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Como escrever um de vídeo de vendas (VSL)? Uma análise aprofundada do script de Leandro Ladeira.

A motivação para essa análise veio de uma conversa que tive com uma aluna de consultoria. Durante a análise da página de vendas dela…

Ester Valentim · 2026-03-27 17:47 · 0 claps · 14.5 min read
#vsl #vídeo-de-vendas #video-sales-letter #digital-marketing
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Wiki topics: ECO · Economy · General DIG · Digital Marketing

Como escrever um de vídeo de vendas (VSL)? Uma análise aprofundada do script de Leandro Ladeira.

A motivação para essa análise veio de uma conversa que tive com uma aluna de consultoria. Durante a análise da página de vendas dela, demonstrei que um vídeo de vendas agregaria muito à estratégia de marketing.

O produto dela custava mais de R$ 1.000 e, segundo a EyeView, um VSL pode aumentar a conversão de uma página em até 80%.

O próximo passo da consultoria seria uma reunião para discutir as estratégias sugeridas e ensinar meu método de criação de conteúdo.

Mas, antes disso, ela voltou com uma enxurrada de perguntas — e uma delas foi certeira: o que diabos eu escrevo no meu vídeo de vendas? Existe alguma estrutura específica?

Bom, poderia dizer que existem várias estruturas: a Fórmula de Gary Halbert, os 4Ps, o PAS…, mas, na prática, aprender cada uma dessas fórmulas neste momento é inviável e não ajudaria em nada se ela não soubesse como aplicá-las.

E aí surge a dúvida: Ester, mas você não é copywriter? Por que não escreveu para ela?

Excelente pergunta, Sherlock, mas, se me permite, eu irei explicar no último tópico “Tá fugindo de cliente, é?”.

Agora, você tem um vídeo de vendas para escrever e não tem a menor ideia do que fazer, então vou te ajudar da maneira mais lúdica de todas: mostrando na prática como um dos maiores do mercado faz.

Você vai descobrir o que ele faz pra soar natural, o que ele diz, quais estratégias ele usa. Não esqueça de salvar este artigo agora mesmo no seu navegador, porque a partir de hoje você vai sempre voltar nele quando estiver em dúvida ou em busca de inspiração.

1. A promessa

“Nesse vídeo eu vou te explicar da maneira mais rápida que eu conseguir como você pode criar um produto digital.”

Esta é a primeira frase de Leandro no vídeo de vendas, em um tom quase urgente, o que segura a atenção. E logo em seguida, ele se aprofunda, justificando porque isso é possível e trazendo seus argumentos de autoridade.

Essa é uma técnica essencial: você faz uma promessa atrativa e, antes que a audiência pense “isso é bom demais pra ser verdade”, já entrega as provas.

Mas ele não para por aí. Logo depois, ele se aprofunda na promessa, explicando que criar um produto digital é totalmente possível, porque ele mesmo fez isso e ajudou muitas pessoas a fazerem o mesmo.

Logo em seguida, ele demonstra a importância de a pessoa continuar assistindo ao vídeo. É um vídeo de vendas, ele não faz questão de esconder isso, mas enfatiza que será entregue um conteúdo. que conteúdo seria esse? Um plano para atingir lucro mínimo de 30 mil de reais por mês.

“Qual o meu intuito principal com essa apresentação? A gente tem uma meta mínima de te trazer um lucro de pelo menos 30 mil reais por mês. E a gente tem um plano para que esse lucro seja possível.”

Esse tipo de afirmação passa confiança e faz com que a audiência visualize o resultado. Um valor específico (gatilho da especificidade) parece mais real do que “ganhar muito dinheiro”, porque tem um ponto de referência claro.

Porém, para evitar parecer uma promessa milagrosa, ele imediatamente insere um filtro contra o público errado.

Ele avisa que “não é fácil e que não vai ser de uma hora para outra.” Essa frase cumpre duas funções: primeiro, afasta quem está buscando uma solução rápida e sem esforço. Segundo, aumenta a percepção de que ele está sendo honesto, o que fortalece sua credibilidade.

