AMA-ZONAS
EXCURSÃO AO MUSEU DO SERINGAL E TRIBO INDÍGENA DESSANA-TUKANA
AMA-ZONAS
EXCURSÃO AO MUSEU DO SERINGAL E TRIBO INDÍGENA DESSANA-TUKANA
O Amazonas tem como origem diversas curiosidades e grandes maravilhas. Graças ao professor José Carlos, alunos da terceira série do Colégio militar da Polícia militar II, podem através do Projeto AMAZONE-SE conhecer algumas delas; Mas especificamente o período do Ciclo da borracha e uma das tribos ainda existentes no Amazonas.
Além de um passeio, o projeto Amazone-se é sentir a cultura amazonense no ar, é diversidade étnica , mas principalmente é uma viagem ao passado conhecendo lugares e histórias. Para quem AMA o Amazonas e suas ZONAS.
O trajeto inicia-se na Marina do Davi, com uma lancha fretada para já desfrutar a bela vista e frescor do Rio Negro. Chegando então no primeiro ponto turístico, o Museu Vila Paraíso.

Sala de jantar
Museu esse mais conhecido como Museu do Seringal, o mesmo tem seus guias turísticos, o que facilita e auxilia o conhecimento histórico, como por exemplo a curiosidade de que o local é apenas uma réplica e que foi contruído para a gravação do filme ``A Selva´´ de 2012.
Após uma breve aula sobre o museu e as pessoas que moravam na casa durante ciclo da borracha, a guia começa a caminhada no local (que é em forma de gota referindo-se ao líquido extraído da seringueira), parando em pontos nomeados para melhor entendimento e identificação histórica, alguns como, a capela onde aconteciam festejos da época, a casa de farinha e cana-de-açúcar e também o pequeno cemitério.
Um dos pontos que chama bastante atenção é o local onde seria feito um dos trabalhos do seringueiro, no qual a própria guia de forma prática mostra para todos o passo a passo, dando também a oportunidade de um visitante refazer as etapas da defumação.

Tapiri de defumação
Após o trajeto no museu, segue-se a excursão na lancha com uma duração mais longa para a tribo indígena.
TRIBO INDÍGENA DESSANA-TUKANA
Logo que a lancha se aproxima à terra, é notável a grande e linda aldeia da tribo, as mulheres estão à frente para recepcionar com suas pinturas faciais nos visitantes. É usado duas tintas: a tinta vermelha, de Urucum tratado extraído do urucuzeiro e a preta extraído de Jenipapo.
Ao entrar na aldeia, todos se acomodam nos bancos laterais, e eles assim iniciam uma dança de recepção entre eles, o anfitrião então apresenta as curiosidades da tribo e seus costumes, depois junto aos indígenas convida os visitantes para dançar.

Indígenas durante dança típica
Ao final das apresentações, pode-se tirar fotos com os indígenas, da aldeia, experimetar suas comidas típicas, comprar algum artesanato ou simplesmente aproveitar com alegria e paz o contato com a natureza.
´´Assim sendo, a Amazônia é um segmento e produto brasileiro tropical de múltiplas correntes e grupos culturais. A sociedade que aqui se formou traz, ainda, a marca e os insumos sociais, biológicos e étnicos de muitos povos, tradições e costumes. Por isso nos torna-mos, como bem visualizou Gilberto Freyre, uma sociedade aberta, cordial e acolhedora, capaz de incorporar novos valores e técnicas, adaptando-os e recriando-os. Apesar das múltiplas forças e formas de modernização e terraplenagem cultural, conseguimos manter vivas as peculiaridades regionais e a nossa identidade amazônica.´´ (BENCHIMOL, 2021, p 29)
BENCHIMOL, Samuel. AMAZÔNIA. 4 ed. Manaus: editora Valer, 2021.
AMAZONE-SE
AMAZONAS
MANAUS
CULTURA
Nome: Thayssa Rhamyle Teixeira dos Santos.
Nº: 38
Série: 3° Turma: 6
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