando os peitões e sentou.
Ela foi cavalgando devagarinho, até sua buceta escorrer nas minhas bolas.
Então, ela parou e começou a me beijar. Ela apertava meu pau e eu pulsava a cabeça. Olhamos no olho um do outro enquanto nos sentíamos.
Toda vez que eu entrava fundo, ela apertava meu pau. E na saída ela soltava.
Depois começamos a nos beijar no mesmo ritmo desse movimento. Quando estávamos explodindo de tesão, ela sentou impiedosamente, fodendo com tudo. E eu enfiava cada vez mais forte, apertando a cintura dela.
Senti ela gozando apertando muito meu pau. E foi incrível ver o sorriso dela quando ela sentiu minha porra quente dentro dela.
“Nossa, queria fazer isso há muitos anos”, disse a Dani.
“Eu também, você é um tesão, quero mais”, respondi.
“Então vamos foder a noite toda”, convidou, mordendo os lábios e indo em direção à loja do pai dela, me mostrando o molho de chaves do estacionamento onde a gente se pegava antigamente.
“Mas e o velório?”, perguntei por educação, já que a vontade era mesmo de ir fodê-la.
“Que velório? Ninguém morreu, inventei só pra poder dar pra você bobo.”
메타데이터
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