Com essa abertura, ele não só captura a atenção, mas também já prepara o espectador para acreditar no que vem a seguir.

2. Segmentação

“Se você tem interesse ou já está no digital, assista a esse vídeo com atenção”, ele separa quem é o público-alvo e quem não é.

O próximo passo após prometer é dizer para quem é e para quem não é.

Isso é importante porque reduz objeções futuras. Quem continuar assistindo se sente mais engajado, como se o vídeo tivesse sido feito especificamente para ele.

Depois, Ladeira reforça os perfis ideais para o curso:

“Eu tenho 5 principais tipos de pessoas que acredito que podem se dar muito bem no negócio de produtos digitais […]

1.Professores especialistas

2.Profissionais liberais

3.Profissionais de marketing

4. Para quem já está no digital, mas só faz lançamento

5. Quem está no digital, mas lucra menos que 30k por mês

6. Curiosos com vontade de empreender”

Logo em seguida, ele diz os possíveis nichos que podem ser explorados com o curso, mas o toque de gênio aqui são os exemplos reais de alunos do VTSD, como:

“Tem um cara que é tratador de piscina e hoje é infoprodutor, trabalha menos e ganha muito mais”.

Esse tipo de história humaniza a mensagem e faz a audiência pensar: “se esse cara conseguiu, eu também posso”

3. Prova

“Se você quer ter um produto digital que vende muito, quer entender o que esses caras fizeram para viver uma vida completamente diferente da que eles estão vivendo? Eu vou deixar um vídeo curto com alguns depoimentos e algumas histórias de pessoas que já viveram o que você quer viver para você se inspirar nisso.”

Depois de prometer e segmentar, ele precisa provar que o que fala é verdade. Ele faz isso de várias formas:

  1. Cita uma notícia da Hotmart recebendo um investimento de 735 milhões, mostrando que o mercado é real e tem demanda.
  2. Exibe prints de alunos que tiveram resultados financeiros expressivos.
  3. Ele inclui os depoimentos dos cinco maiores alunos de sucesso, começando com uma compilação dos resultados financeiros que eles alcançaram. Em seguida, ele apresenta trechos importantes de seus depoimentos, enfatizando os sonhos que conseguiram realizar ao implementar o método. Isso cria uma forte conexão emocional e reforça a credibilidade da proposta, mostrando que os benefícios vão além do dinheiro e impactam a qualidade de vida.
  4. Diz que recebe prints de resultados “todos os dias”, criando uma percepção de consistência.

Aqui, ele usa a famosa prova social massiva: quando vemos muitas pessoas tendo sucesso com algo, fica mais difícil duvidar.

5. Storytelling

“Cara, como é que eu entrei nesse mundo digital?”

Depois de apresentar as oportunidades do digital, com essa simples fala, ele introduz a sua história.

Ele relembra sua época como dono de uma agência de publicidade, descrevendo como sua vida financeira era um caos, sempre lutando para pagar as contas.

O ponto de virada veio quando um cliente ficou furioso com um erro ortográfico em um cardápio que gerou um prejuízo de 9 mil reais. O cliente, indignado, chamou Leandro de analfabeto.

Esse momento foi um divisor de águas: ele decidiu demitir o cliente e buscar um novo caminho. Foi quando descobriu o mundo dos produtos digitais.

Ao estudar o mercado, ele percebeu que existiam dois caminhos para vender algo: oferecer um produto relativamente barato para muitas pessoas ou algo caro para um grupo seleto.

Ele entendeu que os produtos digitais oferecem a melhor possibilidade de escala. No entanto, havia um problema: ele não era especialista em nada e não sabia o que lançar.

A solução? Ele se associou a alguém que já tinha conhecimento, mas não sabia como vender. Assim, nasceu sua parceria com Cátia Damasceno.

Ela não era conhecida na internet na época, e ele ofereceu sua expertise em marketing digital para transformar seu serviço em um produto escalável. O resto é história.

