América bate ABC nos pênaltis e é tetracampeão estadual
Com empate no tempo regulamentar, Renan Bragança brilha nas penalidades e repete feito de 1982 com a camisa alvirrubra
América bate ABC nos pênaltis e é tetracampeão estadual
Com empate no tempo regulamentar, Renan Bragança brilha nas penalidades e repete feito de 1982 com a camisa alvirrubra

Equipe alvirrubra levanta a taça após campanha invicta (Foto: Léia Ventura/UDE)
Neste sábado, o América venceu o ABC nas penalidades e conquistou o quarto título potiguar consecutivo, na Arena das Dunas, depois de empatar por 1 a 1 nos dois jogos da final.
Mesmo na condição de visitante, o time de Ranielle Ribeiro conseguiu ampliar o tabu contra o alvinegro. O início da partida foi marcado por várias jogadas ofensivas do América, que lembraram os torcedores do jogo de ida, dominado pelo Dragão.
Ainda na primeira etapa, o ABC tentou responder com algumas jogadas pela direita, e diminuir o desequilíbrio em campo. João Diogo tentou duas vezes acertar o gol de Renan Bragança, mas parou na defesa do goleiro.

Primeira metade do Clássico-Rei termina sem gol (Foto: Léia Ventura/UDE)
Após um primeiro tempo sem grandes emoções, o América começa a segunda metade com uma boa oportunidade: Souza cobra falta para a área e depois de um tira-teima, ela cai nos pés de Aruá, que manda pela linha de fundo. Pouco depois, em escanteio, o camisa 15 tentou de cabeça, mas mandou por cima do alvo.
Em cruzamento para a área americana, a defesa afastou o perigo, e Thiaguinho encontrou a bola, livre dentro da grande área, mas fez um chute desengonçado e mandou para fora.
Marcelo Chamusca fez algumas mudanças, como colocar Wallyson em campo. Aos 29 minutos, Jhosefer recebeu dentro da área e serviu o Mago, no lado oposto. O camisa 11 aproveitou a chance e renovou as esperanças de um título depois de três anos. Era o roteiro perfeito para o abecedista.
Mas o América acionou o modo “tudo ou nada” e testou os milagres de Matheus Alves, que até conseguiu operar alguns, mas não impediu que um tiro de canto encontrasse Renzo, no meio da bagunça, e a bola fosse morrer no canto esquerdo do goleiro.
Depois de uma pequena confusão, João Diogo, já no banco de reservas foi expulso e tentou assistir ao resto da partida nas arquibancadas, mas não foi bem recebido e se retirou.
Nos últimos instantes, o alvinegro ainda carimbou a trave em duas oportunidades, mas como diz Samuel Rosa, “bola na trave não altera o placar”, e a grande final seria decidida nos pênaltis.
Nas cobranças, Renan Bragança foi o protagonista, com dois chutes defendidos. Souza fechou as cobranças e garantiu o tetracampeonato estadual para o América.

Souza celebra o tetracampeonato do América (Foto: Léia Ventura/UDE)
Sem nenhuma derrota na competição, e com uma reviravolta no templo do futebol potiguar, a equipe de Ranielle Ribeiro fez história ao repetir o feito de 1982, até então a única vez em que o América havia sido campeão quatro vezes seguidas.
메타데이터
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