Para reforçar sua autoridade, ele afirma:

“Eu fiquei conhecido como um dos produtores digitais que mais vendeu no Brasil. Estamos entre os 30 maiores produtores da Hotmart no mundo, com mais de 200 mil vendas dos produtos da Cátia. Criamos um canal no YouTube que bateu 9 milhões de visualizações e transformamos o Instagram dela, que hoje tem 5,5 milhões de seguidores.”

Essa história não é só um relato pessoal, mas um exemplo poderoso de storytelling no marketing.

Contar uma história envolvente é essencial para um vídeo de vendas porque cria conexão emocional com a audiência, torna o conteúdo mais memorável e ajuda a eliminar objeções.

Ao compartilhar sua jornada, Leandro não apenas constrói autoridade, mas também faz com que o público se veja nele — alguém que começou do zero, enfrentou desafios reais e encontrou uma solução que funciona.

Esse tipo de narrativa aumenta a identificação e faz com que as pessoas se sintam mais confiantes para dar o próximo passo e seguir seu método.

6. Abertura de loop

“[…]Usando como base o que você vai aprender de construção de produto, detalhes nos próximos minutos.”

Uma vez que se trata de um vídeo de vendas de uma hora, Leandro utiliza esta técnica para manter o espectador interessado e garantir que ele continue assistindo até o final.

A abertura de loop consiste em antecipar algo valioso que será revelado mais tarde, gerando curiosidade e incentivando o público a continuar assistindo.

Esse recurso psicológico funciona porque os seres humanos naturalmente desejam fechar lacunas de informação.

Quando um vídeo ou texto sugere que algo importante será revelado logo em seguida, a audiência sente a necessidade de continuar para não perder nada essencial.

Em vídeos mais logos, é ainda mais importante fazer uso desta técnica.

7. Quebra de objeção

“Isso é só com você, Leandro?”

Uma objeção comum que aparece é a ideia de que o método só funciona para o próprio criador do curso. Para desmontar esse argumento, ele responde com provas concretas:

“Acabei de postar um monte de alunos meus que faturou 100, 200, 300 mil, 1 milhão. Eu tenho aluno que já faturou mais de 10 milhões de reais. Outro dia, um mineiro de 18 anos me mandou um print dizendo que faturou 1.4 milhões e nem terminou a faculdade.”

Primeiro, ele apresenta casos de alunos com faturamentos variados, desde centenas de milhares até milhões de reais.

Depois, ele amplia essa prova ao mostrar dados sobre a internet e redes sociais no Brasil, afirmando que existem milhões de usuários online e que a maioria das profissões ainda não está no digital.

Isso conduz o espectador a um raciocínio lógico: se tanta gente está conseguindo e se há um mercado gigantesco esperando para ser explorado, então não faz sentido acreditar que apenas Leandro teve sucesso.

“Mas eu não tenho influência”

Este é outro pensamento comum de seu público e para eliminar essa barreira, ele volta para sua própria história:

“Eu também não tinha nada disso quando comecei. Nem a Cátia tinha! Eu não tinha autoridade, não tinha seguidor, não tinha conhecimento. Mas eu aprendi como construir isso do jeito certo.”

Aqui, ele desmonta a crença limitante ao provar que não é necessário ter fama ou um grande público antes de começar.

Ele reforça que dentro do curso há uma técnica específica para começar com o mínimo de investimento possível, tanto de tempo quanto de dinheiro.

Para evitar que a audiência perca o interesse, ele finaliza essa parte com mais uma Abertura de Loop, prometendo mostrar nos próximos minutos como isso pode ser feito sem grandes recursos.

7. Conteúdo

Após eliminar as objeções iniciais, Leandro começa a educar o espectador, explicando os tipos de produtos digitais possíveis. Ele lista algumas opções:

  • Cursos online
  • Mentorias
  • Comunidades
  • E-books
  • Aplicativos
  • Assinaturas e áreas de membros

Para cada um desses modelos, ele dá exemplos reais de alunos que já criaram produtos bem-sucedidos, reforçando sua autoridade e tangibilizando as oportunidades dentro do digital.

Ele não apenas menciona as categorias, mas vai além, exemplificando diferentes nichos e mostrando como cada tipo de produto pode ser explorado de forma lucrativa.

A essa altura, ele volta a reforçar sua prova social, mencionando que há nichos rentáveis em diversas áreas:

“Produtos digitais no Brasil… vou falar dos principais nichos aqui, mas dentro deles existem subnichos. Temos Finanças, Música, Gastronomia, Espiritualidade, Beleza, Idiomas, Relacionamento, Saúde, Fitness, Marketing, Desenvolvimento Pessoal…”

Ao citar tantos exemplos, ele mata uma objeção silenciosa: “mas será que isso funciona para a minha área?”. Com essa abordagem, ele abraça diversos públicos e demonstra que o mercado digital pode ser explorado em praticamente qualquer segmento.

Enquanto dá esses exemplos, ele não só reafirma a viabilidade do mercado, como também fortalece sua autoridade. O espectador começa a perceber que Leandro conhece cada um de seus alunos e seus respectivos nichos, criando a impressão de que ele realmente se importa com o sucesso deles.

Isso gera conexão e faz com que o público se sinta acolhido. Em outras palavras, ele coloca seus alunos no papel de heróis da história, mostrando que qualquer um pode alcançar resultados expressivos se seguir o método.

Uma frase marcante que ele usa para reforçar essa ideia é:

“Eu tenho uma brincadeira que fala que todo dia tem alguém no momento de compra. No Brasil, milhares de pessoas estão casando e precisam aprender sobre a vida de casado. Várias pessoas estão se separando. Eu tenho um aluno que é advogado e ensina como separar gastando menos.”

Aqui, além de dar mais um exemplo de nicho específico, ele reforça suas crenças e valores, guiando o espectador a acreditar que sempre há mercado para um produto digital bem-posicionado.

Preciso abrir empresa?

Uma dúvida comum de quem pensa em vender um produto digital é se precisa abrir uma empresa formalmente. Para desmistificar isso, Leandro afirma:

“Quando você está começando, parece que é muito difícil criar um negócio, abrir uma empresa. Será que eu preciso? Você não precisa abrir empresa, não precisa fazer CNPJ, principalmente no começo.”

Ele reduz a complexidade inicial, tirando um possível obstáculo da mente do espectador e tornando o caminho mais acessível.

Além disso, ele reforça a ideia de progresso gradual:

“Um dia um cara me perguntou se era possível fazer 100 mil por mês. Esquece os 100 mil por mês, você tem que dar um pequeno passo. No método Venda Todo Santo Dia, a gente não promete 100 mil logo de cara. Nem 30 mil. A primeira etapa é criar o seu produto. A segunda é criar os elementos de marketing que vão deixar esse produto interessante. A terceira etapa é começar a anunciar. A quarta é fazer a primeira venda, depois a segunda, depois a décima. Aí sim você começa a ganhar escala.”

Ele deixa claro que o método não é uma fórmula mágica, mas sim um processo estruturado que exige consistência e evolução gradual.

8. Erros comuns

“Então é aqui que a maioria das pessoas erra. Elas fazem um plano gigante. Eu vou falar para você: trabalhe pouco para ganhar pouco. Ao contrário do que as pessoas falam, trabalhar muito não significa ganhar muito. Se você trabalha demais e der errado, você se frustra e não faz mais nada. Agora, se você trabalha pouco e já começa a ganhar um pouquinho, isso te motiva a continuar.”

Com essa fala, Leandro desconstrói a ideia de que é necessário um esforço massivo inicial e, ao mesmo tempo, elimina o medo do fracasso, tornando a jornada mais acessível e menos assustadora.

Ele reforça essa ideia contando o caso da Giovana, uma ex-animadora de festas infantis que começou sem nenhuma experiência e, em menos de um ano, faturou mais de 700 mil reais com seu produto digital.

Esse exemplo humaniza o processo e prova que qualquer pessoa pode alcançar resultados expressivos, independentemente do ponto de partida.

Além disso, ele faz uma diferenciação entre seu método e os cursos tradicionais, afirmando:

“Outros cursos ensinam o caminho contrário. Primeiro mandam gravar 10 vídeos, depois fazer não sei quantas lives, depois um monte de conteúdo. Quando chega a hora de vender, a pessoa já está exausta e não aguenta mais. E pior: se errar no caminho, perde tudo. No meu método, fazemos o contrário.”

Essa comparação reforça o diferencial do Venda Todo Santo Dia e justifica a necessidade de um modelo mais eficiente.

9. Benefícios do curso e ferramentas exclusivas

Ele então começa a falar sobre os benefícios e diferenciais do curso. Um deles é a Mandala de Anúncios, que simplifica a criação de anúncios eficazes. Ele afirma:

“Eu criei uma técnica que faz com que você sempre tenha ideias de anúncios que convertem. Literalmente, você nunca vai ficar sem saber o que postar.”

O mais importante de tudo: ele começa a falar como se a pessoa do outro lado já tivesse topado, o que faz com que ela se imagine implementando e colhendo os benefícios do produto.

Outro diferencial é que os alunos só criam o conteúdo depois das primeiras vendas. Ele diz:

“Você não precisa gravar aulas, editar vídeos e fazer todo esse trabalho antes de ganhar dinheiro.”

Aqui, ele quebra mais uma objeção comum: o medo de investir tempo criando um curso antes de saber se ele realmente venderá.

Ele finaliza essa parte introduzindo o principal bônus do curso: um software exclusivo que acompanha o aluno e guia todo o processo de vendas:

“Ao entrar no Venda Todo Santo Dia, você ganha um ano de acesso a esse software. Vamos abrir a tela para te mostrar como funciona.”

Isso torna o curso ainda mais atraente, pois o aluno sente que terá suporte técnico para facilitar sua jornada.

10. Medo de perder dinheiro

Esta é a maior objeção para cursos e outros produtos digitais a partir de R$ 300, R$ 500 reais. Para quebrá-la, Leandro faz uma comparação inusitada:

“Mas eu tenho medo de perder dinheiro… Cara, qual outro negócio é tão pouco arriscado? Quanto custa para você comprar uma barraquinha de pipoca? Você quer fazer uma barraca de pipoca? Vou clicar no Google aqui e pesquisar… Uma barraca custa entre R$ 1.700 e R$ 2.000, só a barraca! Qual a chance de ganhar dinheiro com uma barraca de pipoca? Dois, três mil por mês? Então, qual é esse medo que você tem de perder dinheiro ou de dar errado?”

Aqui, ele usa a comparação prática para mostrar que qualquer investimento envolve riscos, mas o digital tem um risco muito menor.

Ele coloca o espectador para refletir sobre o fato de que empreendimentos físicos exigem um investimento inicial maior e têm retornos mais limitados, enquanto o digital permite ganhos escaláveis com um custo inicial mais baixo.

Além disso, ele minimiza a objeção fazendo uma pergunta direta: “Por que isso não seria para você?” e continua reforçando que o método já está testado e aprovado por vários alunos.

11. Future pacing

O próximo passo de Leandro é levar o público a visualizar exatamente o que pode ser feito com o dinheiro conquistado. Isso transforma a ideia abstrata de ‘ganhar dinheiro’ em algo palpável, emocional e significativo.

“Lembra do seu porquê? Para que você quer esse dinheiro? Não pensa só no dinheiro. O que você vai fazer com ele? Plano de saúde da mãe? Um carro novo? A viagem dos sonhos? A escola do filho? Uma casa nova? No meu caso, eu fiz todas essas coisas. Eu comprei uma casa para minha mãe, estou fazendo uma viagem de cruzeiro com meus pais esse ano. Eu entrego todo conforto para o meu filho, porque eu conquistei isso com o meu trabalho.”

Com essa abordagem, ele faz duas coisas poderosas: (1) dá mais valor ao dinheiro, porque mostra que ele não é apenas um número na conta bancária, mas um meio para realizar sonhos e proporcionar conforto para quem amamos; (2) coloca o espectador no papel de protagonista, fazendo-o se imaginar conquistando seus próprios objetivos.

12. Perguntas frequentes e destruição de objeções finais

Agora que a audiência já percorreu boa parte do vídeo e está convencida da viabilidade do método, Leandro começa a responder perguntas comuns e eliminar dúvidas restantes. Ele traz questões que já ouviu de outros alunos, apresenta soluções práticas e dá exemplos de pessoas que superaram as mesmas incertezas.

13. Chamada para ação (CTA) final

Por fim, ele direciona o espectador para a decisão final:

  1. Convida a pessoa a se inscrever no curso imediatamente.
  2. Enfatiza que o acesso é imediato.
  3. É transparente sobre os valores da renovação, o que ajuda a quebrar qualquer receio final e dá segurança para que o espectador tome uma decisão sem medo de surpresas.

Conclusão: Como replicar essa estrutura?

Como podemos ver, a copy do vídeo de vendas do Leandro Ladeira segue o seguinte fluxo lógico:

  1. Promessa
  2. Segmentação
  3. Prova
  4. Storytelling
  5. Abertura de loop
  6. Quebra de objeções
  7. Conteúdo
  8. Erros comuns
  9. Benefícios do curso e ferramentas exclusivas
  10. Objeção — medo de perder dinheiro
  11. Future pacing
  12. Perguntas frequentes
  13. Chamada para a ação

Essa não é uma estrutura tradicional de VSLs, como os modelos diretos de “problema-dor-solução” ou os que seguem a linha mais agressiva de urgência extrema.

Em vez disso, o Ladeira construiu um modelo que pode ser replicado em muitos nichos, mas não de forma cega.

É essencial que cada produtor digital respeite sua identidade de comunicação e as particularidades do seu próprio produto.

No caso do Ladeira, por exemplo, ele pode exibir dezenas de depoimentos porque já tem milhares de anúncios rodando e um banco de provas gigantesco.

Além disso, ele conhece o público profundamente, pois está no mercado há anos. Isso permite que ele tenha uma segurança maior na forma como constrói sua copy.

Se você ainda não tem esse nível de reconhecimento, algumas adaptações podem ser necessárias para tornar a estrutura viável para o seu contexto.

Tá fugindo de cliente, é?

Se você chegou até aqui, só pra saber minha resposta, meus parabéns. Você acaba de ser intitulado o fofoqueiro do ano.

Não, eu não recusei cliente. Escrevi o artigo antes de irmos para a consultoria. Lá explicarei como funciona o serviço de copy para página e vídeo de vendas (torçam por mim!).

Acontece, que a minha esteira de serviços foi criada para que você queira me contratar porque confia no meu trabalho e sabe que eu gero resultados.

Eu não quero te obrigar a me contratar. Esta cliente em especial contratou meu serviço de consultoria, e para não prendê-la a mim, produzi este artigo e para as próximas que vierem depois dela.

Por quê? Eu sei que nem todo mundo tem orçamento para pagar um copywriter — e tá tudo bem! Isso não significa que eu me desvalorizo ou que meu serviço não tem valor. Muito pelo contrário.

Contratar um copywriter traz inúmeras vantagens. Com 4 anos de experiência em conteúdo e copy, já fiz cursos como Venda Todo Santo Dia, Fórmula de Lançamento, e tive acesso a aulas de mentorias pagas, algumas custando até R$ 15.000.

Tenho repertório para identificar se uma estrutura funciona ou não, detectar falhas na argumentação, na comunicação e até na estratégia de persuasão.

A questão é que eu acredito que as pessoas devem me contratar porque confiam na seriedade do meu trabalho e que terão resultados, não por desespero.

Então, este artigo foi criado exatamente para isso: para que, na próxima vez que você tiver dificuldade em escrever uma página de vendas, um VSL ou até mesmo uma oferta, você possa recorrer a esse conteúdo e entender como funciona essa estrutura.

E se você precisa de um profissional de copy ou até mesmo uma análise de copy página de vendas/vídeo de vendas, entra em contato comigo no Linkedin, Ester Valentim, estou à disposição 😉


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